Foram encontradas 40 questões.
Um grupo de alunos planejou fazer um trabalho de Matemática. Depois de fazer !$ \large{5 \over 7} !$ do trabalho, um dos alunos, com a autorização do professor, decide mudar de grupo, faltando ainda 16 exercícios para terminar o trabalho. Dessa forma, podemos concluir que a soma dos algarismos do total de exercícios do trabalho é
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A obra prima de Lewis Carrol! "As aventuras de Alice no País das Maravilhas" tem encantado leitores de todas as idades com seu alto potencial lúdico. Leia a seguir o capítulo I desse livro para resolver a questão.
TEXTO V
Pela Toca do Coelho
Alice estava começando a ficar muito cansada de estar sentada ao lado da irmã na ribanceira, e de não ter nada que fazer; espiara uma ou duas vezes o livro que estava lendo, mas não tinha figuras nem diálogos, "e de que serve ,um livro", pensou Alice, "sem figuras nem diálogos?".
Assim, refletia com seus botões (tanto quanto podia, porque o calor a fazia sentir-se sonolenta) se o prazer de fazer uma guirlanda de margaridas valeria o esforço de se levantar e colher as flores, quando de repente um Coelho Branco de olhos cor-de-rosa passou correndo por ela.
Não havia nada de tão extraordinário nisso; nem Alice achou tão esquisito ouvir o Coelho dizer consigo mesmo: "Ai, ai! Ai, ai! Vou chegar atrasado demais!" (quando pensou sobre isso mais tarde, ocorreu-lhe que deveria ter ficado espantada, mas na hora tudo pareceu muito natural); mas quando viu o Coelho tirar um relógio do bolso do colete e olhar as horas, e depois sair em disparada, Alice se levantou num pulo, porque constatou subitamente que nunca tinha visto antes um coelho com bolso de colete, nem com relógio para tirar de lá, e, ardendo de curiosidade, correu pela campina atrás dele, ainda a tempo de vé-lo se meter a toda pressa numa grande toca de coelho debaixo da cerca.
No instante seguinte, lá estava Alice se enfiando na toca atrás dele, sem nem pensar de que jeito conseguiria sair depois.
Por um trecho, a toca de coelho seguia na horizontal, como um túnel, depois se afundava de repente, tão de repente que Alice não teve um segundo para pensar em parar antes de se ver despencando num poço muito fundo.
Ou o poço era muito fundo, ou ela caía muito devagar, porque enquanto caía teve tempo de sobra para olhar à sua volta e imaginar o que iria acontecer em seguida. Olhou para as paredes do poço, e reparou que estavam forradas de guarda-louças e estantes de livros; aqui e ali, viu mapas e figuras pendurados empregos.
[ ... ] Depois de um tempo, Alice se viu deitada na ribanceira, a cabeça no colo da irmã, que afastava delicadamente algumas folhas secas que haviam voejado das árvores até seu rosto.
"Acorde, Alice querida!" disse sua irmã. "Mas que sono comprido você dormiu !"
"Ah, tive um sonho tão curioso!'" disse Alice, e contou à irmã, tanto quanto podia se lembrar delas, todas aquelas estranhas aventuras que tivera e, quando terminou, a irmã a beijou e disse: "Sem dúvida foi um sonho curioso, minha querida; agora vá correndo tomar o seu chá, está ficando tarde." Alice então se levantou e saiu correndo, pensando, enquanto corria o mais rápido que podia, que sonho maravilhoso tinha sido aquele.
CARROLL, Lewis. Alice: edição comentada. Tradução: Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. p. 121- 122. Adaptado.
Vocabulário: Campina: campo amplo, sem árvores . Guirlanda: coroa de flores ou folhagens. Ribanceira: barranco, precipício.
Observe que o narrador não participa desta história como personagem, mas é capaz de saber o que os personagens sentem e pensam. O trecho em que é possível perceber isso é
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande
Emanuel tem um cubo que em suas faces tem várias figuras, como mostra a imagem abaixo. Ele resolve desmontar esse cubo gerando, assim, uma planificação. Qual das alternativas a seguir representa exatamente a planificação desse cubo?

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Leia o poema a seguir e resolva a questão.
TEXTO IV
Aula de leitura
A leitura é muito mais
do que decifrar palavras.
