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Foram encontradas 50 questões.

1034090 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: COMPESA
A folha de pagamento de determinada empresa no mês de novembro era representada conforme se segue:
Discriminação
Salários e Ordenados 64.000,00
Horas-Extras 8.000,00
INSS Patronal 20%
INSS Empregados 11%
FGTS 8%
A despesa com pessoal no mês de novembro foi de
 

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976845 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: COMPESA
A empresa MG Ltda. Adquiriu, no mês de maio, mercadorias para revenda por R$ 15.000,00. No valor das mercadorias, estão inclusos impostos recuperáveis no valor de R$ 1.800,00. No mesmo mês, a totalidade das mercadorias adquiridas foi vendida por R$ 24.000,00. Sobre o valor da venda, incidiram impostos no montante de R$5.196,00, embutidos no preço de venda. A empresa também pagou comissão aos vendedores no valor de R$240,00, sendo ela registrada no mesmo mês. Na Demonstração do Resultado do Período, o Lucro Bruto é igual a
 

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928094 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: COMPESA
Certa empresa comercial em 31.12.2011 apresentava o que adiante se segue:
Deduções da Receita Operacional Bruta R$ 4.800,00 representavam 10% da Receita Operacional Bruta; o Custo das Mercadorias Vendidas foi de 70% da Receita Operacional Líquida; o valor do Estoque de Mercadorias existente era de R$ 6.600,00.
Com base nas informações, podemos afirmar que o Lucro Operacional Bruto, a Receita Operacional Líquida e o Custo das Mercadorias Vendidas foram respectivamente de
 

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925993 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: COMPESA
Evidencia a movimentação ocorrida nas contas de Reservas de Lucros em um determinado período:
 

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920643 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: COMPESA
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça. A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta. Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013. As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa. Morri porque já entrei numa boate pensando como sairia dali em caso de incêndio. Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda. Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa. Morri porque já fui de algum jeito todos os que morreram. Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo? O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só, e o medo vinha de todos os lados. Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos. Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.
Disponível em: www.facebook.com. Autor: Fabrício Carpinejar.
Sobre Concordância Nominal, assinale a alternativa CORRETA.
 

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Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça. A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta. Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013. As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa. Morri porque já entrei numa boate pensando como sairia dali em caso de incêndio. Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda. Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa. Morri porque já fui de algum jeito todos os que morreram. Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo? O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só, e o medo vinha de todos os lados. Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos. Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.
Disponível em: www.facebook.com. Autor: Fabrício Carpinejar.
Em uma das alternativas, o termo sublinhado NÃO é sinônimo do termo entre parênteses. Assinale-a.
 

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909016 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: COMPESA
A empresa MK Ltda. adquiriu uma máquina para seu parque industrial por meio de arrendamento mercantil e assumiu todos os riscos e todos os benefícios inerentes. A operação será contabilizada como segue:
 

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Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça. A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta. Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013. As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa. Morri porque já entrei numa boate pensando como sairia dali em caso de incêndio. Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda. Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa. Morri porque já fui de algum jeito todos os que morreram. Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo? O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só, e o medo vinha de todos os lados. Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos. Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.
Disponível em: www.facebook.com. Autor: Fabrício Carpinejar.
Utilizando-se do trecho “Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?”, o autor
 

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874473 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: COMPESA
De acordo com a Lei Complementar Nº 101/2000, Lei de Responsabilidade Fiscal, é CORRETO afirmar que
 

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