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Francisco, com sessenta e cinco anos de idade, servidor público aposentado, foi atendido em assistência médica apresentando dispneia e tosse produtiva com secreção clara. O paciente relatou que sentia esses sintomas havia cinco anos e que inicialmente eles ocorriam uma vez a cada três meses, mas que, com o passar do tempo, passaram a ocorrer uma vez ao mês. Francisco disse, ainda, que, havia dois dias, apresentou febre e tosse com secreção amarelada. Ao ser indagado, o paciente informou ser tabagista e consumir quarenta maços de cigarro/ano. Ao exame físico, Francisco apresentou fácies pletórica, cianose nas extremidades, frequência respiratória de 30 irpm, frequência cardíaca de 100 bpm e pressão arterial de 150 mmHg × 90 mmHg. A ausculta respiratória revelou murmúrio vesicular fisiológico com crepitações inspiratórias nas duas regiões infraescapulares. No exame físico realizado, não foram constatadas outras alterações.

Considerando o caso clínico hipotético apresentado acima, julgue o item seguinte.

Caso seja realizada gasometria arterial no paciente, serão obtidos, provavelmente, os seguintes dados clínicos: pH = 7,40; PaO2 = 50 mmHg; PaCO2 = 60 mmHg; saturação de oxigênio = 87%. Esses dados indicam a existência de um desequilíbrio relevante entre a ventilação e a perfusão pulmonar.

 

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Iracema, branca, com cinquenta anos de idade, dona de casa, foi atendida em assistência médica apresentando níveis pressóricos elevados. A paciente relatou que, havia dez anos, apresentava pressão arterial elevada e que fazia uso irregular de medicação anti hipertensiva cujo nome ignorava. Iracema referiu que, todas às vezes que foi atendida em consulta no posto de saúde, os níveis de sua pressão arterial estavam elevados, mas que, contudo, ela sentia-se bem. Ela disse, ainda, que seu marido queixava-se frequentemente do ronco produzido por ela, que, segundo ele, para de respirar por alguns segundos enquanto dorme. Ao ser indagada, Iracema afirmou que era sedentária, tabagista (fumava vinte maços de cigarro/ano) e tinha histórico familiar de hipertensão arterial. Ao exame físico, a paciente apresentou pressão arterial de 180 mmHg × 120 mmHg em ambos os membros superiores, com ausculta cardíaca e exames de artérias e pulsos normais. Sinais de sobrecarga do ventrículo esquerdo foram evidenciados pela radiografia de tórax e pelo eletrocardiograma (ECG). Os seguintes resultados foram obtidos nos exames laboratoriais realizados: colesterol sérico = 240 mg/dL; HDL colesterol = 30 mg/dL; LDL colesterol = 120 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL.

Com base no caso clínico hipotético acima, julgue o próximo item.

A realização de radiografia de tórax e ECG consiste em conduta adequada para a identificação de lesões em órgãos alvos.

 

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Iracema, branca, com cinquenta anos de idade, dona de casa, foi atendida em assistência médica apresentando níveis pressóricos elevados. A paciente relatou que, havia dez anos, apresentava pressão arterial elevada e que fazia uso irregular de medicação anti hipertensiva cujo nome ignorava. Iracema referiu que, todas às vezes que foi atendida em consulta no posto de saúde, os níveis de sua pressão arterial estavam elevados, mas que, contudo, ela sentia-se bem. Ela disse, ainda, que seu marido queixava-se frequentemente do ronco produzido por ela, que, segundo ele, para de respirar por alguns segundos enquanto dorme. Ao ser indagada, Iracema afirmou que era sedentária, tabagista (fumava vinte maços de cigarro/ano) e tinha histórico familiar de hipertensão arterial. Ao exame físico, a paciente apresentou pressão arterial de 180 mmHg × 120 mmHg em ambos os membros superiores, com ausculta cardíaca e exames de artérias e pulsos normais. Sinais de sobrecarga do ventrículo esquerdo foram evidenciados pela radiografia de tórax e pelo eletrocardiograma (ECG). Os seguintes resultados foram obtidos nos exames laboratoriais realizados: colesterol sérico = 240 mg/dL; HDL colesterol = 30 mg/dL; LDL colesterol = 120 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL.

Com base no caso clínico hipotético acima, julgue o próximo item.

A frequência cardíaca e os resultados do lipidograma apresentados pela paciente não indicam risco de doença cardiovascular.

