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Texto CB2A1AAA
1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,
bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,
muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas
4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais
converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para
produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O
7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas
estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,
plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se
10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do
engenho, exclusivamente reservadas para a família do
plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais
13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os
cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.
A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da
16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou
rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,
como de costume, simétricas à miséria da maioria da
19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.
Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de
comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”
22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou
pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A
falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a
25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em
sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a
herança da monocultura do açúcar.
Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).
Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.
O texto afirma que a redução das plantações de frutas a pequenas hortas, ainda no período colonial, foi o fator que mais contribuiu para a subnutrição crônica verificada na população nordestina em geral.
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Texto CB2A1AAA
1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,
bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,
muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas
4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais
converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para
produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O
7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas
estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,
plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se
10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do
engenho, exclusivamente reservadas para a família do
plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais
13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os
cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.
A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da
16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou
rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,
como de costume, simétricas à miséria da maioria da
19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.
Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de
comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”
22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou
pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A
falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a
25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em
sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a
herança da monocultura do açúcar.
Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).
Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.
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Texto CB2A1AAA
1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,
bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,
muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas
4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais
converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para
produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O
7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas
estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,
plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se
10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do
engenho, exclusivamente reservadas para a família do
plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais
13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os
cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.
A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da
16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou
rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,
como de costume, simétricas à miséria da maioria da
19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.
Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de
comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”
22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou
pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A
falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a
25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em
sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a
herança da monocultura do açúcar.
Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).
Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.
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Texto CB2A1AAA
1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,
bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,
muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas
4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais
converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para
produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O
7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas
estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,
plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se
10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do
engenho, exclusivamente reservadas para a família do
plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais
13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os
cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.
A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da
16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou
rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,
como de costume, simétricas à miséria da maioria da
19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.
Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de
comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”
22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou
pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A
falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a
25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em
sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a
herança da monocultura do açúcar.
Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).
Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.
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Texto CB2A1AAA
1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,
bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,
muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas
4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais
converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para
produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O
7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas
estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,
plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se
10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do
engenho, exclusivamente reservadas para a família do
plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais
13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os
cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.
A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da
16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou
rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,
como de costume, simétricas à miséria da maioria da
19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.
Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de
comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”
22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou
pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A
falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a
25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em
sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a
herança da monocultura do açúcar.
Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).
Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.
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A figura a seguir mostra o esquema usado por uma corporação do corpo de bombeiros para debelar um incêndio na vegetação de um extenso terreno quadrado.

Em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, cuja unidade de medida é o quilômetro, o terreno tem vértices nos pontos A = (–10, –10), B = (–10, –10), C = (–10, –10) e D = (–10, –10). A frente de bombeiros, formada por homens com abafadores e bombas costais, avança debelando o incêndio a partir do ponto D, caminhando sempre sobre retas paralelas à reta y = x.
A respeito dessa situação, julgue os próximos itens.
No momento em que a frente de bombeiros estiver sobre a reta de equação x - y + 2 = 0, restarão, ainda, mais de 230 km2 de área de vegetação a ser livrada do fogo.
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A figura a seguir mostra o esquema usado por uma corporação do corpo de bombeiros para debelar um incêndio na vegetação de um extenso terreno quadrado.

Em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais xOy, cuja unidade de medida é o quilômetro, o terreno tem vértices nos pontos A = (–10, –10), B = (–10, –10), C = (–10, –10) e D = (–10, –10). A frente de bombeiros, formada por homens com abafadores e bombas costais, avança debelando o incêndio a partir do ponto D, caminhando sempre sobre retas paralelas à reta y = x.
A respeito dessa situação, julgue os próximos itens.
Considere que, depois de debelado o incêndio, visando proteger a área, o proprietário resolva cercá-la, inserindo-a em um círculo cujo centro se encontre no centro do terreno. Nesse caso, considerando-se 4,44 como valor aproximado para !$ \pi !$ !$ \sqrt{2} !$ cada volta de arame farpado a ser usado na cerca terá comprimento superior a 88 km.
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