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Atenção: Para responder às questão de número, baseie-se no texto seguinte.
[Perguntas para o tempo]
A repetição pode acalmar e confortar, em nossa vida. Se a Natureza dança em um certo ritmo, talvez o mesmo se aplique a nós. Um tempo cíclico traz a promessa de um renascimento, estabelecendo uma conexão profunda entre o homem e o cosmos: nossa existência inseparável da do mundo. Por que não crer que a morte não seja o final, mas o início de uma nova existência? Que a vida se repete em cicios?
Vejo a dor de meus filhos quando tentam entender a passagem do tempo e o fim da vida. Lucian, que tinha seis anos quando escrevi estas linhas, pensa obsessivamente sobre a morte desde os quatro. A morte parece absurda quando o tempo é eterno. Lucian está convencido de que retornamos, só não sabe se retornamos a mesma pessoa ou outra. Sua preferência, claro, é que retornemos os mesmos, essencialmente revivendo a vida já conhecida ou, melhor ainda, revivendo-a por toda a eternidade. Caso contrário, como lidar com a perda da pessoa amada?
Com o coração partido, digo-lhe que o que ocorre conosco é o mesmo que ocorre com a formiga que ele esmaga casualmente sob seus pés. Lucian não se convence. "Como é que você sabe, papai?" "Não tenho certeza filho. Algumas pessoas acham que voltamos, outras que vamos para o Paraiso. O problema é que os que se foram não mandam noticias, não nos contam para onde foram e para onde vamos". A conversa costuma terminar num abraço bem apertado.
O tempo, linear ou ciclico, é uma medida de transformação. Em muitas narrativas míticas os deuses existem fora do tempo, nunca envelhecendo ou adoecendo, enquanto os humanos existem dentro do tempo, sujeitos aos caprichos de sua passagem. Olhamos a Natureza e queremos confiar em suas repetições, que parecem assegurar uma duração infinita. Mas de nada temos certeza. Disse Milan Kundera: "são perguntas sem resposta que definem os limites das possibilidades humanas, que descrevem as fronteiras da existência humana".
Uma expressão de sentido denotativo é seguida por uma figura de linguagem na frase:
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Atenção: Para responder às questão de número, baseie-se no texto seguinte.
[Perguntas para o tempo]
A repetição pode acalmar e confortar, em nossa vida. Se a Natureza dança em um certo ritmo, talvez o mesmo se aplique a nós. Um tempo cíclico traz a promessa de um renascimento, estabelecendo uma conexão profunda entre o homem e o cosmos: nossa existência inseparável da do mundo. Por que não crer que a morte não seja o final, mas o início de uma nova existência? Que a vida se repete em cicios?
Vejo a dor de meus filhos quando tentam entender a passagem do tempo e o fim da vida. Lucian, que tinha seis anos quando escrevi estas linhas, pensa obsessivamente sobre a morte desde os quatro. A morte parece absurda quando o tempo é eterno. Lucian está convencido de que retornamos, só não sabe se retornamos a mesma pessoa ou outra. Sua preferência, claro, é que retornemos os mesmos, essencialmente revivendo a vida já conhecida ou, melhor ainda, revivendo-a por toda a eternidade. Caso contrário, como lidar com a perda da pessoa amada?
Com o coração partido, digo-lhe que o que ocorre conosco é o mesmo que ocorre com a formiga que ele esmaga casualmente sob seus pés. Lucian não se convence. "Como é que você sabe, papai?" "Não tenho certeza filho. Algumas pessoas acham que voltamos, outras que vamos para o Paraiso. O problema é que os que se foram não mandam noticias, não nos contam para onde foram e para onde vamos". A conversa costuma terminar num abraço bem apertado.
O tempo, linear ou ciclico, é uma medida de transformação. Em muitas narrativas míticas os deuses existem fora do tempo, nunca envelhecendo ou adoecendo, enquanto os humanos existem dentro do tempo, sujeitos aos caprichos de sua passagem. Olhamos a Natureza e queremos confiar em suas repetições, que parecem assegurar uma duração infinita. Mas de nada temos certeza. Disse Milan Kundera: "são perguntas sem resposta que definem os limites das possibilidades humanas, que descrevem as fronteiras da existência humana".
