O Presidente da Câmara Municipal, por não concordar com a
ideologia religiosa ligada ao candomblé de Vitor, servidor público
ocupante de cargo efetivo da Câmara, expediu ato de remoção
do servidor. Inconformado, Vitor ajuizou ação judicial alegando e
comprovando a verdadeira circunstância fática que motivou sua
remoção.
João, servidor público municipal, ocupando o cargo de provimento efetivo de auxiliar de escritório, após anos de estudo, logrou êxito em ser aprovado em concurso público de provas e títulos para o cargo público federal de auxiliar de almoxarife. Ao comparecer à repartição federal, requereu que fosse reconhecido o seu direito a acumular os cargos públicos, bem como que o tempo de contribuição previdenciária municipal fosse computado no plano federal.
À luz da sistemática constitucional, o requerimento de João deve ser:
Em algumas situações, quando um bem ou serviço é adquirido com muita frequência pela Administração Pública, o poder público licita para registrar os preços, para o caso de eventual contratação posterior.
Determinada Câmara Municipal criou cinco cargos em comissão de Assessor Administrativo de Ouvidoria, para exercício de funções meramente técnicas e burocráticas, sem caráter de direção, chefia ou assessoramento. Todos os cargos foram providos por pessoas não concursadas, mediante livre nomeação do Presidente da Câmara.
Em tema de penalidades administrativas aplicadas no bojo de contratos administrativos, a Lei nº 8.666/93 estabelece que, pela inexecução total ou parcial do contrato, a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado sanções, como o(a):
Determinado ente criado por lei tem personalidade jurídica de
direito público, desempenha atividade típica de Estado e não
fiscaliza o exercício profissional de nenhuma categoria. Após
amplos debates, sua diretoria deliberou que não mais realizaria
concursos públicos, o que “burocratizava” muito a contratação de
pessoal, mas realizaria licitações.
À luz da sistemática constitucional, esse ente tem a natureza
jurídica de:
Márcia obteve do Município de Salvador licença para funcionamento de uma pousada. Ocorre que, durante o prazo de validade da licença, Márcia modificou a finalidade do empreendimento, que passou a funcionar como uma casa de festas, sem comunicação, ciência e autorização do poder público. Após regular processo administrativo, a autoridade municipal competente extinguiu o ato administrativo de licença, mediante sua:
José, servidor público da Câmara Municipal, no exercício da
função pública, ao impulsionar um processo administrativo,
mediante a prática de um ato administrativo, lançou nos autos
uma certidão, quando deveria ter feito um simples termo de
informação.
Com base na doutrina de Direito Administrativo, no caso em tela,
aplica-se o princípio do processo administrativo:
Determinado Governador nomeou o irmão do Presidente da
Assembleia Legislativa do mesmo Estado para exercer cargo em
comissão em seu gabinete. Em troca, o Deputado Estadual que
exerce a presidência da casa parlamentar nomeou a irmã de tal
Governador para cargo em comissão, não por critérios técnicos e
sim para completar a designação recíproca.
Na hipótese em tela, ambos os agentes políticos desrespeitaram
a súmula vinculante do STF que veda o nepotismo cruzado e
violaram diretamente o princípio informativo expresso da
administração pública da:
Almir, servidor público da Câmara Municipal de Salvador e
membro da comissão permanente de licitação, valendo-se de seu
cargo, em conluio com seu amigo Adir, que não é servidor
público, frustrou a licitude de processo licitatório no âmbito do
legislativo municipal. A fraude praticada fez com que a sociedade
empresária de que Adir é sócio-administrador saísse vencedora
no certame e celebrasse contrato superfaturado.
Na hipótese descrita, no que concerne ao sujeito ativo do ato
de improbidade administrativa, de acordo com as disposições
da Lei nº 8.429/92: