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Foram encontradas 175 questões.

3509943 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Para acessar sites na internet, por meio de um notebook, os internautas empregam um software específico, denominado browser, como por exemplo, o Google Chrome. Neste software, para verificar o status dos downloads realizados ou em execução, deve-se executar o seguinte atalho de teclado:

 

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3509942 Ano: 2022
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Atualmente, é comum o acesso de celulares, notebooks ou microcomputadores à internet por meio de redes sem fio, que utilizam um serviço, configurado em um roteador, que atribui, de forma dinâmica, um endereço lógico conhecido pela sigla IP a esses dispositivos. Esse serviço é conhecido como:

 

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3509924 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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A planilha abaixo foi criada no Excel 2019 BR.

.

A

B

C

D

E

1

Enunciado 4146783-1

2

3

4

5

6

19

21

35

27

13

7

8

MEDIANA >>>

?

9

10

MSG >>>

?

.

Na planilha foram executados os procedimentos descritos a seguir.

.

• Na célula E8 foi inserida a expressão =MED(A6:E6).

• Na célula E 10 foi inserida a expressão =SE(MOD(E8;2)=0;"LUCAS";"RIO VERDE")

.

Nessas condições, os valores mostrados em E8 e em E10 são, respectivamente:

 

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3509922 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Durante a digitação de um texto, é possível utilizar um recurso que produz um efeito artístico, ilustrado nas figuras abaixo.

Enunciado 4146768-1

No Writer da suíte LibreOffice 7.0 em português e no Word do pacote MS Office 2019 BR, ambos nas versões de 64 bits, esse recurso é conhecido respectivamente, como:

 

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3509921 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Um dispositivo que pode ser utilizado na entrada de dados, como um scanner, na obtenção de dados para processamento e também na saída dos já processados, na geração de listagens e relatórios, e como uma fotocopiadora é conhecido por impressora:

 

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3509920 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Miró da Muribeca sempre está aqui

Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.

Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.

Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.

Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.

Denise Mota

(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)

Na frase “merece um tiro quem inventou a bala”, destaca-se um posicionamento do autor baseado em:

 

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3509919 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Miró da Muribeca sempre está aqui

Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.

Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.

Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.

Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.

Denise Mota

(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)

Em “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio” (2º parágrafo), a expressão “apesar de” tem valor de:

 

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3509892 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Miró da Muribeca sempre está aqui

Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.

Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.

Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.

Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.

Denise Mota

(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)

No segundo parágrafo, a palavra “como” tem o sentido de:

 

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3509891 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Miró da Muribeca sempre está aqui

Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.

Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.

Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.

Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.

Denise Mota

(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)

A palavra “que” introduz um termo com a função de objeto direto em:

 

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3509890 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. Lucas Rio Verde-MT
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Miró da Muribeca sempre está aqui

Um vento quente que vira furacão para sacudir o coração dos distraídos sopra do Recife. Atravessa fronteiras, inebria estudantes, acadêmicos, boêmios, trabalhadores que olham a cidade pelas janelas de ônibus abarrotados. A uma só vez personagens e plateia, eles ecoam em pensamento, voz e ação a poesia de Miró da Muribeca (1960-2022), que ganha biografia com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023.

Nascido João Flávio Cordeiro da Silva e que se encantou – para usar a fina expressão de sua terra – há pouco mais de um mês, são de Miró frases que se tornaram aforismos, como “merece um tiro quem inventou a bala”, e poemas que dissecam as entranhas brasileiras encharcadas de violência sem desistir da defesa de que, “apesar dos efeitos colaterais, o amor ainda é o melhor remédio”.

Seu legado, vida, memórias estão no centro da biografia que será publicada por editora de Pernambuco e que está sendo escrita por Wellington Melo. O trabalho trará “detalhes sobre a formação de um poeta que viveu desde 1985 exclusivamente da poesia e um relato também das suas contradições e das dificuldades de um poeta periférico, negro, que passou por preconceitos de diversos tipos”, conta à Folha Melo, escritor, editor, amigo e curador da obra do artista.

Os trabalhos completos do autor (tanto quanto possível, já que a oralidade com registros esparsos foi uma de suas marcas) também devem chegar às livrarias no ano que vem, com a inclusão de inéditos. Em uma entrevista à Folha de Pernambuco no ano passado, Miró comentou com entusiasmo que gostaria que sua biografia se chamasse “Ainda estou aqui”. Enquanto houver dor e injustiça – mas também beleza, irreverência e indignação para desvesti-las à clara luz do dia (e na solidão da noite) –, o poeta estará mais presente do que nunca.

Denise Mota

(Adaptado de Folha de São Paulo, 04 de setembro de 2022)

A ideia central da primeira frase do texto é construída com base na seguinte figura de linguagem:

 

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