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Foram encontradas 50 questões.

2399259 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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NÃO faz parte das melhorias de se migrar de um file system ext2 para ext3 no RedHat:
 

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2399053 Ano: 2010
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Quantas pessoas devem responder por um processo definido na matriz RACI?
 

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2398535 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Quais são os privilégios no arquivo foo.txt, após executar o comando chmod go-rw foo.txt no RedHat?
 

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2397880 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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NÃO faz parte das características do método de compressão via NTFS do Windows 2003:
 

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2397413 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “Não”.

O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.

Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos, sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o Amor?” “O que é a Virtude?” “O que é a Mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.

(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples, edição 91, abril de 2010 / com adaptações)

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) Em “não havia psicanalistas” (1º§), a forma verbal “havia” poderia estar no plural, concordando com “psicanalistas”.

( ) Em “onde os seres imortais se manifestavam” (1º§) a palavra destacada pode ser substituída, sem que haja alteração do sentido do período, por nos quais.

( ) A colocação de uma vírgula depois do termo “perguntou” (1º§) mantém o sentido e a correção gramatical do período.

( ) Em “mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe” (2º§), a palavra em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do período, por todavia.

( ) O emprego de preposição em “a conclusões opostas” (3º§) justifica-se pela regência de “interlocutores” (3º§).

A sequência está correta em:

 

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2397381 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Qual das opções a seguir NÃO representa um tipo de Trust do Windows 2003 Active Directory?
 

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2397127 Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Assinale a melhor definição de Evento:
 

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2397035 Ano: 2010
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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O desenho de serviço trata a importância dos 4 Ps. Marque a alternativa que contém os 4Ps:
 

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2396908 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Qual combinação de teclas acessa o histórico de comandos executados no prompt do RedHat?
 

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2396587 Ano: 2010
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Assinale o nome dado para coleção de ferramentas que cria uma entrada alternativa no sistema, inclusive interceptando o tráfego de senhas e mensagens:
 

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