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Foram encontradas 40 questões.

2085586 Ano: 2021
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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“Consiste em uma memória pequena e rápida que atua como um buffer para a memória DRAM. É construído usando uma tecnologia de memória diferente, Memória de Acesso Aleatório Estática (SRAM). A SRAM é mais rápida, mas menos densa e, portanto, mais cara do que a DRAM.”
O texto acima está se referindo a qual tipo de memória?
 

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2085585 Ano: 2021
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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“Um dispositivo de armazenamento é uma peça de hardware que é usada principalmente para armazenar dados. Cada desktop, laptop, tablet e smartphone terá algum tipo de dispositivo de armazenamento dentro dele, e você também pode obter unidades de armazenamento externas independentes que podem ser usadas em vários dispositivos.”
Fonte: Dropbox. Disponível em: https://www.dropbox.com/pt_BR/business/resources/storage-devices.
A respeito do tema, analise as afirmativas a seguir:
I. Quando você está trabalhando em um arquivo em seu computador, ele armazena temporariamente dados em sua EPROM. A EPROM permite que você execute tarefas diárias, como abrir aplicativos, carregar páginas das eletrônicas da Web, editar um documento ou jogar. II. A RAM é uma memória volátil, o que significa que não pode armazenar informações quando o sistema for desligado. Por exemplo, se você copiar um bloco de texto, reiniciar o computador e tentar colar esse bloco de texto em um documento, verá que o texto copiado “apagou”. III. As Unidades de Estado Sólido, SSD em inglês, surgiram muito mais recentemente, nos anos 90. Os SSDs dependem de ímãs e discos, e utilizam-se de um tipo de memória flash chamado NAND.
É correto o que se afirma
 

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2078697 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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A Internet trabalha com diversos protocolos, que são um conjunto de normas que permite que máquinas conectadas à Internet possam se comunicar com outras também conectadas à rede. Com isso, os usuários conseguem enviar e receber mensagens, acessar arquivos e domínios na web. Assinale a alternativa correta sobre os protocolos utilizados na Internet.
 

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2078696 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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O pacote de aplicativos Office, da Microsoft, oferece uma série de programas para uso em casa e escritórios que são específicos para tarefas como edição de textos, gerenciamento de planilhas e apresentações de slides. Sobre esses programas, assinale a alternativa correta.
 

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2076770 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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Uma apresentação musical foi realizada em um espaço com as seguintes dimensões: 250 m por 43,2 m. Para cada 4 m2 havia, em média, 14 pessoas. Quantas pessoas havia nessa apresentação?
 

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2076281 Ano: 2021
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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Uma pessoa deixou de pagar seu cartão de crédito no valor de R$ 500,00 na data de vencimento. A dívida dessa pessoa será paga no regime de juros compostos a uma taxa de 12% ao mês. Após três meses, qual será o valor da dívida?
 

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2075393 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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TEXTO I

GPS


Entrei no táxi e falei o meu destino.

– Rua Araribóia, por favor.

– Araribóia? Espera um minuto!…– rebateu o homem.

Programou então seu GPS e arrancou.

– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.

– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.

Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”…

De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.

– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.

– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.

Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.

Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.

– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.

– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?

“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.

O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.

Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.

Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:

– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério… Não sobra assunto pro próximo encontro.

Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:

– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?

É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o… o… Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não… É um nome assim, meio histórico… Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.


Zeca Baleiro

Disponível em https://istoe.com.br/133775_GPS/

Com relação à colocação pronominal, no período “...sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo, os pronomes “la” e “lo” estão ocupando que posição e por qual motivo?
 

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2075392 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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TEXTO I

GPS


Entrei no táxi e falei o meu destino.

– Rua Araribóia, por favor.

– Araribóia? Espera um minuto!…– rebateu o homem.

Programou então seu GPS e arrancou.

– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.

– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.

Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”…

De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.

– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.

– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.

Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.

Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.

– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.

– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?

“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.

O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.

Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.

Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:

– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério… Não sobra assunto pro próximo encontro.

Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:

– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?

É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o… o… Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não… É um nome assim, meio histórico… Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.


Zeca Baleiro

Disponível em https://istoe.com.br/133775_GPS/

No período Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo”, a conjunção destacada está ligando duas orações, estabelecendo entre elas o sentido de
 

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2075391 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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TEXTO I

GPS


Entrei no táxi e falei o meu destino.

– Rua Araribóia, por favor.

– Araribóia? Espera um minuto!…– rebateu o homem.

Programou então seu GPS e arrancou.

– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.

– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.

Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”…

De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.

– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.

– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.

Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.

Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.

– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.

– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?

“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.

O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.

Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.

Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:

– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério… Não sobra assunto pro próximo encontro.

Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:

– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?

É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o… o… Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não… É um nome assim, meio histórico… Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.


Zeca Baleiro

Disponível em https://istoe.com.br/133775_GPS/

Em “Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:...”, a partícula “que” está exercendo função gramatical de
 

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2075390 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
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TEXTO II


enunciado 1284697-1

Sobre a última frase dita pelo Flecha, é correto afirmar que
 

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