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Foram encontradas 377 questões.

936900 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP

Leia os quadrinhos para responder à questão.

enunciado 936900-1

Com as falas “Muros não!” e “Podemos construir pontes!”, o garoto emprega linguagem figurada para
 

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936899 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP
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A ilusão da felicidade
Do alto de seus mais de 80 anos e sempre com um sorriso calmo e uma dose de ironia, a tia de Leila, Dona Darcy, costuma dizer aos que gostam de se queixar da vida: “Aqui ainda não é o céu, não, gente. Aqui é a Terra. O céu vem depois”.
Leila se lembra, às vezes, das palavras da tia quando vê pessoas buscando uma felicidade ideal: elas também estão procurando o céu na Terra. Achar que a vida pode ser um mar de rosas é correr o risco de se frustrar a cada meia hora.
O problema é que essa corrida pela felicidade é estimulada de todas as formas pela cultura consumista em que estamos mergulhados até a cabeça. No mundo onde tudo se compra, a felicidade também virou produto, e passamos a acreditar na possibilidade absurda de adquiri-la ou de nos apossarmos dela como se fosse uma mercadoria qualquer. Não é: felicidade não se compra, não se encomenda, não se empresta. Somos felizes quando conseguimos, quando a vida permite. E sentir-se infeliz não é nenhum sinal de incompetência ou de baixo poder aquisitivo. Basta existir para estar sujeito à infelicidade. Ou basta não estar anestesiado.
As pessoas se esquecem da natureza da felicidade e da precariedade da nossa própria natureza. Muitos querem ser felizes a qualquer preço. Esperam que os filhos sejam felizes, que o trabalho os faça muito felizes, que os romances e casamentos sejam eternamente felizes.
Melhor seria encolher as expectativas. Se os filhos tiverem momentos felizes, pode-se levantar as mãos para o céu. Se os empregos proporcionarem alguma realização e trouxerem eventuais alegrias, já estarão de bom tamanho. E se os romances e casamentos permitirem que as pessoas vivam instantes prazerosos, se as fizerem rir de vez em quando, se permitirem o crescimento do outro sem opressão, as pessoas podem se dar por satisfeitas.
Considerar que a felicidade é céu sem nuvens e que somos obrigados a encontrar a felicidade plena porque tudo hoje prega o direito, ou o dever, de ser feliz é afastar cada vez mais a felicidade possível. A obrigação de ser feliz é uma bobagem. A de ser muito feliz, uma loucura. Mas na cultura do muito, as pessoas acabam caindo nessa cilada.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o verbo destacado está no tempo passado.
 

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936898 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP

Leia os quadrinhos para responder à questão.

enunciado 936898-1

No 1º , 2º e 3º quadrinhos, o verbo poder está adequadamente interpretado como exprimindo, respectivamente, as noções de

 

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936897 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP
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A ilusão da felicidade
Do alto de seus mais de 80 anos e sempre com um sorriso calmo e uma dose de ironia, a tia de Leila, Dona Darcy, costuma dizer aos que gostam de se queixar da vida: “Aqui ainda não é o céu, não, gente. Aqui é a Terra. O céu vem depois”.
Leila se lembra, às vezes, das palavras da tia quando vê pessoas buscando uma felicidade ideal: elas também estão procurando o céu na Terra. Achar que a vida pode ser um mar de rosas é correr o risco de se frustrar a cada meia hora.
O problema é que essa corrida pela felicidade é estimulada de todas as formas pela cultura consumista em que estamos mergulhados até a cabeça. No mundo onde tudo se compra, a felicidade também virou produto, e passamos a acreditar na possibilidade absurda de adquiri-la ou de nos apossarmos dela como se fosse uma mercadoria qualquer. Não é: felicidade não se compra, não se encomenda, não se empresta. Somos felizes quando conseguimos, quando a vida permite. E sentir-se infeliz não é nenhum sinal de incompetência ou de baixo poder aquisitivo. Basta existir para estar sujeito à infelicidade. Ou basta não estar anestesiado.
As pessoas se esquecem da natureza da felicidade e da precariedade da nossa própria natureza. Muitos querem ser felizes a qualquer preço. Esperam que os filhos sejam felizes, que o trabalho os faça muito felizes, que os romances e casamentos sejam eternamente felizes.
Melhor seria encolher as expectativas. Se os filhos tiverem momentos felizes, pode-se levantar as mãos para o céu. Se os empregos proporcionarem alguma realização e trouxerem eventuais alegrias, já estarão de bom tamanho. E se os romances e casamentos permitirem que as pessoas vivam instantes prazerosos, se as fizerem rir de vez em quando, se permitirem o crescimento do outro sem opressão, as pessoas podem se dar por satisfeitas.
Considerar que a felicidade é céu sem nuvens e que somos obrigados a encontrar a felicidade plena porque tudo hoje prega o direito, ou o dever, de ser feliz é afastar cada vez mais a felicidade possível. A obrigação de ser feliz é uma bobagem. A de ser muito feliz, uma loucura. Mas na cultura do muito, as pessoas acabam caindo nessa cilada.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
A palavra destacada atribui uma qualidade ao vocábulo anterior em:
 

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936896 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP
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enunciado 936896-1

(Charles M. Schulz. Você não entende o sentido da vida! Porto Alegre: L&PM,2017. Adaptado)

De acordo com o texto dos quadrinhos, é correto afirmar que
 

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936895 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP
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O acento da crase está empregado de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
 

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936893 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP
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enunciado 936893-1

(Charles M. Schulz. Você não entende o sentido da vida! Porto Alegre: L&PM,2017. Adaptado)

A resposta dada pelo menino, no 3º quadrinho,
 

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936892 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP
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Assinale a alternativa em que a colocação dos pronomes atende à norma-padrão da língua portuguesa.
 

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936891 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Mauá-SP
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enunciado 936891-1

Na frase “elas podiam ‘avançar’”, o enunciado é formulado sob
 

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Leia o texto para responder à questão.

O que você deve entender antes de dizer

que é perfeccionista no trabalho

Você sente (ou conhece alguém) que nunca consegue trabalhar em equipe porque acredita ser a única pessoa que sabe fazer a tarefa direito? Está sempre tentando agradar aos outros, anulando as próprias vontades? E, de tão acostumado à autocrítica, acaba vendo “defeitos” em tudo e em todos? Essas características são comuns aos perfeccionistas, e, se antes esse termo era sinônimo de dedicação, agora se transformou em um sinal de alerta. Pesquisas realizadas nos Estados Unidos e no Reino Unido apontam para uma população que não está se tornando mais bem-sucedida apesar de buscar a perfeição, mas que, na verdade, está ficando cada vez mais doente.

Segundo os estudos, existem dois tipos de perfeccionismo. O primeiro é o adaptativo, que é saudável. Nele a pessoa se sente motivada a novas conquistas, tem um padrão alto de metas e disciplina para alcançá-las. Porém, o outro tipo de perfeccionismo, o mal-adaptativo, é perigoso para a saúde. O tipo mal-adaptativo nunca está satisfeito com seu desempenho. Isso acontece porque suas metas não são apenas altas, mas irreais. Seus padrões de autocobrança passam do limite, afetando a forma como se comporta, além de estimular uma personalidade controladora, impactando negativamente suas relações interpessoais e levando ao esgotamento físico e mental.

(Sofia Esteves. https://exame.abril.com.br, 10.10.2019. Adaptado)

A autora emprega com sentidos semelhantes os seguintes termos:
 

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