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O TEXTO 4 E 5 REFEREM-SE AOS ITENS 11 A 15.
TEXTO 4
Como as aves,
as pessoas são diferentes em seus vôos,

mas iguais no direito de voar.
https://br.pinterest.com/pin/585819864004267583/
TEXTO 5

https:/linhaslivres.wordpress.com/2013/10/27/charge-do-rico-inclusao-social/
No contexto do texto 4. as palavras "corno" e "mas" apresentam. respectivamente, relações de:
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O TEXTO 4 E 5 REFEREM-SE AOS ITENS 11 A 15.
TEXTO 4
Como as aves,
as pessoas são diferentes em seus vôos,

mas iguais no direito de voar.
https://br.pinterest.com/pin/585819864004267583/
TEXTO 5

https:/linhaslivres.wordpress.com/2013/10/27/charge-do-rico-inclusao-social/
A partir da leitura do texto 4. é correto afirmar que:
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O TEXTO 4 E 5 REFEREM-SE AOS ITENS 11 A 15.
TEXTO 4
Como as aves,
as pessoas são diferentes em seus vôos,

mas iguais no direito de voar.
https://br.pinterest.com/pin/585819864004267583/
TEXTO 5

https:/linhaslivres.wordpress.com/2013/10/27/charge-do-rico-inclusao-social/
Observe as afirmativas abaixo:
l. Os textos 4 e 5 abordam um mesmo assunto sob urna única perspectiva.
II. Os textos 4 e 5 têm a mesma intenção: fomentar a acessibilidade.
III. Os cadeirantes de ambos os textos têm o mesmo tratamento quanto à acessibilidade.
IV. Ambos os textos fazem uma critica social.
V. O texto 5 tem urna abordagem pessimista.
Estão corretas as alternativas:
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OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10
TEXTO 2

http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI
TEXTO 3
Óculos
Os Paralamas do Sucesso
Se as meninas do Leblon não olham mais pra
mim
(Eu uso óculos)
E volta e meia eu entro com meu carro pela
contramão
(Eu 'to sem óculos)
Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo
tudo bem
Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos
Eu não vejo ninguém
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho e mal
Por que você não olha pram um?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal
Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de
intelectual
Se eu te disser periga você não acreditar em mim
Eu não nasci de óculos
Eu não era assim não
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Por que você não olha pra mim'?
Por que você diz sempre que não?
Por que você não o lha pra mim'?
Por trás dessa lente também bate um coração
http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556
No texto 2, as reticências indicam que:
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10
TEXTO 2

http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI
TEXTO 3
Óculos
Os Paralamas do Sucesso
Se as meninas do Leblon não olham mais pra
mim
(Eu uso óculos)
E volta e meia eu entro com meu carro pela
contramão
(Eu 'to sem óculos)
Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo
tudo bem
Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos
Eu não vejo ninguém
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho e mal
Por que você não olha pram um?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal
Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de
intelectual
Se eu te disser periga você não acreditar em mim
Eu não nasci de óculos
Eu não era assim não
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Por que você não olha pra mim'?
Por que você diz sempre que não?
Por que você não o lha pra mim'?
Por trás dessa lente também bate um coração
http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556
Assinale a alternativa cujo uso do porquê se assemelha ao do texto 3.
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10
TEXTO 2

http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI
TEXTO 3
Óculos
Os Paralamas do Sucesso
Se as meninas do Leblon não olham mais pra
mim
(Eu uso óculos)
E volta e meia eu entro com meu carro pela
contramão
(Eu 'to sem óculos)
Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo
tudo bem
Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos
Eu não vejo ninguém
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho e mal
Por que você não olha pram um?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal
Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de
intelectual
Se eu te disser periga você não acreditar em mim
Eu não nasci de óculos
Eu não era assim não
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Por que você não olha pra mim'?
Por que você diz sempre que não?
Por que você não o lha pra mim'?
Por trás dessa lente também bate um coração
http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556
As pessoas que ..não enxergam além das aparências". de quem fala Armandinho, no último quadrinho (texto 2). se aproximam do seguinte trecho da letra da canção (texto 3):
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OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10
TEXTO 2