Do que se afirma no 1° parágrafo depreende-se que o tempo repetitivo
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto serve a uma acusação como a um abono. Se você disser a uma pessoa que ela é muito limitada, ganhará um desafeto, sobretudo se for verdade. Mas dizer que alguém tem consciência de seus limites soará como um elogio. Agir na medida dos próprios limites é um traço de maturidade e sabedoria. Não queremos ser limitados. mas concordamos que é importante considerar o limite como um valor social.
Para um artista, por exemplo, torna-se imprescindível a busca e a conquista de um limite para sua arte. Sem limite, não pode haver forma estabelecida; sem uma forma estabelecida, não há arte. O escultor dará limites a uma pedra de mármore, o músico às notas de uma canção, o escritor, as palavras. A grande arte é a que sabe se expandir a partir do controle expressivo de seus limites.
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano. Atento aos nossos mais sensíveis limites humanos, encontrou e nos revelou a poesia grande das pequenas coisas e das criaturas humildes.
Na vida social, na ordem pública, a noção de limite é um dos fundamentos da própria sociabilidade. Os instrumentos da necessária manutenção dos limites civilizatórios são os preceitos jurídicos. Cabe aos agentes da ordem e da segurança social resguardá-los, assegurando seu cumprimento por todos. Contam, para isso, até mesmo com a possibilidade de recorrer à força, cujo emprego disciplinado não deixa de estar sujeito a precisos limites. É o reconhecimento do limite da força que legitima o combate a quem despreza quaisquer limites. Não será um mero jogo de palavras, certamente, afirmar que o limite da força é, em última análise, a força mesma do limite, sem o qual não sobreviveria nenhuma instituição humana criada para dar seguimento ao curso do processo civilizatório
Está inteiramente correto o emprego dos elementos sublinhados na frase:
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto serve a uma acusação como a um abono. Se você disser a uma pessoa que ela é muito limitada, ganhará um desafeto, sobretudo se for verdade. Mas dizer que alguém tem consciência de seus limites soará como um elogio. Agir na medida dos próprios limites é um traço de maturidade e sabedoria. Não queremos ser limitados. mas concordamos que é importante considerar o limite como um valor social.
Para um artista, por exemplo, torna-se imprescindível a busca e a conquista de um limite para sua arte. Sem limite, não pode haver forma estabelecida; sem uma forma estabelecida, não há arte. O escultor dará limites a uma pedra de mármore, o músico às notas de uma canção, o escritor, as palavras. A grande arte é a que sabe se expandir a partir do controle expressivo de seus limites.
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano. Atento aos nossos mais sensíveis limites humanos, encontrou e nos revelou a poesia grande das pequenas coisas e das criaturas humildes.
Na vida social, na ordem pública, a noção de limite é um dos fundamentos da própria sociabilidade. Os instrumentos da necessária manutenção dos limites civilizatórios são os preceitos jurídicos. Cabe aos agentes da ordem e da segurança social resguardá-los, assegurando seu cumprimento por todos. Contam, para isso, até mesmo com a possibilidade de recorrer à força, cujo emprego disciplinado não deixa de estar sujeito a precisos limites. É o reconhecimento do limite da força que legitima o combate a quem despreza quaisquer limites. Não será um mero jogo de palavras, certamente, afirmar que o limite da força é, em última análise, a força mesma do limite, sem o qual não sobreviveria nenhuma instituição humana criada para dar seguimento ao curso do processo civilizatório
Há plena observância das normas de concordância verbal na frase:
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto serve a uma acusação como a um abono. Se você disser a uma pessoa que ela é muito limitada, ganhará um desafeto, sobretudo se for verdade. Mas dizer que alguém tem consciência de seus limites soará como um elogio. Agir na medida dos próprios limites é um traço de maturidade e sabedoria. Não queremos ser limitados. mas concordamos que é importante considerar o limite como um valor social.
