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Foram encontradas 50 questões.

2460250 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
A respeito dos “tipos de plugs e conectores”, marque a afirmação incorreta.
 

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2459990 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
Caixa acústica ou Caixa de Som é uma caixa construída em volta de um alto-falante para melhorar sua reprodução sonora, sendo, geralmente, construída com madeira ou com plástico com uma abertura para se instalar o(s) alto-falante(s). (...) A gravação e a reprodução sonora são obtidas através de um equipamento elétrico ou mecânico de gravação e reprodução de ondas sonoras como:
I. Voz.
II. Canto.
III. Partitura.
IV. Música ou efeitos sonoros.
Marque APENAS a série em que todas as informações estão em conformidade com o enunciado.
 

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2459541 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
Os sons são representados graficamente por ondas periódicas e estas são caracterizadas por uma frequência, período, amplitude, comprimento de onda e velocidade.
(HALLIDAY, David. Fundamentos da Física. Gravitação, Ondas e Termodinâmica – Vol..2. Editora LTC. SãoPaulo.)
Analise a ilustração seguinte. Após análise, marque a afirmação incorreta.
Enunciado 2897912-1
 

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2459502 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
Quando duas ondas ocorrem ao mesmo tempo, elas interagem uma com a outra e cria uma nova forma de onda. A fase refere-se ao efeito que uma onda tem sobre outras. Duas ondas que se iniciam simultaneamente com a mesma amplitude e mesma frequência produzirão uma nova onda com a mesma frequência, porém de amplitude maior.
(Por: Alexandre Viana. Professor de Física da Escola de Música UFRN)
Analise os enunciados seguintes:
1. Tom e frequência estão relacionados. Tom é atributo psicológico de um som musical, enquanto a frequência é o fenômeno físico. Nós percebemos o tom de uma frequência de uma onda.
2. Reflexão de ondas de luz em um espelho é um fenômeno muito comum para nós. No caso das ondas sonoras o eco é um tipo de reflexão que ocorre quando alguém bate palma, por exemplo, e o som bate numa parede e volta.
3. Quando a velocidade de uma onda muda, ocorre um fenômeno chamado refração. Esta mudança pode resultar na direção da propagação.
4. Quando as ondas encontram um obstáculo, elas tendem a contornarem o obstáculo. Quando isso acontece ocorre um efeito chamado difração. As difrações também acontecem quando as ondas passam através de pequenas aberturas.
Considerando o contexto de “Ondas sonoras”, estão corretos:
 

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2459266 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
Monofonia é a textura musical constituída por somente um elemento, uma única linha melódica.
Analise as informações seguintes:
I. Instrumento solo.
II. Dois ou mais instrumentos em uníssono.
III. “Uníssono” em oitavas (também chamado de uníssono orquestral).
IV. Emprego de planos sonoros distintos.
V. Elaboração de nuvens sonoras.
Marque APENAS as informações referentes à “Monofonia
 

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TEXTO: O empregado tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?
Matheus Pichonelli
O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente 'revoltada' porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta. (...)
Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.
Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos. (...)
Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-empregada-ja-tem-carro-e-eu-estudei-pra-que-5156.html
O título do texto:
 

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2458288 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
Os sons são representados graficamente por ondas periódicas e estas são caracterizadas por uma frequência, período, amplitude, comprimento de onda e velocidade.
(HALLIDAY, David. Fundamentos da Física. Gravitação, Ondas e Termodinâmica – Vol..2. Editora LTC. SãoPaulo.)
Em Física, “amplificação” é o aumento do volume aparente dos corpos. Para que haja amplificação do som é necessário o controle feito pelo amplificador. O tipo de amplificador mais comum é o eletrônico, que é comumente usado em transmissores e receptores de rádio e televisão, equipamentos estéreo de alta fidelidade (high-fidelity ou hi-fi), microcomputadores e outros equipamentos eletrônicos digitais, guitarras e outros instrumentos musicais elétricos. Seus componentes principais são dispositivos ativos, tais como válvulas ou transistores. O amplificador de alta fidelidade é um aparelho eletrônico que eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio. É muitas vezes empregado para designar o conjunto pré-amplificador e amplificador de potência ou o amplificador .
Marque a expressão que completa correta e coerentemente o texto.
 

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2456860 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
Sobre os “Tipos de Filtro”, marque a informação incorreta.
 

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TEXTO: O empregado tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?
Matheus Pichonelli
O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente 'revoltada' porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta. (...)
Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.
Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos. (...)
Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-empregada-ja-tem-carro-e-eu-estudei-pra-que-5156.html
Para o autor:
 

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2456152 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
Em acústica, estereofonia ou simplesmente estéreo consiste num sistema de reprodução do áudio que utiliza dois canais de som monaurais distintos (direito e esquerdo) sincronizados .
Marque a expressão que completa coerentemente o sentido do enunciado.
 

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