Foram encontradas 60 questões.
Considere uma tabela SQL chamada Autores com as seguintes colunas: ID, PrimeiroNome e UltimoNome. A coluna ID é do tipo inteiro, as colunas PrimeiroNome e UltimoNome são do tipo texto. Analise a seguinte consulta SQL:
| Select ID, PrimeiroNome, UltimoNome from Autores where UltimoNome like „_o%"; |
Que resultado a consulta acima retorna?
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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
“Esse tipo de discurso ( ), no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente ( ) dos padrões construídos socialmente ( )”.
A partir do ponto de vista da referenciação e do progresso referencial, classifique os referentes do trecho acima e, em seguida, marque a opção correta. (Alguns números podem ser utilizados mais de uma vez ou não serem utilizados).
(1) Introdução
(2) Retomada
(3) Desfocalização
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Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
“Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar.”
Como ficariam as palavras destacadas no trecho acima, mantendo a coerência estilística do autor e o mesmo tempo verbal, caso seu sujeito fosse a primeira pessoa do plural?
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2528506
Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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O Windows Server 2012 tem como opção uma funcionalidade chamada Windows Server Backup (Cópia de Segurança do Windows Server). Além dessa funcionalidade, também tem outro mecanismo para salvar os arquivos, de forma automática e periódica, que acessamos através das propriedades da pasta na guia versões anteriores. Qual o nome desse outro mecanismo do Windows Server?
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2528475
Ano: 2016
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Conforme estabelecido na NBR ISO/IEC 27001, “Plan” (Planejar) se define como estabelecer a política, objetivos, processos e procedimentos do Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). Esse processo de planejamento é relevante para a gestão de riscos e a melhoria da segurança da informação para produzir resultados de acordo com as políticas e objetivos globais de uma organização. “Plan” (Planejar) é uma das atividades do modelo PDCA estabelecido pela NBR ISO/IEC 27001. Os outros 3 componentes do modelo PDCA são, respectivamente:
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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Considerando apenas o título, pode se levantar a hipótese de que o texto
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2526932
Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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- Engenharia de SoftwareDefeitos, Erros e Falhas em Software
- Qualidade de SoftwareMétricas de Software
A maneira mais racional de melhorar qualquer processo é medir atributos específicos do processo, desenvolver métricas significativas baseadas nesses atributos, e então, fazer uso das métricas para fornecer indicadores que serão base para uma estratégia de aperfeiçoamento. Grady (1992) afirma que há usos “privados e públicos” para diferentes tipos de dados de processo. Relativo às métricas de processo, analise as sentenças abaixo:
I. Taxas de defeito por indivíduo, taxas de defeito por componente e erros encontrados durante o desenvolvimento são exemplos de métricas privadas.
II. Defeitos relatados para funções principais do software, erros encontrados durante revisões técnicas e linhas de código ou pontos de função por componente ou função são algumas métricas de processo que podem ser privadas para equipe de projeto de software, mas são públicas para todos os membros da equipe.
III. Métricas privadas geralmente assimilam informações que originalmente eram públicas à equipe, como por exemplo, as taxas de defeito em nível de projeto (atribuídas aos indivíduos incialmente de forma coletiva). O intuito é produzir benefícios significativos para organização melhorar seu nível geral de maturidade de processo.
IV. Idealiza-se que o aperfeiçoamento do processo de software comece em nível individual. Dados privados do processo podem servir como motivador importante quando o propósito é melhorar a abordagem de engenharia de software.
Estão corretas somente as sentenças apresentadas em:
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2526691
Ano: 2016
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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São principais conceitos amadurecidos no ITIL v3:
I. Uma equipe ou grupo de pessoas e ferramentas que são utilizadas para conduzir um ou mais processos de atividades.
II. Um conjunto estruturado de atividades para alcançar um objetivo estabelecido. Utiliza uma ou mais entradas e as transforma em saídas definidas.
III. Meio de fornecer valor de forma que o cliente perceba, facilitando a obtenção de resultados que os clientes desejam.
As denominações dos conceitos descritos são, respectivamente:
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2526389
Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Qual a topologia de interconexão representada na Figura abaixo?

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2526293
Ano: 2016
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Todo computador com memória virtual tem um dispositivo para fazer o mapeamento virtual para físico. Esse dispositivo é denominado
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