Magna Concursos

Foram encontradas 23 questões.

2037875 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.


TEXTO I


Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola

Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio


Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil


Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.

Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)


Acesso à educação


A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)

“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)

Texto Il


Combate a exploração ao trabalho infantil


Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il


*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.

FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.


O direito da criança

Na constituição está

No ECA também há

Artigos pra mostrar

Que o direito da criança

É para se respeitar

(..)

E não se pode deixar

A criança trabalhar

Tirando o tempo de estudar

A liberdade de brincar

O direito de sonhar

Com o futuro que terá

Se algum coleguinha

Começar a aula faltar

Para serviço prestar

deixando de frequentar

a aula pra trabalhar

você deve alertar

(..)

E quem isso negar

Um crime cometerá

E na lei vai pagar

Mas só acontecerá

Se alguém denunciar

A quem a criança explorar


Nos afazeres da casa

A criança pode ajudar

Isso é colaborar

E responsabilidade ganhar

Só não pode exagerar

Quando em casa ajudar

(...)

No Brasil é fácil encontrar

Criança que vai trabalhar

Para a família sustentar

Na zona rural há

Na cidade não vai faltar

Você pode acreditar

Meninas vão trabalhar

De doméstica ou babá

Para em casa ajudar

O alimento comprar

Sem ter dia para folgar

Ou tempo de estudar

(..)

Fácil não será

Mas não custa tentar

O trabalho infantil acabar

Se a população se juntar

Para se fazer praticar

O que na lei está.

(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)


Texto III

Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses

Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes

Por Natany Borges


1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que

Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à

“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já

sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de

5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em

2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio

Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.

______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro

semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos

10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para

entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as

palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu

desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo

um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar

15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores

do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.

______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei

Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de

certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo

20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que

definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é

uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na

hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os

pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam

25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta

que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na

cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai

brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “

12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.

30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta

foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul

19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo

de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,

estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo

35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a

turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma

experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências

com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.

(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)

Os textos I, Il e IIl abordam possíveis relações entre o acesso à educação e a existência do trabalho infantil no século XXI. Contudo, cada texto aborda espaços sociais e geográficos distintos. Sobre esses espaços presentes nos textos, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037874 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.


TEXTO I


Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola

Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio


Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil


Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.

Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)


Acesso à educação


A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)

“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)

Texto Il


Combate a exploração ao trabalho infantil


Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il


*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.

FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.


O direito da criança

Na constituição está

No ECA também há

Artigos pra mostrar

Que o direito da criança

É para se respeitar

(..)

E não se pode deixar

A criança trabalhar

Tirando o tempo de estudar

A liberdade de brincar

O direito de sonhar

Com o futuro que terá

Se algum coleguinha

Começar a aula faltar

Para serviço prestar

deixando de frequentar

a aula pra trabalhar

você deve alertar

(..)

E quem isso negar

Um crime cometerá

E na lei vai pagar

Mas só acontecerá

Se alguém denunciar

A quem a criança explorar


Nos afazeres da casa

A criança pode ajudar

Isso é colaborar

E responsabilidade ganhar

Só não pode exagerar

Quando em casa ajudar

(...)

No Brasil é fácil encontrar

Criança que vai trabalhar

Para a família sustentar

Na zona rural há

Na cidade não vai faltar

Você pode acreditar

Meninas vão trabalhar

De doméstica ou babá

Para em casa ajudar

O alimento comprar

Sem ter dia para folgar

Ou tempo de estudar

(..)

Fácil não será

Mas não custa tentar

O trabalho infantil acabar

Se a população se juntar

Para se fazer praticar

O que na lei está.

(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)


Texto III

Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses

Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes

Por Natany Borges


1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que

Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à

“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já

sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de

5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em

2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio

Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.

______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro

semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos

10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para

entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as

palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu

desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo

um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar

15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores

do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.

______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei

Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de

certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo

20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que

definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é

uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na

hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os

pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam

25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta

que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na

cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai

brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “

12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.

30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta

foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul

19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo

de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,

estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo

35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a

turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma

experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências

com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.

(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)

A fim de melhor compreender a rotina do pequeno Antônio Bartolo Neto, a reportagem faz uso de diversos períodos compostos, dentre eles, o que se segue:

"É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida 'nômade' em contraponto à 'permanência' na escola.”