Quem quiser parar pra ver
pode até se surpreender:
vai ler nas folhas do chão,
se é outono ou se é verão;
nas ondas soltas do mar,
se é hora de navegar;
e no jeito da pessoa,
se trabalha ou se é à toa;
na cara do lutador,
quando está sentindo dor;
vai ler na casa de alguém
o gosto que o dono tem;
e no pelo do cachorro,
se é melhor gritar socorro;
e na cinza da fumaça,
o tamanho da desgraça;
e no tom que sopra o vento,
se corre o barco ou vai lento;
também na cor da fruta,
e no cheiro da comida,
e no ronco do motor,
e nos dentes do cavalo,
e na pele da pessoa,
e no brilho do sorriso,
vai ler nas nuvens do céu,
vai ler na palma da mão,
vai ler até nas estrelas
e no som do coração.
Uma arte que dá medo
é a de ler um olhar,
pois os olhos têm segredos
difíceis de decifrar.
AZEVEDO, Ricardo. Dezenove poemas desengonçados. São Paulo: Ática,1999.
Considerando-se as reflexões do eu lírico acerca da leitura, deduz-se que
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A obra prima de Lewis Carrol! "As aventuras de Alice no País das Maravilhas" tem encantado leitores de todas as idades com seu alto potencial lúdico. Leia a seguir o capítulo I desse livro para resolver a questão.
TEXTO V
Pela Toca do Coelho
Alice estava começando a ficar muito cansada de estar sentada ao lado da irmã na ribanceira, e de não ter nada que fazer; espiara uma ou duas vezes o livro que estava lendo, mas não tinha figuras nem diálogos, "e de que serve ,um livro", pensou Alice, "sem figuras nem diálogos?".
Assim, refletia com seus botões (tanto quanto podia, porque o calor a fazia sentir-se sonolenta) se o prazer de fazer uma guirlanda de margaridas valeria o esforço de se levantar e colher as flores, quando de repente um Coelho Branco de olhos cor-de-rosa passou correndo por ela.
Não havia nada de tão extraordinário nisso; nem Alice achou tão esquisito ouvir o Coelho dizer consigo mesmo: "Ai, ai! Ai, ai! Vou chegar atrasado demais!" (quando pensou sobre isso mais tarde, ocorreu-lhe que deveria ter ficado espantada, mas na hora tudo pareceu muito natural); mas quando viu o Coelho tirar um relógio do bolso do colete e olhar as horas, e depois sair em disparada, Alice se levantou num pulo, porque constatou subitamente que nunca tinha visto antes um coelho com bolso de colete, nem com relógio para tirar de lá, e, ardendo de curiosidade, correu pela campina atrás dele, ainda a tempo de vé-lo se meter a toda pressa numa grande toca de coelho debaixo da cerca.
No instante seguinte, lá estava Alice se enfiando na toca atrás dele, sem nem pensar de que jeito conseguiria sair depois.
Por um trecho, a toca de coelho seguia na horizontal, como um túnel, depois se afundava de repente, tão de repente que Alice não teve um segundo para pensar em parar antes de se ver despencando num poço muito fundo.
Ou o poço era muito fundo, ou ela caía muito devagar, porque enquanto caía teve tempo de sobra para olhar à sua volta e imaginar o que iria acontecer em seguida. Olhou para as paredes do poço, e reparou que estavam forradas de guarda-louças e estantes de livros; aqui e ali, viu mapas e figuras pendurados empregos.
[ ... ] Depois de um tempo, Alice se viu deitada na ribanceira, a cabeça no colo da irmã, que afastava delicadamente algumas folhas secas que haviam voejado das árvores até seu rosto.
"Acorde, Alice querida!" disse sua irmã. "Mas que sono comprido você dormiu !"
"Ah, tive um sonho tão curioso!'" disse Alice, e contou à irmã, tanto quanto podia se lembrar delas, todas aquelas estranhas aventuras que tivera e, quando terminou, a irmã a beijou e disse: "Sem dúvida foi um sonho curioso, minha querida; agora vá correndo tomar o seu chá, está ficando tarde." Alice então se levantou e saiu correndo, pensando, enquanto corria o mais rápido que podia, que sonho maravilhoso tinha sido aquele.
CARROLL, Lewis. Alice: edição comentada. Tradução: Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. p. 121- 122. Adaptado.
