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Para acessar sites na internet, por meio de um notebook, os internautas empregam um software específico, denominado browser, como por exemplo, o Google Chrome. Neste software, para verificar o status dos downloads realizados ou em execução, deve-se executar o seguinte atalho de teclado:
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
Atualmente, é comum o acesso de celulares, notebooks ou microcomputadores à internet por meio de redes sem fio, que utilizam um serviço, configurado em um roteador, que atribui, de forma dinâmica, um endereço lógico conhecido pela sigla IP a esses dispositivos. Esse serviço é conhecido como:
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- EscritórioMicrosoft OfficeExcelVersões do ExcelExcel 2019
- EscritórioMicrosoft OfficeExcelFórmulas e Funções do Excel
A planilha abaixo foi criada no Excel 2019 BR.
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A | B | C | D | E | |
1 |
| ||||
2 | |||||
3 | |||||
4 | |||||
5 | |||||
6 | 19 | 21 | 35 | 27 | 13 |
7 | |||||
8 | MEDIANA >>> | ? | |||
9 | |||||
10 | MSG >>> | ? | |||
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Na planilha foram executados os procedimentos descritos a seguir.
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• Na célula E8 foi inserida a expressão =MED(A6:E6).
• Na célula E 10 foi inserida a expressão =SE(MOD(E8;2)=0;"LUCAS";"RIO VERDE")
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Nessas condições, os valores mostrados em E8 e em E10 são, respectivamente:
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Durante a digitação de um texto, é possível utilizar um recurso que produz um efeito artístico, ilustrado nas figuras abaixo.

No Writer da suíte LibreOffice 7.0 em português e no Word do pacote MS Office 2019 BR, ambos nas versões de 64 bits, esse recurso é conhecido respectivamente, como:
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Um dispositivo que pode ser utilizado na entrada de dados, como um scanner, na obtenção de dados para processamento e também na saída dos já processados, na geração de listagens e relatórios, e como uma fotocopiadora é conhecido por impressora:
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Miró da Muribeca sempre está aqui
Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.
Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.
Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.
Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.
Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
Na frase “merece um tiro quem inventou a bala”, destaca-se um posicionamento do autor baseado em:
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Miró da Muribeca sempre está aqui
Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.
Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.
Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.
Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.
Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
Em “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio” (2º parágrafo), a expressão “apesar de” tem valor de:
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Miró da Muribeca sempre está aqui
Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.
Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.
Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.
Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.
Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
No segundo parágrafo, a palavra “como” tem o sentido de:
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Miró da Muribeca sempre está aqui
Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.
Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.
Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.
Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.
Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
A palavra “que” introduz um termo com a função de objeto direto em:
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Miró da Muribeca sempre está aqui
Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.
Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.
Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.
Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.
Denise Mota
(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)
A ideia central da primeira frase do texto é construída com base na seguinte figura de linguagem:
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