Foram encontradas 40 questões.
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades,
mostra estudo
O Relatório do Observatório Brasileiro das
Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano
de 2025, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para
análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
Norte e Nordeste.
Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a
indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
humano com base exclusivamente em indicadores
econômicos de saúde e educação.
"Os números médios escondem uma realidade
mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo,
profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025
(adaptado)
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Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades,
mostra estudo
O Relatório do Observatório Brasileiro das
Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano
de 2025, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para
análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
Norte e Nordeste.
Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a
indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
humano com base exclusivamente em indicadores
econômicos de saúde e educação.
"Os números médios escondem uma realidade
mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo,
profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades,
mostra estudo
O Relatório do Observatório Brasileiro das
Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano
de 2025, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para
análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
Norte e Nordeste.
Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a
indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
humano com base exclusivamente em indicadores
econômicos de saúde e educação.
"Os números médios escondem uma realidade
mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo,
profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025
(adaptado)
Se o crescimento econômico ______ de forma mais equilibrada, as disparidades históricas de renda e gênero _________ ser reduzidas com maior velocidade.
Para manter a CORRETA correlação entre tempos e modos verbais no período hipotético acima, preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano
de 2025, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para
análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
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Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
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indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
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análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
Norte e Nordeste.
Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a
indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
humano com base exclusivamente em indicadores
econômicos de saúde e educação.
"Os números médios escondem uma realidade
mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo,
profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
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análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
Norte e Nordeste.
Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a
indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
humano com base exclusivamente em indicadores
econômicos de saúde e educação.
"Os números médios escondem uma realidade
mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo,
profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025
(adaptado)
...ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens; agravamento da concentração da renda; tributação menor conforme a renda é maior...
A partir desse trecho, depreende-se ou subentende-se que:
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Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano
de 2025, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para
análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
Norte e Nordeste.
Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a
indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
humano com base exclusivamente em indicadores
econômicos de saúde e educação.
"Os números médios escondem uma realidade
mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo,
profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025
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Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no ano
de 2025, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para
análise do processo de enfrentamento das desigualdades.
Os avanços apontados pelo estudo são relativos,
principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do
mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior
segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.
Índices de saúde - como redução da desnutrição
infantil e de idosos; educação - como queda do
analfabetismo; e segurança - como redução da taxa de
homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também
melhoraram. Do total de indicadores analisados, oito
pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras
estão: ampliação do número de mulheres que recebem
remuneração inferior à dos homens; agravamento da
concentração da renda; tributação menor conforme a renda
é maior; condições mais desfavoráveis à população negra;
aumento da concentração dos piores indicadores sociais no
Norte e Nordeste.
Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores
que apresentaram piora revelam que os principais
mecanismos de reprodução das desigualdades
permanecem ativos.
"O crescimento econômico beneficiou diferentes
grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as
disparidades históricas de renda, gênero, raça e território",
destaca o relatório.
O relatório publicado neste ano é a quarta edição.
O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz
análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de
algumas bases de dados não atualizadas anualmente. Um
exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de
Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com
transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é
o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado
em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.
Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional
pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a
indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025
não interfere no comparativo com as edições anteriores do
relatório.
"Nesses casos, a gente olha o dado em comparação
com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um
viés de tempo. Os indicadores que a gente acompanha já
indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de
relatórios".
No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa,
coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil, avalia que
a análise dos indicadores contribui para um
aprofundamento de índices divulgados por diversas
organizações e vão além do conceito de desenvolvimento
humano com base exclusivamente em indicadores
econômicos de saúde e educação.
"Os números médios escondem uma realidade
mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo,
profundamente desiguais", destaca.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-
08/familias-brasileiras-perderam-r-625-bilhoes-para-bets-em-2025
(adaptado)
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4261738
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Silveira Martins-RS
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Silveira Martins-RS
Provas:
Um fundo especial de provisão alocou um
capital de R$ 45.000,00 em uma aplicação financeira remunerada pelo regime de juros simples com taxa de 1,2%
ao mês. Sabendo que o investimento permaneceu ativo
sem novos aportes ou retiradas durante um período exato
de 1 ano e 8 meses, qual foi o valor total do montante
resgatado ao final da vigência dessa aplicação para uso em
manutenções programadas da estrutura?
Provas
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4261737
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Silveira Martins-RS
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Silveira Martins-RS
Provas:
Um contrato de prestação de serviços continuados no valor inicial de R$ 180.000,00 sofreu um reajuste de acréscimo de 15% devido à inflação acumulada
no primeiro ano. No segundo ano, em virtude de renegociações e corte de despesas, o novo valor consolidado obteve uma redução de 10% sobre o montante então vigente. Após a aplicação sucessiva dessas duas alterações
contratuais, qual passou a ser o valor final consolidado do
contrato?
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