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Foram encontradas 80 questões.

370471 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão 35 baseia-se nas Figuras A e B, do Word 2007. Sobre a Figura A, considere os seguintes aspectos: (1) a seta nº 2 aponta para um texto que se encontra selecionado; e (2) logo acima dessa Figura, destacaram-se e ampliaram-se alguns ícones, de modo a facilitar a visualização e a resolução da questão. Sobre a Figura B considere os seguintes detalhes: (1) ela mostra, intencionalmente, apenas, parte da caixa de diálogo "Modificar estilo"; (2) essa caixa de diálogo foi ativada a partir da Figura A e mostra algumas configurações que estão ativas no Word 2007; e (3) sabe-se que nessa caixa de diálogo, está marcada a caixa "Adicionar a lista de Estilos Rápidos" e selecionada a opção "Apenas neste documento", as quais, intencionalmente, não estão sendo exibidas nessa Figura.
Enunciado 370471-1
Figura A - Janela principal do Word 2007
Enunciado 370471-2
Figura B - Caixa de diálogo "Modificar estilo"
Na Figura A, do Word 2007, dando-se um clique, com o botão esquerdo do mouse, sobre o ícone apontado pela seta nº 1, pode-se afirmar que a área de trabalho, desse editor de texto, será exibida da seguinte forma:
 

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370426 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações à criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e a nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar a criança que fomos e nos ajudar a sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
Assinale a alternativa na qual a conjunção “como” tem equivalência semântica ao seu emprego na oração “como se fosse uma resposta absoluta”.
 

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369423 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Considerando as regras da Constituição da República Federativa do Brasil sobre os Direitos Sociais, analise as seguintes afirmativas:

I. É vedada a redução de salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo.

II. A duração do trabalho normal não deverá ser superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais.

III. As férias serão remuneradas com pelo menos um terço a mais que o salário normal.

Quais estão corretas?

 

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357050 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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O fotojornalismo teve uma influência estética e temática muito importante, derivada de projetos de documentação social desenvolvidos por fotógrafos americanos no começo do séc. XX. Entre as alternativas abaixo, qual indica trabalhos ou fotógrafos que desenvolveram atividades relacionadas a questões sociais nos Estados Unidos?
 

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357027 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se na Figura, do Word 2007, sobre a qual devem ser considerados os seguintes detalhes: (1) ela mostra, intencionalmente, apenas parte da janela principal do Word 2007; (2) elaborou-se, nessa janela, um documento; e (3) inseriu-se intencionalmente, no local apontado pela seta nº 1, um retângulo, de modo a ocultar os nomes existentes nesses locais.
Enunciado 357027-1
Figura – Janela principal do Word 2007
Após observar o documento elaborado no Word 2007, mostrado na Figura, pode-se afirmar que ele está sendo exibido no modo:
 

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355940 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Segundo Luiz Costa Pereira Junior (2006), as decisões editoriais estão embasadas em determinados “filtros” nem sempre objetivos. Esta forma de controle da informação a ser veiculada é denominada
 

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355311 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Entre as características de um filtro polarizador, é INCORRETO afirmar que:
 

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354911 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações à criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e a nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar a criança que fomos e nos ajudar a sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
Considerando as relações entre os termos no período composto, analise as seguintes assertivas:
I. Em “É difícil não sentir esperança.” temos uma oração com sujeito indeterminado.
II. Na linha 06, o substantivo “possibilidade” tem seu sentido complementado por oração subordinada completiva nominal reduzida de infinitivo.
III. Nas linhas 17 a 19, a oração “que nunca estamos realmente prontos” exerce a função de objeto direto da oração cujo verbo é “saiba”.
Quais estão corretas?
 

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354022 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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No livro Realidades e Ficções na Trama Fotográfica, Boris Kossoy escreve sobre o trabalho do fotógrafo e suas repercussões na produção de imagens, que:
"Na realidade a técnica permite ao fotógrafo articular a relação fragmentação/congelamento cultural e expressivamente – em seu processo de criação – no ato da tomada da foto: no instante da gravação do registro, isto é, quando se dá a materialização documental da imagem fotográfica no espaço e no tempo.
O fotógrafo, pois, em função de seu repertório pessoal e de seus filtros individuais e, apoiado nos recursos oferecidos pela tecnologia, produz a imagem a partir de um assunto determinado. A interpretação final, entretanto, ainda sofrerá interferências ao longo do processamento e elaboração final da imagem, seja no laboratório químico convencional, seja no eletrônico nas suas diversificadas formas. A imagem fotográfica é, enfim, uma representação resultante do processo de criação/construção do fotógrafo.
As possibilidades de o fotógrafo interferir na imagem – e portanto na configuração própria do assunto no contexto da realidade – existem desde a invenção da fotografia. Dramatizando ou valorizando esteticamente os cenários, deformando a aparência de seus retratados, alterando o realismo físico da natureza e das coisas, omitindo ou introduzindo detalhes, o fotógrafo sempre manipulou seus temas de alguma forma (...). Entre o assunto e sua imagem materializada ocorreu uma sucessão de interferências ao nível da expressão que alteraram a informação primeira”.
De acordo com o texto acima, avalie as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) A fotografia tem uma relação de expressão com sua “informação primeira”, porém sempre alterada.
( ) A fotografia, em função da materialidade do registro e por sua característica de representação a partir do real, nunca é indício de documento.
( ) Foi a passagem para o laboratório digital que possibilitou ao fotógrafo a manipulação de assuntos nas imagens fotográficas.
( ) As dimensões do espaço e tempo de uma imagem fotográfica são determinadas somente no momento da sua captura.
( ) A imagem fotográfica, diferentemente da pintura, está pronta no momento imediato à sua obtenção.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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352828 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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De acordo com a figura abaixo, é correto afirmar, com relação à configuração de balanço de branco para a cena, que:
Enunciado 352828-1
I. A área à esquerda é iluminada pelo sol e pelo céu, gerando uma luz do dia padrão para filmes tipo daylight.
II. A área à direita da imagem, se fotografada com um padrão de filme daylight, tenderá a uma padronização azulada para os objetos em cena.
III. Usando um filme tipo daylight, a imagem terá um padrão de cor semelhante em toda a cena.
Quais estão corretas?
 

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