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Foram encontradas 60 questões.

2518816 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Considerando que o valor 740322 está escrito no sistema numérico octal, a conversão desse número para a base hexadecimal resulta em

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Seria possível articular o segundo parágrafo ao terceiro, considerando possíveis adaptações sintáticas, mas mantendo-se o valor semântico da articulação, com o operador organizacional
 

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2517286 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Utilize o texto e a figura abaixo para responder à questão.

A figura abaixo trata-se de um circuito elétrico resistivo, isolado de influências externas, em corrente contínua, composto por uma fonte de tensão, uma fonte de corrente e quatro resistências de 1 Ω. Um voltímetro digital ideal, chamado de V1, com seus pólos conectados ao circuito, será utilizado para verificação da tensão entre A e B. Ainda, foram identificados todos os nós do circuito elétrico, nomeando-os como A, B, C, D e E. O voltímetro é ideal e considerando a referência no nó C, resulta em VC = 0 V.

Enunciado 2517286-1

Os valores dos potenciais elétricos dos nós A, B, D e E, VA, VB, VD e VE, respectivamente, são:

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Segue o mesmo padrão de regência de “...o direito à existência” o exposto em
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas.
 

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2514279 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A figura abaixo esquematiza um circuito que emprega dois amplificadores operacionais alimentados com ±5 V, onde vent e v0 são as tensões de entrada e saída, respectivamente.

Enunciado 2514279-1

Considere as seguintes afirmações acerca do circuito acima.

I. Ambos amplificadores operacionais estão operando na configuração amplificador inversor.

II. Para uma tensão de entrada vent = 0,4 V, a tensão de saída é igual a 8 V.

III. A tensão de saída v0 terá uma fase de 180º em relação à vent.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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2514265 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A figura abaixo mostra um contador síncrono de 4 bits implementado a partir de flip-flops JK, onde Q3, Q2, Q1 e Q0 são as saídas binárias de cada flip-flop e o Q3 é o bit mais significativo (Most Signficant Bit – MSB) desse contador.

Enunciado 2514265-1

Para o circuito acima as entradas Presets (PR) estão em nível alto o tempo todo e os valores iniciais das entradas Clock (CLK) e Clear são mostrados na figura abaixo. Enquanto o circuito desse contador permanecer ligado e após o período inicial de tempo mostrado na figura abaixo, o CLK continuará alternando entre os níveis baixo e alto e CLR=1.

Enunciado 2514265-2

A sequência numérica, na base decimal, da saída desse contador síncrono é representada por:

 

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2513916 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A figura abaixo mostra como ligar um tipo de temporizador 555 no modo de operação astável.

Enunciado 2513916-1

A função de cada pino desse temporizador é descrita na tabela abaixo.

Pino

Descrição

1

2

3

4

5

6

7

8

Terra

Disparo

Tensão de saída

Reset

Controle de tensão

Limiar

Descarga

VCC

Para obter uma tensão de saída vsaída com frequência igual a 1 Hz, o capacitor C deve possuir valor igual a:

 

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Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
Considerando o contexto em que foi aplicada, a palavra “cedência” (1º§) tem o sentido de
 

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2513221 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A figura abaixo mostra o diagrama de blocos de um sistema de controle. A função de transferência desse sistema é igual a

Enunciado 2513221-1

 

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