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1526189 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 Imagine que você está no seu quarto. A cama, o

armário e a escrivaninha estão lá onde sempre estiveram. De

repente, a luz acaba e, quando volta a acender, tudo está

4 diferente. A cama não se parece com a sua, tampouco os outros

móveis. Você procura a saída e descobre que até mesmo a

porta mudou de lugar. A única coisa que você reconhece é a

7 maçaneta. Parece assustador? Pois algo como isso aconteceu

com os físicos em 1998.

Naquele ano, os cientistas perceberam que não faziam a

10 menor ideia do que havia em 73% do universo conhecido. Eles

perceberam que estrelas recém-nascidas estavam afastando-se

de uma forma muito mais rápida do que a esperada. Ou seja,

13 havia ali algo que ninguém vê e que estava provocando a

aceleração, como se fosse uma gravidade ao contrário. Na falta

de mais informações sobre o assunto, batizaram essa força com

16 o misterioso nome de energia escura.

Revista Darcy, n.º 5, 2010, p.20 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens que se seguem.

Infere-se das informações contidas no texto que o fato de o referido fenômeno ter ocorrido na escuridão do espaço motivou a atribuição da denominação “energia escura” à força desconhecida pelos cientistas.

 

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1526188 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 Imagine que você está no seu quarto. A cama, o

armário e a escrivaninha estão lá onde sempre estiveram. De

repente, a luz acaba e, quando volta a acender, tudo está

4 diferente. A cama não se parece com a sua, tampouco os outros

móveis. Você procura a saída e descobre que até mesmo a

porta mudou de lugar. A única coisa que você reconhece é a

7 maçaneta. Parece assustador? Pois algo como isso aconteceu

com os físicos em 1998.

Naquele ano, os cientistas perceberam que não faziam a

10 menor ideia do que havia em 73% do universo conhecido. Eles

perceberam que estrelas recém-nascidas estavam afastando-se

de uma forma muito mais rápida do que a esperada. Ou seja,

13 havia ali algo que ninguém vê e que estava provocando a

aceleração, como se fosse uma gravidade ao contrário. Na falta

de mais informações sobre o assunto, batizaram essa força com

16 o misterioso nome de energia escura.

Revista Darcy, n.º 5, 2010, p.20 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens que se seguem.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso a palavra “rápida” (l.12) fosse substituída por rapidamente.

 

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1526187 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 Imagine que você está no seu quarto. A cama, o

armário e a escrivaninha estão lá onde sempre estiveram. De

repente, a luz acaba e, quando volta a acender, tudo está

4 diferente. A cama não se parece com a sua, tampouco os outros

móveis. Você procura a saída e descobre que até mesmo a

porta mudou de lugar. A única coisa que você reconhece é a

7 maçaneta. Parece assustador? Pois algo como isso aconteceu

com os físicos em 1998.

Naquele ano, os cientistas perceberam que não faziam a

10 menor ideia do que havia em 73% do universo conhecido. Eles

perceberam que estrelas recém-nascidas estavam afastando-se

de uma forma muito mais rápida do que a esperada. Ou seja,

13 havia ali algo que ninguém vê e que estava provocando a

aceleração, como se fosse uma gravidade ao contrário. Na falta

de mais informações sobre o assunto, batizaram essa força com

16 o misterioso nome de energia escura.

Revista Darcy, n.º 5, 2010, p.20 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os itens que se seguem.

A palavra “tampouco” (l.4) pode ser substituída pela conjunção nem, sem que se altere o sentido do texto.

 

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1526186 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade

esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo

lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve

4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e

sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,

mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,

7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no

montar e descer das marés, na infância que se torna juventude

e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na

10 canção que se perde a distância!

A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo

lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo

13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua

história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo

dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,

16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado

e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!

Hernani Donato. História do calendário. São

Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.

O autor do texto sugere que a humanidade firmou um pacto com o tempo.

 

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1526185 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade

esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo

lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve

4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e

sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,

mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,

7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no

montar e descer das marés, na infância que se torna juventude

e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na

10 canção que se perde a distância!

A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo

lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo

13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua

história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo

dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,

16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado

e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!

Hernani Donato. História do calendário. São

Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.

A forma verbal “tateia” (l.9) foi empregada com sentido figurado.

 

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1526184 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade

esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo

lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve

4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e

sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,

mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,

7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no

montar e descer das marés, na infância que se torna juventude

e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na

10 canção que se perde a distância!

A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo

lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo

13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua

história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo

dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,

16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado

e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!

Hernani Donato. História do calendário. São

Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.

No trecho “na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem” (l.7), há menção às estações do ano.

 

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1526183 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade

esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo

lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve

4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e

sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,

mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,

7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no

montar e descer das marés, na infância que se torna juventude

e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na

10 canção que se perde a distância!

A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo

lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo

13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua

história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo

dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,

16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado

e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!

Hernani Donato. História do calendário. São

Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.

O trecho “A rigor, não há um só momento em que a humanidade esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo lhe impõe” (l.1-3) admite, sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido do texto, a seguinte reescrita: A rigor, não tem um só momento que a humanidade se livre das preocupações ou restrições a ela impostas pelo tempo.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1526182 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade

esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo

lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve

4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e

sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,

mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,

7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no

montar e descer das marés, na infância que se torna juventude

e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na

10 canção que se perde a distância!

A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo

lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo

13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua

história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo

dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,

16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado

e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!

Hernani Donato. História do calendário. São

Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.

Infere-se do texto que a humanidade percebe a passagem do tempo e tenta, inclusive com o uso da ciência, medi-lo de diversas formas.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1526181 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
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1 Sim, são romances. Mas são tão reais, com tantos

detalhes e fatos minuciosos, que chegam a se parecer com

livros escritos por renomados pesquisadores de história — só

4 que narrados com sentimento e emoção. As prateleiras de

literatura estrangeira estão apinhadas desse tipo de obra, que os

fãs conhecem como romances históricos. A fronteira entre

7 história e ficção, de fato, é próxima nesse gênero literário, tanto

que, muitas vezes, até quem conhece o tema se confunde. A

verdade é que os autores dedicam anos à fase de pesquisa antes

10 de escrever sequer uma linha. O objetivo é claro: fazer com que

a obra mostre o retrato de uma época.

Revista da Cultura, n.º 38, p.30 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os próximos itens.

Com correção gramatical e sem prejuízo para o sentido pretendido no texto, a expressão “só que” (l.3-4) pode ser substituída por a menos que.

 

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1526180 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-ES
Provas:

1 Sim, são romances. Mas são tão reais, com tantos

detalhes e fatos minuciosos, que chegam a se parecer com

livros escritos por renomados pesquisadores de história — só

4 que narrados com sentimento e emoção. As prateleiras de

literatura estrangeira estão apinhadas desse tipo de obra, que os

fãs conhecem como romances históricos. A fronteira entre

7 história e ficção, de fato, é próxima nesse gênero literário, tanto

que, muitas vezes, até quem conhece o tema se confunde. A

verdade é que os autores dedicam anos à fase de pesquisa antes

10 de escrever sequer uma linha. O objetivo é claro: fazer com que

a obra mostre o retrato de uma época.

Revista da Cultura, n.º 38, p.30 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue os próximos itens.

O romance histórico baseia-se sempre em fatos reais que são, segundo a criatividade do autor, organizados de modo a prender a atenção do leitor.

 

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