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Foram encontradas 40 questões.

112488 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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De acordo com a sequência a seguir, caso o padrão de formação permaneça, pode-se afirmar que o valor de C - P sendo C o 10° elemento dessa sequência e P o 13° elemento dessa mesma sequência, é um número:
1; 4; 8; 8; 15; 16; 22; 32;...
 

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112487 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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Heitor trabalha há 3 anos na Prefeitura de Santa Maria Madalena. Sobre Heitor pode-se considerar verdadeiros os seguintes argumentos:
-Ou Heitor está trabalhando, ou ele viaja com a família; - Se Heitor está trabalhando, então certamente ele elaborou alguns relatórios; - Se Heitor elaborou alguns relatórios, então ele vai sair cedo do trabalho; - Se Heitor sair cedo do trabalho, ele não fecha as planilhas administrativas; - Se Heitor não prepara as planilhas administrativas, ele adia a reunião semanal.
Heitor não adiou a reunião semanal. Neste caso, pode-se deduzir que Heitor:
 

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112486 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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No estudo do Raciocínio Lógico, proposição é o nome atribuído a uma sentença julgada como verdadeira (V) ou falsa (F ) não podendo possuir os valores lógicos V e F simultaneamente.Geralmente as proposições simples são representadas por P, Q, R etc., e as proposições compostas são expressões da forma P v Q,~P∧ (Q → R), [(~P) ↔ Q] V R, R ↔ (~Q) etc.
Analisando todos os possíveis valores lógicos entre as proposições P e Q, assinale a única alternativa que contém uma tautologia para as proposições compostas, a seguir.
 

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112484 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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Acerca do regime jurídico dos servidores públicos do município de Santa Maria Madalena, pode-se afirmar:
 

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112481 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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Aos servidores públicos civis ficam assegurados, além de outros que a lei estabelecer, os seguintes direitos, nos moldes da Lei Orgânica do Município de Santa Maria Madalena:
 

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112479 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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Sobre o Vencimento e a Remuneração do servidor público, nos term os da Lei Complementar n° 002/2003, assinale a assertiva correta.
 

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112471 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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Em uma reunião, realizada na Prefeitura de Santa Maria Madalena, para decidir sobre alguns gastos públicos, estavam presentes: o prefeito, o vice-prefeito, três secretários municipais e um deputado. Considerando que todos os presentes citados sentaram-se em torno de uma mesa circular e que o prefeito sentou-se ao lado do vice-prefeito, de quantas maneiras distintas estas pessoas poderiam estar organizadas nessa mesa?
 

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112470 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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Um exame de seleção para uma vaga de estágio foi composto por 10 questões de múltipla escolha, todas com 5 alternativas distintas para a possível resposta, na qual, para cada questão, admitia-se um gabarito único, ou seja, uma única alternativa correta. Para cumprir as condições impostas pelo manual do candidato, aquele que marcasse para uma única questão duas ou mais alternativas ou deixasse as cinco opções sem marcação, seria desclassificado do exame de seleção por critério de marcação, sem direito a recursos. Ao efetuar a leitura óptica dos cartões-resposta dos candidatos, notou-se que dois deles, A e B, marcaram a mesma opção de resposta nas 10 questões propostas, errando todas. Neste caso, se ambos marcaram aleatoriamente os seus cartões-resposta, por não conseguirem resolver nenhum a das 10 questões e não foram desclassificados pelo critério de marcação, calcule a probabilidade de ocorrência desta incrível coincidência, entre as respostas dos candidatos A e B nas 10 questões, sabendo-se que não houve nenhuma comunicação entre eles.
 

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112465 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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As boas almas

Quase todas as manhãs vejo o senhor que sobe a última quadra da rua das Palmeiras com um saquinho de supermercado na mão e para na praça Marechal. É recebido por uma revoada rasante de pombos, cuja euforia alada logo atrai outros, mais de uma centena, e o senhor murmura “calma, calma”, enquanto enfia a mão no saco plástico e atira no chão de terra do playground punhados de farelos de pão e de milho misturados, até esgotar o saco, que sacode de cabeça para baixo sobre as cabeças e bicos atarefados. Observa a cena por algum tempo, com ar satisfeito, depois volta para casa.

Os bichos da rua têm muitos amigos na cidade enorme. Perto dali, no Parque de Água Branca, ou mais longe, no Parque do Piqueri, ou no Centro, na Praça Ramos, senhoras suaves levam iscas para os gatos, que as rodeiam com miados de boa tarde e obrigado, oh, muito obrigado. Talvez isso os torne meio relapsos na caça aos ratos, mas nem adianta dizê-lo à aposentada dona Lourdes, no Piqueri, pois nada mudaria sua rotina de juntar restos de cozinha e caminhas de açougue, cozinhar com um pouco de tempero, “só para dar um gostinho”, e promover o vesperal banquete.

Os cães vadios não se organizam em comunidades, como os gatos. Batem perna pelas calçadas até encontrar um catador de papel ou um m orador de rua precisado de companhia. Reconhecem-se num só olhar. Aquecem um ao outro no inverno, um morno abraço de carentes. De dia o cão come da comida que o homem arruma, de noite retribui rosnando contra invasores. Em caso de escassez de alimentos, a preferência é sempre do cão. Ao cuidar dele, o homem compensa o seu próprio abandono, torna-se um provedor, responsável por alguém mais necessitado e desamparado. Poder dar é a sua riqueza naquele momento. Mais do que riqueza: é a recuperação da sua humanidade.