 

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Iracema, branca, com cinquenta anos de idade, dona de casa, foi atendida em assistência médica apresentando níveis pressóricos elevados. A paciente relatou que, havia dez anos, apresentava pressão arterial elevada e que fazia uso irregular de medicação anti hipertensiva cujo nome ignorava. Iracema referiu que, todas às vezes que foi atendida em consulta no posto de saúde, os níveis de sua pressão arterial estavam elevados, mas que, contudo, ela sentia-se bem. Ela disse, ainda, que seu marido queixava-se frequentemente do ronco produzido por ela, que, segundo ele, para de respirar por alguns segundos enquanto dorme. Ao ser indagada, Iracema afirmou que era sedentária, tabagista (fumava vinte maços de cigarro/ano) e tinha histórico familiar de hipertensão arterial. Ao exame físico, a paciente apresentou pressão arterial de 180 mmHg × 120 mmHg em ambos os membros superiores, com ausculta cardíaca e exames de artérias e pulsos normais. Sinais de sobrecarga do ventrículo esquerdo foram evidenciados pela radiografia de tórax e pelo eletrocardiograma (ECG). Os seguintes resultados foram obtidos nos exames laboratoriais realizados: colesterol sérico = 240 mg/dL; HDL colesterol = 30 mg/dL; LDL colesterol = 120 mg/dL; triglicerídeos = 300 mg/dL.

Com base no caso clínico hipotético acima, julgue o próximo item.

Os distúrbios de sono apresentados não se relacionam com o problema clínico sofrido pela paciente.

 

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Acerca da organização dos Poderes da União, julgue o item a seguir.

É da competência exclusiva do Congresso Nacional o estabelecimento de limites e condições para o montante da dívida mobiliária dos estados e do Distrito Federal.

 

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Dolor de espalda

El dolor o molestia en la espalda es un problema de salud muy frecuente que generalmente padecen las personas mayores y que puede aparecer y desaparecer durante un periodo de varios años. En la mayoría de los casos, la causa del dolor de espalda no es grave y el dolor desaparecerá con un simple tratamiento en casa y con el paso del tiempo.

Las personas que padecen dolor de espalda lo describen con frecuencia como una sensación lenta y continua o aguda y punzante que causa rigidez y dificultad al estar quieto o al moverse o dolor u hormigueo en las nalgas y en las piernas hasta las rodillas.

Un ataque agudo de dolor de espalda es un ataque que dura menos de seis semanas, mientras que los ataques crónicos duran generalmente más de tres meses.

La mayoría de los dolores de espalda está relacionada con la tensión o la torcedura de un músculo o ligamento. Los dolores de espalda que afectan a los nervios de la espina dorsal, produciendo dolor en las nalgas y en las piernas pasando por la rodilla, son menos frecuentes. El dolor puede empezar inmediatamente después del esfuerzo o lesión o puede empezar al cabo de unas horas. Un porcentaje muy bajo del dolor de espalda está relacionado con la edad.

Cuidados en el dolor de espalda

Si padece dolor de espalda durante más de dos semanas, consulte a un médico para que le examine y para asegurarse de que el dolor no lo causa un problema de salud excepcional. La gran mayoría de los casos de dolor de espalda se curan por si mismos con la ayuda de algunos cuidados en casa. Puede intentar las siguientes medidas caseras para reducir el dolor y estimular la curación:

Descanse durante veinticuatro horas una vez haya empezado el dolor para evitar cualquier otra lesión.

Duerma en un colchón duro con una tabla debajo.

Acuéstese sobre un lado con una almohada entre las piernas para evitar que las caderas tengan un movimiento rotatorio y aumente la presión en la espalda o acuéstese sobre la espalda, con una toalla enrollada bajo la nuca y almohadas bajo las rodillas.

Levántese de la cama lentamente y con cuidado, primero sentándose y luego poniéndose de pie. Aplique hielo o compresas frías durante veinte minutos cada dos horas durante las primeras veinticuatro a cuarenta y ocho horas para reducir el dolor y los espasmos musculares.

Internet: <www.tuotromedico.com> (adaptado).

Con respecto a las ideas y estructuras semánticas y gramaticales del texto, juzgue lo siguiente ítem.

A causa de que “espalda” es femenino, el texto quedaría gramaticalmente correcto si le cambiáramos el trecho “lo describen” por la describen.

 

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Dolor de espalda

El dolor o molestia en la espalda es un problema de salud muy frecuente que generalmente padecen las personas mayores y que puede aparecer y desaparecer durante un periodo de varios años. En la mayoría de los casos, la causa del dolor de espalda no es grave y el dolor desaparecerá con un simple tratamiento en casa y con el paso del tiempo.

Las personas que padecen dolor de espalda lo describen con frecuencia como una sensación lenta y continua o aguda y punzante que causa rigidez y dificultad al estar quieto o al moverse o dolor u hormigueo en las nalgas y en las piernas hasta las rodillas.

Un ataque agudo de dolor de espalda es un ataque que dura menos de seis semanas, mientras que los ataques crónicos duran generalmente más de tres meses.

