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1 Imagine que você está no seu quarto. A cama, o
armário e a escrivaninha estão lá onde sempre estiveram. De
repente, a luz acaba e, quando volta a acender, tudo está
4 diferente. A cama não se parece com a sua, tampouco os outros
móveis. Você procura a saída e descobre que até mesmo a
porta mudou de lugar. A única coisa que você reconhece é a
7 maçaneta. Parece assustador? Pois algo como isso aconteceu
com os físicos em 1998.
Naquele ano, os cientistas perceberam que não faziam a
10 menor ideia do que havia em 73% do universo conhecido. Eles
perceberam que estrelas recém-nascidas estavam afastando-se
de uma forma muito mais rápida do que a esperada. Ou seja,
13 havia ali algo que ninguém vê e que estava provocando a
aceleração, como se fosse uma gravidade ao contrário. Na falta
de mais informações sobre o assunto, batizaram essa força com
16 o misterioso nome de energia escura.
Revista Darcy, n.º 5, 2010, p.20 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Infere-se das informações contidas no texto que o fato de o referido fenômeno ter ocorrido na escuridão do espaço motivou a atribuição da denominação “energia escura” à força desconhecida pelos cientistas.
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1 Imagine que você está no seu quarto. A cama, o
armário e a escrivaninha estão lá onde sempre estiveram. De
repente, a luz acaba e, quando volta a acender, tudo está
4 diferente. A cama não se parece com a sua, tampouco os outros
móveis. Você procura a saída e descobre que até mesmo a
porta mudou de lugar. A única coisa que você reconhece é a
7 maçaneta. Parece assustador? Pois algo como isso aconteceu
com os físicos em 1998.
Naquele ano, os cientistas perceberam que não faziam a
10 menor ideia do que havia em 73% do universo conhecido. Eles
perceberam que estrelas recém-nascidas estavam afastando-se
de uma forma muito mais rápida do que a esperada. Ou seja,
13 havia ali algo que ninguém vê e que estava provocando a
aceleração, como se fosse uma gravidade ao contrário. Na falta
de mais informações sobre o assunto, batizaram essa força com
16 o misterioso nome de energia escura.
Revista Darcy, n.º 5, 2010, p.20 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a palavra “rápida” (l.12) fosse substituída por rapidamente.
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1 Imagine que você está no seu quarto. A cama, o
armário e a escrivaninha estão lá onde sempre estiveram. De
repente, a luz acaba e, quando volta a acender, tudo está
4 diferente. A cama não se parece com a sua, tampouco os outros
móveis. Você procura a saída e descobre que até mesmo a
porta mudou de lugar. A única coisa que você reconhece é a
7 maçaneta. Parece assustador? Pois algo como isso aconteceu
com os físicos em 1998.
Naquele ano, os cientistas perceberam que não faziam a
10 menor ideia do que havia em 73% do universo conhecido. Eles
perceberam que estrelas recém-nascidas estavam afastando-se
de uma forma muito mais rápida do que a esperada. Ou seja,
13 havia ali algo que ninguém vê e que estava provocando a
aceleração, como se fosse uma gravidade ao contrário. Na falta
de mais informações sobre o assunto, batizaram essa força com
16 o misterioso nome de energia escura.
Revista Darcy, n.º 5, 2010, p.20 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens que se seguem.
A palavra “tampouco” (l.4) pode ser substituída pela conjunção nem, sem que se altere o sentido do texto.
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade
esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo
lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve
4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e
sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,
mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,
7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no
montar e descer das marés, na infância que se torna juventude
e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na
10 canção que se perde a distância!
A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo
lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo
13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua
história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo
dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,
16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado
e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!
Hernani Donato. História do calendário. São
Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.
O autor do texto sugere que a humanidade firmou um pacto com o tempo.
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade
esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo
lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve
4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e
sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,
mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,
7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no
montar e descer das marés, na infância que se torna juventude
e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na
10 canção que se perde a distância!
A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo
lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo
13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua
história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo
dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,
16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado
e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!