Vocabulário: Campina: campo amplo, sem árvores . Guirlanda: coroa de flores ou folhagens. Ribanceira: barranco, precipício.
O trecho "(tanto quanto podia, porque o calor a fazia sentir-se sonolenta)" apresenta uma intervenção da(o)
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Leia o poema a seguir e resolva a questão.
TEXTO IV
Aula de leitura
A leitura é muito mais
do que decifrar palavras.
Quem quiser parar pra ver
pode até se surpreender:
vai ler nas folhas do chão,
se é outono ou se é verão;
nas ondas soltas do mar,
se é hora de navegar;
e no jeito da pessoa,
se trabalha ou se é à toa;
na cara do lutador,
quando está sentindo dor;
vai ler na casa de alguém
o gosto que o dono tem;
e no pelo do cachorro,
se é melhor gritar socorro;
e na cinza da fumaça,
o tamanho da desgraça;
e no tom que sopra o vento,
se corre o barco ou vai lento;
também na cor da fruta,
e no cheiro da comida,
e no ronco do motor,
e nos dentes do cavalo,
e na pele da pessoa,
e no brilho do sorriso,
vai ler nas nuvens do céu,
vai ler na palma da mão,
vai ler até nas estrelas
e no som do coração.
Uma arte que dá medo
é a de ler um olhar,
pois os olhos têm segredos
difíceis de decifrar.
AZEVEDO, Ricardo. Dezenove poemas desengonçados. São Paulo: Ática,1999.
No texto, a expressão "vai ler" está repetida em vários versos. Essa repetição tem a finalidade de
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A obra prima de Lewis Carrol! "As aventuras de Alice no País das Maravilhas" tem encantado leitores de todas as idades com seu alto potencial lúdico. Leia a seguir o capítulo I desse livro para resolver a questão.
TEXTO V
Pela Toca do Coelho
Alice estava começando a ficar muito cansada de estar sentada ao lado da irmã na ribanceira, e de não ter nada que fazer; espiara uma ou duas vezes o livro que estava lendo, mas não tinha figuras nem diálogos, "e de que serve ,um livro", pensou Alice, "sem figuras nem diálogos?".
Assim, refletia com seus botões (tanto quanto podia, porque o calor a fazia sentir-se sonolenta) se o prazer de fazer uma guirlanda de margaridas valeria o esforço de se levantar e colher as flores, quando de repente um Coelho Branco de olhos cor-de-rosa passou correndo por ela.
Não havia nada de tão extraordinário nisso; nem Alice achou tão esquisito ouvir o Coelho dizer consigo mesmo: "Ai, ai! Ai, ai! Vou chegar atrasado demais!" (quando pensou sobre isso mais tarde, ocorreu-lhe que deveria ter ficado espantada, mas na hora tudo pareceu muito natural); mas quando viu o Coelho tirar um relógio do bolso do colete e olhar as horas, e depois sair em disparada, Alice se levantou num pulo, porque constatou subitamente que nunca tinha visto antes um coelho com bolso de colete, nem com relógio para tirar de lá, e, ardendo de curiosidade, correu pela campina atrás dele, ainda a tempo de vé-lo se meter a toda pressa numa grande toca de coelho debaixo da cerca.
No instante seguinte, lá estava Alice se enfiando na toca atrás dele, sem nem pensar de que jeito conseguiria sair depois.
Por um trecho, a toca de coelho seguia na horizontal, como um túnel, depois se afundava de repente, tão de repente que Alice não teve um segundo para pensar em parar antes de se ver despencando num poço muito fundo.
Ou o poço era muito fundo, ou ela caía muito devagar, porque enquanto caía teve tempo de sobra para olhar à sua volta e imaginar o que iria acontecer em seguida. Olhou para as paredes do poço, e reparou que estavam forradas de guarda-louças e estantes de livros; aqui e ali, viu mapas e figuras pendurados empregos.
[ ... ] Depois de um tempo, Alice se viu deitada na ribanceira, a cabeça no colo da irmã, que afastava delicadamente algumas folhas secas que haviam voejado das árvores até seu rosto.
"Acorde, Alice querida!" disse sua irmã. "Mas que sono comprido você dormiu !"