Para um artista, por exemplo, torna-se imprescindível a busca e a conquista de um limite para sua arte. Sem limite, não pode haver forma estabelecida; sem uma forma estabelecida, não há arte. O escultor dará limites a uma pedra de mármore, o músico às notas de uma canção, o escritor, as palavras. A grande arte é a que sabe se expandir a partir do controle expressivo de seus limites.
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano. Atento aos nossos mais sensíveis limites humanos, encontrou e nos revelou a poesia grande das pequenas coisas e das criaturas humildes.
Na vida social, na ordem pública, a noção de limite é um dos fundamentos da própria sociabilidade. Os instrumentos da necessária manutenção dos limites civilizatórios são os preceitos jurídicos. Cabe aos agentes da ordem e da segurança social resguardá-los, assegurando seu cumprimento por todos. Contam, para isso, até mesmo com a possibilidade de recorrer à força, cujo emprego disciplinado não deixa de estar sujeito a precisos limites. É o reconhecimento do limite da força que legitima o combate a quem despreza quaisquer limites. Não será um mero jogo de palavras, certamente, afirmar que o limite da força é, em última análise, a força mesma do limite, sem o qual não sobreviveria nenhuma instituição humana criada para dar seguimento ao curso do processo civilizatório
A grande arte é a que sabe se expandir a partir do controle expressivo de seus limites.
A frase acima ganhará nova redação, mantido seu sentido, caso assim se desenvolva:
O controle expressivo de seus limites
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto serve a uma acusação como a um abono. Se você disser a uma pessoa que ela é muito limitada, ganhará um desafeto, sobretudo se for verdade. Mas dizer que alguém tem consciência de seus limites soará como um elogio. Agir na medida dos próprios limites é um traço de maturidade e sabedoria. Não queremos ser limitados. mas concordamos que é importante considerar o limite como um valor social.
Para um artista, por exemplo, torna-se imprescindível a busca e a conquista de um limite para sua arte. Sem limite, não pode haver forma estabelecida; sem uma forma estabelecida, não há arte. O escultor dará limites a uma pedra de mármore, o músico às notas de uma canção, o escritor, as palavras. A grande arte é a que sabe se expandir a partir do controle expressivo de seus limites.
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano. Atento aos nossos mais sensíveis limites humanos, encontrou e nos revelou a poesia grande das pequenas coisas e das criaturas humildes.
Na vida social, na ordem pública, a noção de limite é um dos fundamentos da própria sociabilidade. Os instrumentos da necessária manutenção dos limites civilizatórios são os preceitos jurídicos. Cabe aos agentes da ordem e da segurança social resguardá-los, assegurando seu cumprimento por todos. Contam, para isso, até mesmo com a possibilidade de recorrer à força, cujo emprego disciplinado não deixa de estar sujeito a precisos limites. É o reconhecimento do limite da força que legitima o combate a quem despreza quaisquer limites. Não será um mero jogo de palavras, certamente, afirmar que o limite da força é, em última análise, a força mesma do limite, sem o qual não sobreviveria nenhuma instituição humana criada para dar seguimento ao curso do processo civilizatório
É correta e coerente, no contexto, a substituição do elemento sublinhado pelo elemento indicado entre parênteses em:
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto serve a uma acusação como a um abono. Se você disser a uma pessoa que ela é muito limitada, ganhará um desafeto, sobretudo se for verdade. Mas dizer que alguém tem consciência de seus limites soará como um elogio. Agir na medida dos próprios limites é um traço de maturidade e sabedoria. Não queremos ser limitados. mas concordamos que é importante considerar o limite como um valor social.
Para um artista, por exemplo, torna-se imprescindível a busca e a conquista de um limite para sua arte. Sem limite, não pode haver forma estabelecida; sem uma forma estabelecida, não há arte. O escultor dará limites a uma pedra de mármore, o músico às notas de uma canção, o escritor, as palavras. A grande arte é a que sabe se expandir a partir do controle expressivo de seus limites.