Hernani Donato. História do calendário. São
Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.
A forma verbal “tateia” (l.9) foi empregada com sentido figurado.
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade
esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo
lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve
4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e
sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,
mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,
7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no
montar e descer das marés, na infância que se torna juventude
e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na
10 canção que se perde a distância!
A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo
lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo
13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua
história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo
dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,
16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado
e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!
Hernani Donato. História do calendário. São
Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.
No trecho “na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem” (l.7), há menção às estações do ano.
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade
esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo
lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve
4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e
sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,
mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,
7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no
montar e descer das marés, na infância que se torna juventude
e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na
10 canção que se perde a distância!
A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo
lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo
13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua
história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo
dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,
16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado
e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!
Hernani Donato. História do calendário. São
Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.
O trecho “A rigor, não há um só momento em que a humanidade esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo lhe impõe” (l.1-3) admite, sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido do texto, a seguinte reescrita: A rigor, não tem um só momento que a humanidade se livre das preocupações ou restrições a ela impostas pelo tempo.
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1 A rigor, não há um só momento em que a humanidade
esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo
lhe impõe. Isso se verifica com referência não só a um breve
4 giro de relógio, mas também à folhinha sobre a mesa. Tudo, e
sempre, fala do tempo que se escoa sem avanço e sem atraso,
mostrando-se, fazendo-se sentir no amadurecimento dos frutos,
7 na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da estiagem, no
montar e descer das marés, na infância que se torna juventude
e na velhice que tateia a morte, na memória que vacila e na
10 canção que se perde a distância!
A humanidade não pode fugir ao sacrifício que o tempo
lhe exige. Para não perder esse encontro fatal com o fugitivo
13 criador-destruidor, essa mesma humanidade passou toda a sua
história criando sistemas, construindo aparelhos, conferindo
dados, apelando para os astros no esforço de conhecer, medir,
16 controlar e, se possível, prender o esguio, o inexorável aliado
e inimigo, auxiliar e carrasco — o tempo!
Hernani Donato. História do calendário. São
Paulo: Melhoramentos, 1976 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.
Infere-se do texto que a humanidade percebe a passagem do tempo e tenta, inclusive com o uso da ciência, medi-lo de diversas formas.
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1 Sim, são romances. Mas são tão reais, com tantos
detalhes e fatos minuciosos, que chegam a se parecer com
livros escritos por renomados pesquisadores de história — só
4 que narrados com sentimento e emoção. As prateleiras de
literatura estrangeira estão apinhadas desse tipo de obra, que os
fãs conhecem como romances históricos. A fronteira entre
7 história e ficção, de fato, é próxima nesse gênero literário, tanto
que, muitas vezes, até quem conhece o tema se confunde. A
verdade é que os autores dedicam anos à fase de pesquisa antes
10 de escrever sequer uma linha. O objetivo é claro: fazer com que
a obra mostre o retrato de uma época.
Revista da Cultura, n.º 38, p.30 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os próximos itens.
Com correção gramatical e sem prejuízo para o sentido pretendido no texto, a expressão “só que” (l.3-4) pode ser substituída por a menos que.
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1 Sim, são romances. Mas são tão reais, com tantos
detalhes e fatos minuciosos, que chegam a se parecer com
livros escritos por renomados pesquisadores de história — só
4 que narrados com sentimento e emoção. As prateleiras de
literatura estrangeira estão apinhadas desse tipo de obra, que os
fãs conhecem como romances históricos. A fronteira entre
7 história e ficção, de fato, é próxima nesse gênero literário, tanto
que, muitas vezes, até quem conhece o tema se confunde. A
verdade é que os autores dedicam anos à fase de pesquisa antes
10 de escrever sequer uma linha. O objetivo é claro: fazer com que
a obra mostre o retrato de uma época.
Revista da Cultura, n.º 38, p.30 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os próximos itens.
O romance histórico baseia-se sempre em fatos reais que são, segundo a criatividade do autor, organizados de modo a prender a atenção do leitor.
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