Observa-se que a partícula destacada acima é classificada como ______ e tem a finalidade de retomar o significado previamente apresentado de ________.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037873 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Quando refletimos sobre a RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E TRABALHO INFANTIL, uma das primeiras perspectivas que se abre é a de crianças e adolescentes em trabalho infantil em virtude da necessidade de subsistência de suas famílias. No entanto, o precário acesso à Educação não se reduz a essa ótica, tendo também outras vertentes passíveis de análise crítica. Desse modo, a escolha desse tema se dá pelo desejo de mostrar aos nossos futuros cadetes de Thomaz Coelho como devemos valorizar o ensino ao qual temos acesso nos dias de hoje.


TEXTO I


Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola

Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio


Publicado em 02.02.2020 — Por Heloísa Cristaldo — Agência Brasil


Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação “Proteção do Direito à Educação dos Refugiados”, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65 milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.

Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, “o que é mais do que toda uma infância e representa “uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa”, avalia o documento. (...)


Acesso à educação


A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. “No Oriente Médio e no Norte da África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)

“Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos riscos da exploração sexual”, indica a publicação. (...)

Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)

Texto Il


Combate a exploração ao trabalho infantil


Por alunos do 5º ano/EF da Escola Municipal JOÃO PAULO Il


*O texto a seguir foi construído por alunos do Ensino Fundamental e, por isso, encontra-se na linguagem informal.

FORTALEZA(CE), JUNHO DE 2012.


O direito da criança

Na constituição está

No ECA também há

Artigos pra mostrar

Que o direito da criança

É para se respeitar

(..)

E não se pode deixar

A criança trabalhar

Tirando o tempo de estudar

A liberdade de brincar

O direito de sonhar

Com o futuro que terá

Se algum coleguinha

Começar a aula faltar

Para serviço prestar

deixando de frequentar

a aula pra trabalhar

você deve alertar

(..)

E quem isso negar

Um crime cometerá

E na lei vai pagar

Mas só acontecerá

Se alguém denunciar

A quem a criança explorar


Nos afazeres da casa

A criança pode ajudar

Isso é colaborar

E responsabilidade ganhar

Só não pode exagerar

Quando em casa ajudar

(...)

No Brasil é fácil encontrar

Criança que vai trabalhar

Para a família sustentar

Na zona rural há

Na cidade não vai faltar

Você pode acreditar

Meninas vão trabalhar

De doméstica ou babá

Para em casa ajudar

O alimento comprar

Sem ter dia para folgar

Ou tempo de estudar

(..)

Fácil não será

Mas não custa tentar

O trabalho infantil acabar

Se a população se juntar

Para se fazer praticar

O que na lei está.

(Fonte: www.fundacaotelefonicavivo.org.br/ Acessado em: 16.08.2021)


Texto III

Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses

Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes

Por Natany Borges


1______É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que

Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida “nômade” em contraponto à

“permanência” na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já

sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de

5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em

2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio

Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.

______Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro

semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisangela Mees, o aluno trabalhou nos

10 últimos dias as vogais. “No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para

entender em que nível ele estava”, explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as

palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu

desempenho em sala de aula. “O que dificulta é essa “quebra” de sequência. Por isso, eles têm o ritmo

um pouco mais lento”. Em sala de aula, a professora dos anos iniciais já está acostumada a lecionar

15 para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os filhos dos trabalhadores

do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.

______A matrícula desses alunos — filhos de profissionais itinerantes — é assegurada por meio da Lei

Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de

certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo

20 Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. “Assim que

definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é

uma escola para os pequenos”, explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na

hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os

pequenos já estejam matriculados. “Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam

25 estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida.” Nesse contexto, o pai acrescenta

que a cobrança “em casa” — o interior do motorhome — é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na

cidade. “Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai

brincar ou acompanhar as atividades do circo”, finaliza. Além de Neto, Junior também é pai de Alice, “

12,e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.

30______Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta

foi a primeira vez que Elisangela Mees foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul

19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos”, ela resolveu trabalhar, ao longo

de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,

estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como “O nosso colega Antônio é artista do Circo

35 Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista”. Durante uma das aulas, a

turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. “Foi uma

experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências

com a turma. Um mundo novo foi apresentado”, disse Elisangela.

(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)

O texto I aborda a relação entre a condição de refugiados por crianças e adolescentes e a baixa frequência nos ensinos primário e secundário. A fim de construir seu texto expositivo, a autora fundamenta-o principalmente por meio de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037872 Ano: 2021
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

O alamar é o um dos símbolos da meritocracia dos Colégios Militares. É conquistado pelo aluno que obtiver média igual ou superior a 8,0 em todas as disciplinas. Além da nota, o aluno tem que ter bom comportamento, respeitando as normas do Colégio Militar.

