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O número que substitui o símbolo “?” é
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2000271
Ano: 2020
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
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De acordo com o disposto no Regimento Interno da Câmara Municipal de Flores, a Legislatura terá a
duração de:
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Nas segundas, quartas e sextas, Paulo faz o seguinte caminho: Casa -> Escola -> Fábrica -> Casa. Nas
terças e quintas ele faz o seguinte trajeto: Casa -> Escola -> Fábrica -> Escola -> Casa. 
A distância percorrida por Paulo de segunda a sexta é:

A distância percorrida por Paulo de segunda a sexta é:
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Dois sanduíches e três refrigerantes custam R$ 20,00. Três sanduíches e dois refrigerantes custam R$ 24,00. Um sanduíche e um refrigerante custam:
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Sexo e temperamento em três sociedades primitivas
Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como
as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu
que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era
universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz
necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de
dominação ou submissão.
Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram
(homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da
geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De
acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade,
padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das
características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era
formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só
se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes
sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e
emocionalmente dependente.
Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma
tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra
não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada
pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
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Sexo e temperamento em três sociedades primitivas
Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como
as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu
que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era
universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz
necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de
dominação ou submissão.
Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram
(homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da
geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De
acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade,
padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das
características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era
formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só
se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes
sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e
emocionalmente dependente.
Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma
tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra
não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada
pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
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Sexo e temperamento em três sociedades primitivas
Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como
as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu
que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era
universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz
necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de
dominação ou submissão.
Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram
(homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da
geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De
acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade,
padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das
características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era
formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só
se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes
sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e
emocionalmente dependente.
Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma
tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra
não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada
pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
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Sexo e temperamento em três sociedades primitivas
Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como
as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu
que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era
universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz
necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de
dominação ou submissão.
Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram
(homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da
geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De
acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade,
padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das
características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era
formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só
se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes
sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e
emocionalmente dependente.
Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma
tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra
não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada
pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
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Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como
as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu
que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era
universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz
necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de
dominação ou submissão.
Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram
(homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da
geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De
acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade,
padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das
características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era
formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só
se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes
sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e
emocionalmente dependente.
Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma
tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra
não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada
pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
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Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como
as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu
que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era
universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz
necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de
dominação ou submissão.
Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram
(homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da
geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De
acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade,
padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das
características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era
formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só
se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes
sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e
emocionalmente dependente.
Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma
tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra
não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada
pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
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