Se um desses cães sem dono de pelo em embaçado encosta em um portão, acaba encontrando alguém que lhe chega uns restos, e vai ficando por ali, e seu pelo com o tempo brilha agradecido, e ele se torna valente guardião daquela porta. Cães não gostam de ficar devendo obrigação.

Peixes e marrecos engordam nos lagos dos parques públicos, mimados pelos visitantes. No zoo é preciso coibir a compulsão dos alimentadores. No Simba Safári, macacos fazem piquenique sobre os carros. Há quem plante pitangueira no quintal, ou goiabeira, só para farra de passarinhos. Até pardais encontram quireras de afeto. A cidade é o grande albergue das espécies vagabundas.

Numa destas manhãs em que me senti desocupado como esses bichos, segui o senhor dos pombos até a praça. Eles já o conheciam bem, talvez o esperassem. Apreciei os gestos cada vez mais largos com que ele procurava atirar o farelo para os pombos mais afastados, a fim de evitar disputas. Onde não há para todos, sabe-se, a civilidade desaparece. Falei com ele, naquele momento final em que apenas parecia apreciá-los, sorrindo da sua voracidade, e fiquei surpreso ao ouvi-lo dizer que não gostava de pombos.

- Tenho horror da sujeira que fazem nos beirais dos prédios, nas calçadas.

- Por que dá comida para eles, então?

- Não é pela comida. Ponho anticoncepcional no farelo para ver se desaparecem aos poucos.

Ivan Angelo. Acontece na cidade. São Paulo: Ática, 2005.p.69-70

Assinale a opção em que se identifica a figura de linguagem presente em: “A cidade é o grande albergue das espécies vagabundas."
 

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112461 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Santa Maria Madalena-RJ
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As boas almas

Quase todas as manhãs vejo o senhor que sobe a última quadra da rua das Palmeiras com um saquinho de supermercado na mão e para na praça Marechal. É recebido por uma revoada rasante de pombos, cuja euforia alada logo atrai outros, mais de uma centena, e o senhor murmura “calma, calma”, enquanto enfia a mão no saco plástico e atira no chão de terra do playground punhados de farelos de pão e de milho misturados, até esgotar o saco, que sacode de cabeça para baixo sobre as cabeças e bicos atarefados. Observa a cena por algum tempo, com ar satisfeito, depois volta para casa.

Os bichos da rua têm muitos amigos na cidade enorme. Perto dali, no Parque de Água Branca, ou mais longe, no Parque do Piqueri, ou no Centro, na Praça Ramos, senhoras suaves levam iscas para os gatos, que as rodeiam com miados de boa tarde e obrigado, oh, muito obrigado. Talvez isso os torne meio relapsos na caça aos ratos, mas nem adianta dizê-lo à aposentada dona Lourdes, no Piqueri, pois nada mudaria sua rotina de juntar restos de cozinha e caminhas de açougue, cozinhar com um pouco de tempero, “só para dar um gostinho”, e promover o vesperal banquete.

Os cães vadios não se organizam em comunidades, como os gatos. Batem perna pelas calçadas até encontrar um catador de papel ou um m orador de rua precisado de companhia. Reconhecem-se num só olhar. Aquecem um ao outro no inverno, um morno abraço de carentes. De dia o cão come da comida que o homem arruma, de noite retribui rosnando contra invasores. Em caso de escassez de alimentos, a preferência é sempre do cão. Ao cuidar dele, o homem compensa o seu próprio abandono, torna-se um provedor, responsável por alguém mais necessitado e desamparado. Poder dar é a sua riqueza naquele momento. Mais do que riqueza: é a recuperação da sua humanidade.

Se um desses cães sem dono de pelo em embaçado encosta em um portão, acaba encontrando alguém que lhe chega uns restos, e vai ficando por ali, e seu pelo com o tempo brilha agradecido, e ele se torna valente guardião daquela porta. Cães não gostam de ficar devendo obrigação.

Peixes e marrecos engordam nos lagos dos parques públicos, mimados pelos visitantes. No zoo é preciso coibir a compulsão dos alimentadores. No Simba Safári, macacos fazem piquenique sobre os carros. Há quem plante pitangueira no quintal, ou goiabeira, só para farra de passarinhos. Até pardais encontram quireras de afeto. A cidade é o grande albergue das espécies vagabundas.

Numa destas manhãs em que me senti desocupado como esses bichos, segui o senhor dos pombos até a praça. Eles já o conheciam bem, talvez o esperassem. Apreciei os gestos cada vez mais largos com que ele procurava atirar o farelo para os pombos mais afastados, a fim de evitar disputas. Onde não há para todos, sabe-se, a civilidade desaparece. Falei com ele, naquele momento final em que apenas parecia apreciá-los, sorrindo da sua voracidade, e fiquei surpreso ao ouvi-lo dizer que não gostava de pombos.

- Tenho horror da sujeira que fazem nos beirais dos prédios, nas calçadas.

- Por que dá comida para eles, então?

- Não é pela comida. Ponho anticoncepcional no farelo para ver se desaparecem aos poucos.

Ivan Angelo. Acontece na cidade. São Paulo: Ática, 2005.p.69-70

A oração destacada em: “até esgotar o saco, QUE SACODE DE CABEÇA PARA BAIXO SOBRE AS CABEÇAS E BICOS ATAREFADOS.” classifica-se como subordinada:
 

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