enunciado 1506384-1

Conforme a distribuição de médias da tabela acima, qual o percentual de alunos da turma 101 que poderá concorrer à conquista do alamar no ano de 2020?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037871 Ano: 2021
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Foi realizada uma avaliação, valendo de O a 100, para seleção dos alunos que iriam compor a equipe de uma olimpíada de conhecimentos. Havia, inicialmente, 25 alunos e, para a aprovação, o aluno precisava obter uma nota igual ou superior a 60. Após a correção, o resultado foi de 10 alunos reprovados e 15 alunos aprovados, sendo a média aritmética dos reprovados 52 e a média aritmética dos aprovados 70. O professor, porém, considerou dar um bônus de 5 pontos para todos os alunos, pois a participação deles durante as aulas de treinamento foi bastante efetiva e sem faltas. Com este bônus, a média aritmética dos reprovados foi alterada para 52,4, e a dos aprovados foi alterada para 71,65. Determine corretamente a quantidade de alunos que mudou a condição de reprovado para aprovado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037870 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

O croqui abaixo foi confeccionado por um agrimensor, que determinou as paralelas r e s e, a partir do ponto de apoio F, traçou os segmentos de reta !$ \dfrac{ }{FA} !$, !$ \dfrac{ }{AH} !$, e, do ponto E, traçou os segmentos de reta !$ \dfrac{ }{EC} !$ e !$ \dfrac{ }{CG} !$, sendo que, !$ \dfrac{ }{FA} !$ é bissetriz do ângulo EÂB; !$ \dfrac{ }{AH} !$ é bissetriz do ângulo DÂG; !$ \dfrac{ }{EC} !$ é bissetriz do ângulo FÊG e !$ \dfrac{ }{CG} !$ é bissetriz do ângulo DÊH.

Enunciado 1506382-1

A partir dos dados indicados no texto e no croqui, determine o ângulo x.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037869 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Um terreno em forma de trapézio retângulo precisa ser completamente cercado com três voltas de arame farpado para protegê-lo de invasores. Para tanto, o proprietário possui as medidas dos lados !$ \dfrac{ }{AB} !$, !$ \dfrac{ }{AD} !$ e !$ \dfrac{ }{DC} !$, em função de x, conforme figura abaixo, ele também conhece a área do terreno que é de 84 m².

Enunciado 1506381-1

Com os dados disponíveis, determine a quantidade de arame farpado em (m) metros a ser adquirida para cercar o terreno.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037868 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

A Rosácea é usada, no âmbito da arquitetura, para dar nome às janelas com forma circular que evidenciam ornamentações.

As rosáceas foram um elemento bastante importante para a arquitetura gótica, sendo usadas nas fachadas de uma grande quantidade de igrejas. A arquitetura românica também fez uso destes elementos; porém, neste caso, costumam-se apreciar nos setores laterais dos edifícios.

(Disponível em https://conceito.de/rosacea, acesso em 26/08/2021, às 21:00h)

A figura 1 abaixo representa uma rosácea que será utilizada como vitral de uma capela. A parte escura comporá o vitral com vidros vermelhos.

A figura 2 representa o esboço com as formas geométricas e medidas que auxiliarão na confecção do vitral.

Este esboço é formado por 5 círculos, sendo um círculo maior, de centro em O e raio de 1 metro; e 4 círculos menores, que se tangenciam em C e, que também, tangenciam o circulo maior em E, F, Ge H. Esses círculos menores têm diâmetros congruentes de 1 metro.

enunciado 1506380-1

Com base nas informações acima, determine, em metros quadrados, a quantidade de vidro vermelho necessária para compor o vitral.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037867 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Considere as afirmações a seguir:

I) Se 2n+2-n=5 então 4n+4-n é igual a 21.

II) Se a = 3 - !$ \sqrt[3]{5} !$ e b = !$ \sqrt[3]{5} !$ - 1 então o valor de a³ + b³ + 3ab² é igual a 8.

III) Se x + y + z = 6, xyz = 2 e xy + xz + yz = 11, então o valor da expressão !$ \dfrac{x}{yz} !$ + !$ \dfrac{y}{xz} !$ + !$ \dfrac{z}{xy} !$ é igual a 7.

São verdadeiras:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2037866 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Considere as afirmações a seguir:

I) Se 3x - y - 10z = 0 e x + 2y - z = 0, então o valor da expressão !$ \dfrac{x^3+x^2y}{xy^2-z^3} !$ , sendo z ≠ 0, é igual a 6.

II) Se a e b são números reais tais que 0 < a < b e a²+b² = 6ab, então o valor de !$ \dfrac{a+b}{a-b} !$ é igual a !$ \sqrt{2} !$ .

III) O número !$ \sqrt{3+2\sqrt{2}} !$ -!$ \sqrt{3-2\sqrt{2}} !$ é igual a 2.

São verdadeiras:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas