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Foram encontradas 65 questões.

796455 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Observe a frase abaixo e as afirmações que são feitas sobre ela:
Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
I. ‘Seu’ é um substantivo que significa senhor, sendo utilizado diante de palavra designativa de profissão.
II. Só é possível compreender a frase caso o leitor seja um usuário avançado de Excel.
III. Para compreender ‘Excel’, é preciso ativar um conhecimento de mundo, exterior ao texto.
Quais estão corretas?
 

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793704 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Segundo o Art. 78 do referido Estatuto, não terá direito a férias o servidor que, no curso do período aquisitivo:

 

I. Houver tido mais de 25 faltas ao serviço.

 

II. Permanecer em gozo de licença remunerada, por mais de 30 dias.

 

III. Permanecer em gozo de licença para tratar de interesse particular, por mais de 30 dias.

 

Quais estão corretas?

 

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791902 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Analise as afirmações abaixo sobre as ideias contidas no texto:
I. Será possível em poucos anos construir um computador que seja mais esperto e consiga simular o funcionamento completo do cérebro humano.
II. A metáfora do cérebro humano como computador é algo entendido como certo e indiscutível por muitas pessoas.
III. É preciso ir além de algoritmos matemáticos para compreender o cérebro humano: deve-se tentar entender o papel de outros itens, como contexto, emoções e utilização das informações recebidas.
Quais estão INCORRETAS?
 

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791092 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer(I) que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador(II), o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina(III) em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Analise as propostas de alteração de palavras do texto.
I. ‘crer’ por ‘crença’.
II. ‘computador’ por ‘máquina’.
III. ‘máquina’ por ‘computador’.
Quais criam condições para o uso da crase?
 

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790398 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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De acordo com o Art. 69 do referido Estatuto, será considerado de efetivo exercício, sem prejuízo de vencimentos ou remuneração, ou de qualquer direito ou vantagem legal, o afastamento em virtude de, EXCETO:

 

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790255 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Sobre o Internet Explorer 9, analise as assertivas abaixo:
I. É possível fazer pesquisas diretamente na Barra de endereços. Ao inserir um termo de pesquisa ou um endereço incompleto, iniciará uma pesquisa no mecanismo de pesquisa selecionado.
II. Ao fazer pesquisas na Barra de endereços, é possível abrir uma página de resultados da pesquisa ou o primeiro resultado da pesquisa, se o provedor de pesquisa selecionado der suporte para esse recurso.
III. A Barra de endereços do Internet Explorer 9 é utilizada somente para acessar domínios de Internet, não tratando expressões ou endereços lógicos do Windows.
Quais estão corretas?
 

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776177 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Considerando o Microsoft Word 2010 na sua configuração padrão, em português, analise as assertivas abaixo sobre as funções de contagem de palavras.
I. Para contar as palavras em várias caixas de texto, pressione e mantenha pressionada a tecla Ctrl enquanto seleciona os textos de todas as caixas que deseja contar. O recurso contar palavras adiciona automaticamente o número total de palavras selecionadas nas caixas de texto.
II. A barra de status exibe o número de palavras da seleção. Por exemplo, 100/1.440 significa que a seção possui 100 das 1.440 palavras do documento.
III. O Microsoft Word 2010 está preparado para exibir somente a quantidade total de palavras da página na barra de status.
Quais estão corretas?
 

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768199 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto ________ outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que __________. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e ____________ o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas.
 

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767206 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento(I), isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados(II), como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável(III) é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Analise as assertivas abaixo sobre formação de palavras:
I. A palavra ‘deslumbramento’ é formada por derivação sufixal.
II. ‘inalterados’ é formada por derivação parassintética.
III. Em ‘computável’, há um caso de formação prefixal e sufixal.
Quais estão INCORRETAS?
 

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765607 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS

Em relação à modalidade de licitação denominada pregão eletrônico, analise as assertivas a seguir:

 

I. Será utilizada exclusivamente para bens e serviços comuns da União e Distrito Federal.

 

II. Uma das condições para a participação do certame é a aquisição do edital pelos licitantes.

 

III. O prazo da validade das propostas é de 60 (sessenta) dias, mas outro prazo pode ser fixado no edital.

 

Quais estão corretas?

 

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