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano. Atento aos nossos mais sensíveis limites humanos, encontrou e nos revelou a poesia grande das pequenas coisas e das criaturas humildes.
Na vida social, na ordem pública, a noção de limite é um dos fundamentos da própria sociabilidade. Os instrumentos da necessária manutenção dos limites civilizatórios são os preceitos jurídicos. Cabe aos agentes da ordem e da segurança social resguardá-los, assegurando seu cumprimento por todos. Contam, para isso, até mesmo com a possibilidade de recorrer à força, cujo emprego disciplinado não deixa de estar sujeito a precisos limites. É o reconhecimento do limite da força que legitima o combate a quem despreza quaisquer limites. Não será um mero jogo de palavras, certamente, afirmar que o limite da força é, em última análise, a força mesma do limite, sem o qual não sobreviveria nenhuma instituição humana criada para dar seguimento ao curso do processo civilizatório
No quarto parágrafo, desenvolve-se o argumento de que na vida social, na ordem pública, o conceito de limite
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto serve a uma acusação como a um abono. Se você disser a uma pessoa que ela é muito limitada, ganhará um desafeto, sobretudo se for verdade. Mas dizer que alguém tem consciência de seus limites soará como um elogio. Agir na medida dos próprios limites é um traço de maturidade e sabedoria. Não queremos ser limitados. mas concordamos que é importante considerar o limite como um valor social.
Para um artista, por exemplo, torna-se imprescindível a busca e a conquista de um limite para sua arte. Sem limite, não pode haver forma estabelecida; sem uma forma estabelecida, não há arte. O escultor dará limites a uma pedra de mármore, o músico às notas de uma canção, o escritor, as palavras. A grande arte é a que sabe se expandir a partir do controle expressivo de seus limites.
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano. Atento aos nossos mais sensíveis limites humanos, encontrou e nos revelou a poesia grande das pequenas coisas e das criaturas humildes.
Na vida social, na ordem pública, a noção de limite é um dos fundamentos da própria sociabilidade. Os instrumentos da necessária manutenção dos limites civilizatórios são os preceitos jurídicos. Cabe aos agentes da ordem e da segurança social resguardá-los, assegurando seu cumprimento por todos. Contam, para isso, até mesmo com a possibilidade de recorrer à força, cujo emprego disciplinado não deixa de estar sujeito a precisos limites. É o reconhecimento do limite da força que legitima o combate a quem despreza quaisquer limites. Não será um mero jogo de palavras, certamente, afirmar que o limite da força é, em última análise, a força mesma do limite, sem o qual não sobreviveria nenhuma instituição humana criada para dar seguimento ao curso do processo civilizatório
Na prática das artes, como bem ilustra a poesia de Manuel Bandeira, a preocupação com o limite
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto
Para um artista, por exemplo, torna-se
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano.
Na vida social, na ordem pública, a
Podem ser contraditórias as atribuições de sentido ao conceito de limite, tal como ocorre quando se confrontam estes dois segmentos:
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A força do limite e o limite da força
Muitas vezes somos contraditórios. Nem sempre sabemos o que queremos, mudando de direção conforme mudam os ventos. Pense-se, por exemplo, nos usos que fazemos da palavra limite: ela tanto serve a uma acusação como a um abono. Se você disser a uma pessoa que ela é muito limitada, ganhará um desafeto, sobretudo se for verdade. Mas dizer que alguém tem consciência de seus limites soará como um elogio.
Para um artista, por exemplo, torna-se imprescindível a busca e a conquista de um limite para sua arte. Sem limite, não pode haver forma estabelecida; sem uma forma estabelecida, não há arte. O escultor dará limites a uma pedra de mármore, o músico às notas de uma canção, o escritor, as palavras. A grande arte é a que sabe
Há um exemplo célebre para essa última afirmação. O grande poeta Manuel Bandeira dizia-se um "poeta menor", devido à atenção que ele dava às coisas simples e poéticas do nosso cotidiano. Atento aos
Na vida social, na ordem pública, a noção de limite é um dos fundamentos da própria sociabilidade. Os
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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