"Ah, tive um sonho tão curioso!'" disse Alice, e contou à irmã, tanto quanto podia se lembrar delas, todas aquelas estranhas aventuras que tivera e, quando terminou, a irmã a beijou e disse: "Sem dúvida foi um sonho curioso, minha querida; agora vá correndo tomar o seu chá, está ficando tarde." Alice então se levantou e saiu correndo, pensando, enquanto corria o mais rápido que podia, que sonho maravilhoso tinha sido aquele.
CARROLL, Lewis. Alice: edição comentada. Tradução: Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002. p. 121- 122. Adaptado.
Vocabulário: Campina: campo amplo, sem árvores . Guirlanda: coroa de flores ou folhagens. Ribanceira: barranco, precipício.
Na fala da irmã de Alice: "Mas que sono comprido você dormiu!" , o emprego do ponto de exclamação tem a finalidade de expressar
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Pedro gosta de brincar com suas caixas que têm formato de cubos. Em certo momento, ele as empilhou conforme mostra a figura abaixo. Sabendo que cada caixa pesa 150 gramas, quanto pesa toda a pilha que Pedro formou?

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Renata foi a uma loja e viu uma liquidação de roupas infantis. Como já estava próximo do dia das crianças, ela aproveitou para comprar presentes para seus dois filhos. O cartaz da loja dizia que roupas para meninas tinha 40% de desconto e roupas para meninos tinha 45% de desconto. Renata comprou uma blusa para sua filha e uma bermuda para seu filho. Se o preço da blusa sem desconto era R$ 50,00 e o preço da bermuda sem desconto era R$70,00, então o valor que Renata pagou pelas duas peças de roupa, com desconto, foi, em reais,
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Leia a notícia a seguir para resolver a questão.
TEXTO II
Transporte - quarta-feira, 04 de junho de 2014
Campo Grande ganha primeira biblioteca em terminal de ônibus

A Prefeitura Municipal de Campo Grande, através da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (AGETRAN), em parceria com Sociedade Comunitária Gibiteca, inaugura na próxima quinta-feira (5), às 15h, no Terminal Júlio de Castilho, a primeira biblioteca em terminal de ônibus na Capital. Nesta primeira etapa do projeto, serão contemplados cinco terminaisA): Júlio de Castilho, General Osório, Bandeirantes, Guáicurus e Aero Rancho.
Com o tema "Vamos fazer de Campo Grande uma cidade de leitores", o projeto pretende estimular o hábito da leitura dos usuários do transporte coletivo e, consequentemente, os campo-grandenses. O acervo inicial na biblioteca contará com 200 livros dos mais diversos gêneros e para todas as idades.
Há quase 20 anos, o professor e psicólogo, Ronilço Guerreiro, incentiva a leitura entre as crianças e jovens de Campo Grande.B) Idealizador do projeto, o professor pretende despertar o interesse das pessoas pela leitura. "Livros não mudam o mundo. Quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas", foi com a frase de Caio Graco, político romano, que o professor Ronilço Guerreiro resumiu seu trabalho em prol da leitura na Capital. "A intenção é provocar o interesse das pessoas pela leitura e aumentar o espírito de cidadania em nossa cidade. É através da cultura que podemos educar", destacou. Na avaliação do diretor-presidente da AGETRAN, Jean Saliba, os terminais são lugares ideais para a implantação das bibliotecasC), pois conseguem alcançar um grande número de pessoas. Diariamente circulam pelas estações aproximadamente 80 mil usuários do transporte coletivo.D) "Enquanto o usuário aguarda pelo transporte, poderá ler os livros da biblioteca. A leitura informa, educa e conscientiza. Com o projeto, será possível facilitar o acesso das pessoas à cultura", disse.
Para a chefe de Divisão de Educação para o Trânsito, Ivanise Rotta, a Educação não é somente focada no trânsito, nas suas vias, é ampliada por meio de ações que agregam a cultura, o social e a ética, "A leitura torna-se uma importante ferramenta para a sociedade, pois, através dela, consegue-se aprofundar valores e ampliar a visão sobre diversos temas", falou.
A iniciativa dentro dos terminais permite que as pessoas levem as obras para casa e também façam doações. A manutenção dos pontos de leitura será realizada por jovens voluntáriosE) que serão responsáveis pela reposição dos livros e organização das estantes.
Fonte/Autora: Raquel dos Passos
Disponível em: <http://www.pmcg.ms.gov.br>. Acesso em: 01 set. 2014. Adaptado.
Dentre os trechos transcritos, o único que expressa uma opinião é:
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