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1505864 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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O TEXTO 4 E 5 REFEREM-SE AOS ITENS 11 A 15.


TEXTO 4

Como as aves,

as pessoas são diferentes em seus vôos,

enunciado 1505864-1

mas iguais no direito de voar.


https://br.pinterest.com/pin/585819864004267583/


TEXTO 5


enunciado 1505864-2


https:/linhaslivres.wordpress.com/2013/10/27/charge-do-rico-inclusao-social/

No contexto do texto 4. as palavras "corno" e "mas" apresentam. respectivamente, relações de:

 

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1505863 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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O TEXTO 4 E 5 REFEREM-SE AOS ITENS 11 A 15.


TEXTO 4

Como as aves,

as pessoas são diferentes em seus vôos,

enunciado 1505863-1

mas iguais no direito de voar.


https://br.pinterest.com/pin/585819864004267583/


TEXTO 5


enunciado 1505863-2


https:/linhaslivres.wordpress.com/2013/10/27/charge-do-rico-inclusao-social/

A partir da leitura do texto 4. é correto afirmar que:

 

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1505862 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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O TEXTO 4 E 5 REFEREM-SE AOS ITENS 11 A 15.


TEXTO 4

Como as aves,

as pessoas são diferentes em seus vôos,

enunciado 1505862-1

mas iguais no direito de voar.


https://br.pinterest.com/pin/585819864004267583/


TEXTO 5


enunciado 1505862-2


https:/linhaslivres.wordpress.com/2013/10/27/charge-do-rico-inclusao-social/

Observe as afirmativas abaixo:

l. Os textos 4 e 5 abordam um mesmo assunto sob urna única perspectiva.

II. Os textos 4 e 5 têm a mesma intenção: fomentar a acessibilidade.

III. Os cadeirantes de ambos os textos têm o mesmo tratamento quanto à acessibilidade.

IV. Ambos os textos fazem uma critica social.

V. O texto 5 tem urna abordagem pessimista.

Estão corretas as alternativas:

 

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1505861 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10


TEXTO 2


enunciado 1505861-1


http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI


TEXTO 3


Óculos

Os Paralamas do Sucesso


Se as meninas do Leblon não olham mais pra

mim

(Eu uso óculos)

E volta e meia eu entro com meu carro pela

contramão

(Eu 'to sem óculos)

Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo

tudo bem

Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos

Eu não vejo ninguém

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho e mal

Por que você não olha pram um?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal


Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de

intelectual

Se eu te disser periga você não acreditar em mim

Eu não nasci de óculos

Eu não era assim não

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho de mal

Por que você não olha pra mim?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Por que você não olha pra mim'?

Por que você diz sempre que não?

Por que você não o lha pra mim'?

Por trás dessa lente também bate um coração

http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556

No texto 2, as reticências indicam que:

 

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1505860 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10


TEXTO 2


enunciado 1505860-1


http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI


TEXTO 3


Óculos

Os Paralamas do Sucesso


Se as meninas do Leblon não olham mais pra

mim

(Eu uso óculos)

E volta e meia eu entro com meu carro pela

contramão

(Eu 'to sem óculos)

Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo

tudo bem

Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos

Eu não vejo ninguém

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho e mal

Por que você não olha pram um?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal


Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de

intelectual

Se eu te disser periga você não acreditar em mim

Eu não nasci de óculos

Eu não era assim não

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho de mal

Por que você não olha pra mim?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Por que você não olha pra mim'?

Por que você diz sempre que não?

Por que você não o lha pra mim'?

Por trás dessa lente também bate um coração

http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556

Assinale a alternativa cujo uso do porquê se assemelha ao do texto 3.

 

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1505859 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10


TEXTO 2


enunciado 1505859-1


http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI


TEXTO 3


Óculos

Os Paralamas do Sucesso


Se as meninas do Leblon não olham mais pra

mim

(Eu uso óculos)

E volta e meia eu entro com meu carro pela

contramão

(Eu 'to sem óculos)

Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo

tudo bem

Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos

Eu não vejo ninguém

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho e mal

Por que você não olha pram um?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal


Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de

intelectual

Se eu te disser periga você não acreditar em mim

Eu não nasci de óculos

Eu não era assim não

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho de mal

Por que você não olha pra mim?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Por que você não olha pra mim'?

Por que você diz sempre que não?

Por que você não o lha pra mim'?

Por trás dessa lente também bate um coração

http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556

As pessoas que ..não enxergam além das aparências". de quem fala Armandinho, no último quadrinho (texto 2). se aproximam do seguinte trecho da letra da canção (texto 3):

 

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1505858 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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OS TEXTOS 2 E 3 REFEREM-SE AOS ITENS 7 A 10


TEXTO 2


enunciado 1505858-1


http://monicagomess.blogspot.com/2014/03/o-melhor-amigo.htmI


TEXTO 3


Óculos

Os Paralamas do Sucesso


Se as meninas do Leblon não olham mais pra

mim

(Eu uso óculos)

E volta e meia eu entro com meu carro pela

contramão

(Eu 'to sem óculos)

Se eu 'tô alegre eu ponho os óculos e vejo

tudo bem

Mas se eu 'tô triste, cu tiro os óculos

Eu não vejo ninguém

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho e mal

Por que você não olha pram um?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal


Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de

intelectual

Se eu te disser periga você não acreditar em mim

Eu não nasci de óculos

Eu não era assim não

Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho de mal

Por que você não olha pra mim?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Por que você não olha pra mim'?