La mayoría de los dolores de espalda está relacionada con la tensión o la torcedura de un músculo o ligamento. Los dolores de espalda que afectan a los nervios de la espina dorsal, produciendo dolor en las nalgas y en las piernas pasando por la rodilla, son menos frecuentes. El dolor puede empezar inmediatamente después del esfuerzo o lesión o puede empezar al cabo de unas horas. Un porcentaje muy bajo del dolor de espalda está relacionado con la edad.

Cuidados en el dolor de espalda

Si padece dolor de espalda durante más de dos semanas, consulte a un médico para que le examine y para asegurarse de que el dolor no lo causa un problema de salud excepcional. La gran mayoría de los casos de dolor de espalda se curan por si mismos con la ayuda de algunos cuidados en casa. Puede intentar las siguientes medidas caseras para reducir el dolor y estimular la curación:

Descanse durante veinticuatro horas una vez haya empezado el dolor para evitar cualquier otra lesión.

Duerma en un colchón duro con una tabla debajo.

Acuéstese sobre un lado con una almohada entre las piernas para evitar que las caderas tengan un movimiento rotatorio y aumente la presión en la espalda o acuéstese sobre la espalda, con una toalla enrollada bajo la nuca y almohadas bajo las rodillas.

Levántese de la cama lentamente y con cuidado, primero sentándose y luego poniéndose de pie. Aplique hielo o compresas frías durante veinte minutos cada dos horas durante las primeras veinticuatro a cuarenta y ocho horas para reducir el dolor y los espasmos musculares.

Internet: <www.tuotromedico.com> (adaptado).

Con respecto a las ideas y estructuras semánticas y gramaticales del texto, juzgue lo siguiente ítem.

Si al consejo “Descanse veinticuatro horas” le aumentamos diez horas, el consejo quedaría como Descanse treinta y cuatro horas.

 

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Dolor de espalda

El dolor o molestia en la espalda es un problema de salud muy frecuente que generalmente padecen las personas mayores y que puede aparecer y desaparecer durante un periodo de varios años. En la mayoría de los casos, la causa del dolor de espalda no es grave y el dolor desaparecerá con un simple tratamiento en casa y con el paso del tiempo.

Las personas que padecen dolor de espalda lo describen con frecuencia como una sensación lenta y continua o aguda y punzante que causa rigidez y dificultad al estar quieto o al moverse o dolor u hormigueo en las nalgas y en las piernas hasta las rodillas.

Un ataque agudo de dolor de espalda es un ataque que dura menos de seis semanas, mientras que los ataques crónicos duran generalmente más de tres meses.

La mayoría de los dolores de espalda está relacionada con la tensión o la torcedura de un músculo o ligamento. Los dolores de espalda que afectan a los nervios de la espina dorsal, produciendo dolor en las nalgas y en las piernas pasando por la rodilla, son menos frecuentes. El dolor puede empezar inmediatamente después del esfuerzo o lesión o puede empezar al cabo de unas horas. Un porcentaje muy bajo del dolor de espalda está relacionado con la edad.

Cuidados en el dolor de espalda

Si padece dolor de espalda durante más de dos semanas, consulte a un médico para que le examine y para asegurarse de que el dolor no lo causa un problema de salud excepcional. La gran mayoría de los casos de dolor de espalda se curan por si mismos con la ayuda de algunos cuidados en casa. Puede intentar las siguientes medidas caseras para reducir el dolor y estimular la curación:

Descanse durante veinticuatro horas una vez haya empezado el dolor para evitar cualquier otra lesión.

Duerma en un colchón duro con una tabla debajo.

Acuéstese sobre un lado con una almohada entre las piernas para evitar que las caderas tengan un movimiento rotatorio y aumente la presión en la espalda o acuéstese sobre la espalda, con una toalla enrollada bajo la nuca y almohadas bajo las rodillas.

Levántese de la cama lentamente y con cuidado, primero sentándose y luego poniéndose de pie. Aplique hielo o compresas frías durante veinte minutos cada dos horas durante las primeras veinticuatro a cuarenta y ocho horas para reducir el dolor y los espasmos musculares.

Internet: <www.tuotromedico.com> (adaptado).

Con respecto a las ideas y estructuras semánticas y gramaticales del texto, juzgue lo siguiente ítem.

No hay una relación directamente proporcional entre el dolor de espalda y la vejez, es decir, el aumento de la edad no provoca más dolor de espalda.

 

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Dolor de espalda

El dolor o molestia en la espalda es un problema de salud muy frecuente que generalmente padecen las personas mayores y que puede aparecer y desaparecer durante un periodo de varios años. En la mayoría de los casos, la causa del dolor de espalda no es grave y el dolor desaparecerá con un simple tratamiento en casa y con el paso del tiempo.

