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De acordo com o critério obrigatório para o diagnóstico de depressão, marque a alternativa correta.
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Assinale a seguir a base fundamental para o diagnóstico dos transtornos de personalidade.
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Analise os itens.
I. A paroxetina é um inibidor seletivo da recaptação de serotonina, um antidepressivo.
II. A carbamazepina é um anticonvulsivante, utilizado também como estabilizador de humor.
III. A quetiapina é um estabilizador do humor, um dos mais recentemente introduzidos mo mercado.
IV. O zolpidem é um indutor do sono não-benzodiazepínico, pois não causa dependência.
Está(ão) correta(s) apenas.
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Sobre a responsabilidade ética das instituições e profissionais médicos na prevenção e controle da síndrome da imunodeficiência adquirida – HIV, assinale a alternativa incorreta.
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Informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma e, a seguir, indique a opção com a sequência correta.
( ) A dosagem laboratorial do lítio sérico costuma ser o exame complementar mais indicado para a detecção dos novos casos de transtorno afetivo bipolar.
( ) Ao longo dos últimos anos, o fechamento de leitos em hospitais psiquiátricos foi acompanhado de um aumento proporcional de leitos psiquiátricos em hospitais gerais e escassez de serviços extramuros de assistência a doença mental.
( ) Não é frequente surgirem pacientes com crises de ansiedade acompanhadas de sintomas somáticos nas emergências médicas.
( ) A grande maioria dos portadores de diagnósticos, como o de esquizofrenia ou de transtorno afetivo bipolar são pessoas que deverão utilizar, respectivamente, antipsicóticos e estabilizadores do humor para sempre.
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O segredo médico somente pode ser revelado em situações muito especiais como
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Analise os itens a seguir.
I. A fobia social é a intensa ansiedade gerada quando o desempenho do paciente é submetido à avaliação de outras pessoas.
II. Os antidepressivos inibidores de recaptação de serotonina e inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina devem ser evitados no tratamento de transtorno obsessivo compulsivo.
III. Indivíduo com transtorno de ansiedade generalizada apresenta ansiedade persistente que afeta uma variedade de situações cotidianas, mantendo-o ansioso e apreensivo para possíveis eventos negativos.
IV. O transtorno de pânico caracteriza-se por crises súbitas e imprevisíveis de elevada ansiedade e medo, com taquicardia, sudorese, tontura, dor no peito, falta de ar e sensação de morte ou de perda de controle.
Está(ão) correto(s) apenas.
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Texto IV para a questão
Tsunami
No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.
Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.
Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.
Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.
(Superinteressante – 04/2011) 24)
Há lacunas no texto em que foram retirados conectivos responsáveis pela coesão. Tal coesão pode ser estabelecida de forma correta, respectivamente, por
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Texto III para a questão
Tsunami. Terremoto. Crise nuclear. Veio tudo de uma vez para os japoneses. Um tremor de 9.0 na escala Richter sacudiu o Japão em 11 de março, e o país já contava quase 9 mil mortos até o fechamento desta edição. Outras 13 mil pessoas ainda estavam desaparecidas.
A catástrofe chamou a atenção de todo o mundo não só pelas vidas perdidas e pelos dramáticos esforços de resgate. O Japão é um dos países mais bem preparados para enfrentar desastres naturais, e ainda assim foi devastado pela força da natureza. Um sinal de que nenhum país está a salvo.
Em 2010, desastres naturais mataram pelo menos 234 mil pessoas e afetaram quase outras 200 milhões no mundo. Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer. O aquecimento global fará a temperatura subir - ela será até 3,5º C mais alta até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia. Isso significa mais secas, enchentes, erupções, furacões destruidores e até terremotos. E, sim, pode existir uma ligação entre esses fenômenos e a ação humana.
(Superinteressante – 04/2011 fragmento)
Associe as duas colunas relacionando o vocábulo à regra que justifica o uso do acento gráfico correspondente.
( 1 ) país
( 2 ) já
( 3 ) catástrofe
( 4 ) fará
( ) Acentuam-se todas as palavras proparoxítonas.
( ) Acentuam-se as oxítonas terminadas em: a, as, e, es, o, os, em, ens.
( ) São acentuados os monossílabos tônicos terminados em: a, as, e, es, o, os.
( ) Quando a segunda vogal do hiato for i ou u tônicos, acompanhados ou não de s, haverá acento.
A sequência correta desta classificação, de cima para baixo, é
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Texto IV para a questão
Tsunami
No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.
Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.
Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.
Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.
(Superinteressante – 04/2011) 24)
O 2º § inicia-se com uma expressão intertextual fazendo uma referência ao texto poético de Carlos Drummond de Andrade “No meio do caminho havia uma pedra / havia uma pedra no meio do caminho”. No texto em questão é correto afirmar que
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