Por que você diz sempre que não?

Por que você não o lha pra mim'?

Por trás dessa lente também bate um coração

http://www.letrasmus.br/os-paralamas-do-sucesso/479556

A partir ela leitura dos textos 2 e 3, pode-se afirmar que:

 

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1505857 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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O TEXTO 1 REFERE-SE AOS ITENS 1 A 6


A Pechada (adaptado)


1. O apelido foi instantâneo. No primeiro <lia dc aula. o aluno novo já estava sendo chamado de

2. "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

3. - Aí, Gaúcho!

4. - Fala Gaúcho!

5. Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que

6. cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos

7. falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam

8. formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua. só com pequenas

9. variações?

10. - Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse Jorge que era quem mais implicava com o novato.

11. - E fala certo - disse a professora - Pode-se dizer "Lu" e pode-se dizer "você". Os dois estão

12. certos, Os dois são português.

13. Jorge fez cara de quem não se entregara.

14. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera

15. - O pai atravessou a sinaleira e pechou.

16. O quê?

17. () pai. Atravessou a sinaleira e pechou,

18. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino

19. atravessara urna sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente

20. pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

21. - O que foi que ele disse .. tia? - quis saber Jorge.

22. - Que o pai dele atravessou u.ma sinaleira e pechou.

23. - E o que é isso?

24. - Gaúcho ... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

25. - Nós vinha ..

26. - Nós vínhamos.

27. - Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma

28. pechada noutro auto.

29. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,

30. procurava urna tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com

31. Jorge rindo daquele jeito.

32. ''Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel .. carro. Mas "pechar" o que

33. era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professoro

34. descobriu que "pechar" vinha elo espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se

35. esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara

36. outro apelido! Pechada.

37. - Aí, Pechada!

38. - Fala, Pechada!


Fonte: Revista Nova Escola. maio 200 l.

Levando em consideração todo o texto 1. o que quis dizer o narrador ao afirmar que "Jorge fez uma cara de quem não se entregara." (linha 13)'?

 

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1505856 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
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O TEXTO 1 REFERE-SE AOS ITENS 1 A 6


A Pechada (adaptado)


1. O apelido foi instantâneo. No primeiro <lia dc aula. o aluno novo já estava sendo chamado de

2. "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

3. - Aí, Gaúcho!

4. - Fala Gaúcho!

5. Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que

6. cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos

7. falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam

8. formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua. só com pequenas

9. variações?

10. - Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse Jorge que era quem mais implicava com o novato.

11. - E fala certo - disse a professora - Pode-se dizer "Lu" e pode-se dizer "você". Os dois estão

12. certos, Os dois são português.

13. Jorge fez cara de quem não se entregara.

14. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera

15. - O pai atravessou a sinaleira e pechou.

16. O quê?

17. () pai. Atravessou a sinaleira e pechou,

18. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino

19. atravessara urna sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente

20. pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

21. - O que foi que ele disse .. tia? - quis saber Jorge.

22. - Que o pai dele atravessou u.ma sinaleira e pechou.

23. - E o que é isso?

24. - Gaúcho ... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

25. - Nós vinha ..

26. - Nós vínhamos.

27. - Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma

28. pechada noutro auto.

29. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,

30. procurava urna tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com

31. Jorge rindo daquele jeito.

32. ''Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel .. carro. Mas "pechar" o que

33. era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professoro

34. descobriu que "pechar" vinha elo espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se

35. esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara

36. outro apelido! Pechada.

37. - Aí, Pechada!

38. - Fala, Pechada!


Fonte: Revista Nova Escola. maio 200 l.

No trecho "Que já ganhara outro apelido: Pechada.." (linhas 35 e 36), utilizam-se dois pontos para indicar

 

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1505855 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
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O TEXTO 1 REFERE-SE AOS ITENS 1 A 6


A Pechada (adaptado)


1. O apelido foi instantâneo. No primeiro <lia dc aula. o aluno novo já estava sendo chamado de

2. "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

3. - Aí, Gaúcho!

4. - Fala Gaúcho!

5. Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que

6. cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos

7. falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam

8. formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua. só com pequenas

9. variações?

10. - Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse Jorge que era quem mais implicava com o novato.

11. - E fala certo - disse a professora - Pode-se dizer "Lu" e pode-se dizer "você". Os dois estão

12. certos, Os dois são português.

13. Jorge fez cara de quem não se entregara.

14. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera

15. - O pai atravessou a sinaleira e pechou.

16. O quê?

17. () pai. Atravessou a sinaleira e pechou,

18. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino

19. atravessara urna sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente

20. pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

21. - O que foi que ele disse .. tia? - quis saber Jorge.

22. - Que o pai dele atravessou u.ma sinaleira e pechou.

23. - E o que é isso?

24. - Gaúcho ... quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

25. - Nós vinha ..

26. - Nós vínhamos.

27. - Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma

28. pechada noutro auto.

29. A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo,

30. procurava urna tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com

31. Jorge rindo daquele jeito.

32. ''Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel .. carro. Mas "pechar" o que

33. era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professoro

34. descobriu que "pechar" vinha elo espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se

35. esforçar para convencer Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara

36. outro apelido! Pechada.

37. - Aí, Pechada!

38. - Fala, Pechada!


Fonte: Revista Nova Escola. maio 200 l.

Releia o trecho 'E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?" (linhas 7 a 9) Dentro do contexto em que está inserido, o vocábulo "formidável" pode ser substituído, sem mudança de sentido por:

 

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