Foram encontradas 40 questões.
Observe cada coluna e linha da tabela abaixo.

A soma dos algarismos do número que substitui corretamente a interrogação é

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Observe a sequência.
A soma dos valores de x e y é igual a
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Num certo ano bissexto, a véspera do aniversário de Natália aconteceu no último dia do mês de fevereiro. Se a
primeira quinta-feira desse referido ano caiu no dia 4, então o aniversário de Natália aconteceu num(a)
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Mauro participou de uma corrida, na qual havia 12 competidores, e chegou na 4ª posição. De quantas maneiras
os outros competidores podem ter sido classificados nos 3 primeiros lugares?
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Abaixo encontram-se 3 figuras de mesma área, que foram divididas em partes iguais.

O resultado da sequência de operações entre as áreas hachuradas no interior das figuras é igual a


O resultado da sequência de operações entre as áreas hachuradas no interior das figuras é igual a

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O carro de José estava vazando 0,73 litro de óleo por dia. Ao perceber o problema, ele resolveu consertá-lo.
Considere que no período de vazamento foram perdidos 67,890 litros de óleo. O número de horas que se
passaram desde o início do problema até o dia de seu conserto, no qual houve vazamento igual ao dos demais
dias, foi de
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A figura mostra um octógono regular inscrito em uma circunferência de centro C. O valor de x é


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Observe a sequência.
50, 46, 51, 45, 53, 49, 54, 48, 56, 52, 57, (?), 59, ...
O número que substitui corretamente a interrogação é
50, 46, 51, 45, 53, 49, 54, 48, 56, 52, 57, (?), 59, ...
O número que substitui corretamente a interrogação é
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Pedro fez uma viagem de 5 horas em seu carro, com velocidade média por hora mostrada na tabela abaixo.
1a hora 90 km/h
2a hora 92 km/h
3a hora 88 km/h
4a hora 85 km/h
5a hora 95 km/h
A velocidade média, em m/s, que Pedro fez durante toda viagem foi
1a hora 90 km/h
2a hora 92 km/h
3a hora 88 km/h
4a hora 85 km/h
5a hora 95 km/h
A velocidade média, em m/s, que Pedro fez durante toda viagem foi
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Texto I para responder à questão.
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse "pareciam", assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde. O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda inexploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
E isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos.
A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: "Mando-te uma carta qualquer dia desses".
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla "enter".
(Souza, Josias de. A revolução digital. Folha de São Paulo, São Paulo, 6 de maio de 1996. Caderno Brasil, p. 2.)
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse "pareciam", assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde. O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda inexploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
E isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos.
A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: "Mando-te uma carta qualquer dia desses".
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla "enter".
(Souza, Josias de. A revolução digital. Folha de São Paulo, São Paulo, 6 de maio de 1996. Caderno Brasil, p. 2.)
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