Foram encontradas 50 questões.
Analise as proposições sobre “Peaking”:
I. É Filtro de pico, um dos mais usados em equalizadores.
II. É o que tem maior possibilidade de alteração de características, pode variar frequência, largura de banda (BW ou Q) e amplitude.
III. A frequência central é a que sofre maior alteração de volume.
Está (ao) correta(s):
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Os vários sons, de cada um dos microfones e de cada um dos instrumentos, utilizados em um show precisa ser misturado para que possam ser ouvidos todos de uma vez. Esse é o papel da mesa de som, fazer a mistura e permitir que alguém a controle.
((http://www.audionasigrejas.org/Apostila/ligacao.htm) – ( Disponível 18.01.2014.)
Sobre a utilização da mesa do som (na sua abrangência), marque a informação incorreta.
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Sobre características do som, marque a afirmação correta.
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Equalizadores e processadores de dinâmica recebem um sinal em suas entradas, o modificam e apresentam um novo sinal na saída, deixando de lado o sinal original; a isto chamamos .
(http://www.audionasigrejas.org/Apostila/ligacao.htm) –( Disponível 15.01.2014.)
Marque os dados que completam coerentemente o texto.
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TEXTO: O empregado tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?
Matheus Pichonelli
O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente 'revoltada' porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta. (...)
Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.
Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos. (...)
Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-empregada-ja-tem-carro-e-eu-estudei-pra-que-5156.html
É uma ideia presente no texto:
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Analise as afirmações seguintes:
I. Em acústica, distinguem-se os sons musicais e os ruídos.
II. Os sons musicais nos dão uma sensação contínua, geralmente agradável, e podem ser comparados entre si.
III. Os sons musicais ocorrem devido a vibrações regulares e bem definidas.
IV. Os ruídos dão impressões muito curtas e confusas, porque são vibrações irregulares ou uma mistura de vários sons discordantes.
Estão corretas:
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TEXTO: O empregado tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?
Matheus Pichonelli
O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente 'revoltada' porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta. (...)
Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.
Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos. (...)
Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-empregada-ja-tem-carro-e-eu-estudei-pra-que-5156.html
Sobre o texto, pode-se afirmar:
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualRoteiro, Produção e Edição de Conteúdo Audiovisual e Cinematográfico
A edição de áudio é um trabalho técnico e perceptivo, que visa à organização de materiais gravados para a produção de uma faixa sonora. Os estúdios podem utilizar aparelhagem analógica, digital ou híbrida.
A edição de áudio destina-se à criação de:
1. CDs de bandas, jingles, demos para grupos.
2. Narrações de vídeos, dublagens, mixagem de trilhas.
3. Produção de spots de rádio, retirada do áudio de um filme ou criação de sons para videogames entre outras aplicações profissionais.
Está (ao) correto(s):
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Programa de computador que habilita seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet, também conhecidos como páginas da web, que podem ser escritas em linguagens como HTML, XHTML ou HTML5 com ou sem linguagens como o CSS e que estão hospedadas num servidor Web. É um navegador de internet, também conhecido como .
Marque a expressão que completa corretamente o enunciado.
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Analise as informações enunciadas. Após análise, marque APENAS a série em que todas as informações estão corretas.
I. O Painel de Controle é uma ferramenta de sistema do Microsoft Windows, relacionada diretamente com personalizar as configurações do computador.
II. A Central de Segurança do Windows é um pacote de segurança incluído nos sistemas operacionais Windows XP, Vista e 7, da Microsoft, desprovidos de recursos para informar e monitorar a segurança do computador do usuário que o executa.
III. No Internet Explorer, existe o Assistente para conexão com a Internet, onde é possível configurar o computador para ter uma conexão com a Internet.
IV. No Prompt de Comando, só não tem a opção Propriedades, na qual se poderiam alterar as configurações para a execução dos programas no MS-DOS.
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