Las personas que padecen dolor de espalda lo describen con frecuencia como una sensación lenta y continua o aguda y punzante que causa rigidez y dificultad al estar quieto o al moverse o dolor u hormigueo en las nalgas y en las piernas hasta las rodillas.

Un ataque agudo de dolor de espalda es un ataque que dura menos de seis semanas, mientras que los ataques crónicos duran generalmente más de tres meses.

La mayoría de los dolores de espalda está relacionada con la tensión o la torcedura de un músculo o ligamento. Los dolores de espalda que afectan a los nervios de la espina dorsal, produciendo dolor en las nalgas y en las piernas pasando por la rodilla, son menos frecuentes. El dolor puede empezar inmediatamente después del esfuerzo o lesión o puede empezar al cabo de unas horas. Un porcentaje muy bajo del dolor de espalda está relacionado con la edad.

Cuidados en el dolor de espalda

Si padece dolor de espalda durante más de dos semanas, consulte a un médico para que le examine y para asegurarse de que el dolor no lo causa un problema de salud excepcional. La gran mayoría de los casos de dolor de espalda se curan por si mismos con la ayuda de algunos cuidados en casa. Puede intentar las siguientes medidas caseras para reducir el dolor y estimular la curación:

Descanse durante veinticuatro horas una vez haya empezado el dolor para evitar cualquier otra lesión.

Duerma en un colchón duro con una tabla debajo.

Acuéstese sobre un lado con una almohada entre las piernas para evitar que las caderas tengan un movimiento rotatorio y aumente la presión en la espalda o acuéstese sobre la espalda, con una toalla enrollada bajo la nuca y almohadas bajo las rodillas.

Levántese de la cama lentamente y con cuidado, primero sentándose y luego poniéndose de pie. Aplique hielo o compresas frías durante veinte minutos cada dos horas durante las primeras veinticuatro a cuarenta y ocho horas para reducir el dolor y los espasmos musculares.

Internet: <www.tuotromedico.com> (adaptado).

Con respecto a las ideas y estructuras semánticas y gramaticales del texto, juzgue lo siguiente ítem.

Es correcto inferir que la gran mayoría de los ataques de dolor de espalda no son ataques crónicos.

 

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Dolor de espalda

El dolor o molestia en la espalda es un problema de salud muy frecuente que generalmente padecen las personas mayores y que puede aparecer y desaparecer durante un periodo de varios años. En la mayoría de los casos, la causa del dolor de espalda no es grave y el dolor desaparecerá con un simple tratamiento en casa y con el paso del tiempo.

Las personas que padecen dolor de espalda lo describen con frecuencia como una sensación lenta y continua o aguda y punzante que causa rigidez y dificultad al estar quieto o al moverse o dolor u hormigueo en las nalgas y en las piernas hasta las rodillas.

Un ataque agudo de dolor de espalda es un ataque que dura menos de seis semanas, mientras que los ataques crónicos duran generalmente más de tres meses.

La mayoría de los dolores de espalda está relacionada con la tensión o la torcedura de un músculo o ligamento. Los dolores de espalda que afectan a los nervios de la espina dorsal, produciendo dolor en las nalgas y en las piernas pasando por la rodilla, son menos frecuentes. El dolor puede empezar inmediatamente después del esfuerzo o lesión o puede empezar al cabo de unas horas. Un porcentaje muy bajo del dolor de espalda está relacionado con la edad.

Cuidados en el dolor de espalda

Si padece dolor de espalda durante más de dos semanas, consulte a un médico para que le examine y para asegurarse de que el dolor no lo causa un problema de salud excepcional. La gran mayoría de los casos de dolor de espalda se curan por si mismos con la ayuda de algunos cuidados en casa. Puede intentar las siguientes medidas caseras para reducir el dolor y estimular la curación:

Descanse durante veinticuatro horas una vez haya empezado el dolor para evitar cualquier otra lesión.

Duerma en un colchón duro con una tabla debajo.

Acuéstese sobre un lado con una almohada entre las piernas para evitar que las caderas tengan un movimiento rotatorio y aumente la presión en la espalda o acuéstese sobre la espalda, con una toalla enrollada bajo la nuca y almohadas bajo las rodillas.

Levántese de la cama lentamente y con cuidado, primero sentándose y luego poniéndose de pie. Aplique hielo o compresas frías durante veinte minutos cada dos horas durante las primeras veinticuatro a cuarenta y ocho horas para reducir el dolor y los espasmos musculares.

Internet: <www.tuotromedico.com> (adaptado).

Con respecto a las ideas y estructuras semánticas y gramaticales del texto, juzgue lo siguiente ítem.

Echarse lateralmente con un pequeño colchón entre ambas piernas reduce el dolor de espalda.

 

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