http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI
TEXTO 3
Óculos
Os Paralamas do Sucesso
Se as meninas do Leblon não olham mais pra
mim
(Eu uso óculos)
E volta e meia eu entro com meu carro pela
contramão
(Eu 'to sem óculos)
Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo
tudo bem
Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos
Eu não vejo ninguém
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho e mal
Por que você não olha pram um?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal
Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de
intelectual
Se eu te disser periga você não acreditar em mim
Eu não nasci de óculos
Eu não era assim não
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de mal
Por que você não olha pra mim?
Por trás dessa lente tem um cara legal
Por que você não olha pra mim'?
Por que você diz sempre que não?
Por que você não o lha pra mim'?
Por trás dessa lente também bate um coração
http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556
A partir ela leitura dos textos 2 e 3, pode-se afirmar que:
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O TEXTO 1 REFERE-SE AOS ITENS 1 A 6
A Pechada (adaptado)
1. O apelido foi instantâneo. No primeiro <lia dc aula. o aluno novo já estava sendo chamado de
2. "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
3. - Aí, Gaúcho!
4. - Fala Gaúcho!
5. Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que
6. cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos
7. falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam
8. formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua. só com pequenas
9. variações?
10. - Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse Jorge que era quem mais implicava com o novato.
11. - E fala certo - disse a professora - Pode-se dizer "Lu" e pode-se dizer "você". Os dois estão
12. certos, Os dois são português.
13. Jorge fez cara de quem não se entregara.
14. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera
15. - O pai atravessou a sinaleira e pechou.
16. O quê?
17. () pai. Atravessou a sinaleira e pechou,
18. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino
19. atravessara urna sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente
20. pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
21. - O que foi que ele disse .. tia? - quis saber Jorge.
22. - Que o pai dele atravessou u.ma sinaleira e pechou.
23. - E o que é isso?
24. - Gaúcho ... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
25. - Nós vinha ..
26. - Nós vínhamos.
27. - Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma
28. pechada noutro auto.
29. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,
30. procurava urna tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com
31. Jorge rindo daquele jeito.
32. ''Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel .. carro. Mas "pechar" o que
33. era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professoro
34. descobriu que "pechar" vinha elo espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se
35. esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara
36. outro apelido! Pechada.
37. - Aí, Pechada!
38. - Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova Escola. maio 200 l.
Levando em consideração todo o texto 1. o que quis dizer o narrador ao afirmar que "Jorge fez uma cara de quem não se entregara." (linha 13)'?
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O TEXTO 1 REFERE-SE AOS ITENS 1 A 6
A Pechada (adaptado)
1. O apelido foi instantâneo. No primeiro <lia dc aula. o aluno novo já estava sendo chamado de
2. "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
3. - Aí, Gaúcho!
4. - Fala Gaúcho!
5. Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que
6. cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos
7. falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam
8. formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua. só com pequenas
9. variações?
10. - Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse Jorge que era quem mais implicava com o novato.
11. - E fala certo - disse a professora - Pode-se dizer "Lu" e pode-se dizer "você". Os dois estão
12. certos, Os dois são português.
13. Jorge fez cara de quem não se entregara.
14. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera
15. - O pai atravessou a sinaleira e pechou.
16. O quê?
17. () pai. Atravessou a sinaleira e pechou,
18. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino
19. atravessara urna sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente
20. pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
21. - O que foi que ele disse .. tia? - quis saber Jorge.
22. - Que o pai dele atravessou u.ma sinaleira e pechou.
23. - E o que é isso?
24. - Gaúcho ... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
25. - Nós vinha ..
26. - Nós vínhamos.
27. - Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma
28. pechada noutro auto.
29. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,
30. procurava urna tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com
31. Jorge rindo daquele jeito.
32. ''Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel .. carro. Mas "pechar" o que
33. era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professoro
34. descobriu que "pechar" vinha elo espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se
35. esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara
36. outro apelido! Pechada.
37. - Aí, Pechada!
38. - Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova Escola. maio 200 l.
No trecho "Que já ganhara outro apelido: Pechada.." (linhas 35 e 36), utilizam-se dois pontos para indicar
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O TEXTO 1 REFERE-SE AOS ITENS 1 A 6
A Pechada (adaptado)
1. O apelido foi instantâneo. No primeiro <lia dc aula. o aluno novo já estava sendo chamado de
2. "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
3. - Aí, Gaúcho!
4. - Fala Gaúcho!
5. Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que
6. cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos
7. falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam
8. formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua. só com pequenas
9. variações?
10. - Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse Jorge que era quem mais implicava com o novato.
11. - E fala certo - disse a professora - Pode-se dizer "Lu" e pode-se dizer "você". Os dois estão
12. certos, Os dois são português.
13. Jorge fez cara de quem não se entregara.
14. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera
15. - O pai atravessou a sinaleira e pechou.
16. O quê?
17. () pai. Atravessou a sinaleira e pechou,
18. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino
19. atravessara urna sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente
20. pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
21. - O que foi que ele disse .. tia? - quis saber Jorge.
22. - Que o pai dele atravessou u.ma sinaleira e pechou.
23. - E o que é isso?
24. - Gaúcho ... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
25. - Nós vinha ..
26. - Nós vínhamos.
27. - Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma
28. pechada noutro auto.
29. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,
30. procurava urna tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com
31. Jorge rindo daquele jeito.
32. ''Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel .. carro. Mas "pechar" o que
33. era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professoro
34. descobriu que "pechar" vinha elo espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se
35. esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara
36. outro apelido! Pechada.
37. - Aí, Pechada!
38. - Fala, Pechada!
Fonte: Revista Nova Escola. maio 200 l.
Releia o trecho 'E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?" (linhas 7 a 9) Dentro do contexto em que está inserido, o vocábulo "formidável" pode ser substituído, sem mudança de sentido por:
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