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Foram encontradas 60 questões.

1346479 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Sobre o controle da execução das ações estratégicas, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1346453 Ano: 2011
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Instrumento utilizado pelas organizações como importante veículo de transmissão das informações que se tornam indispensáveis para o planejamento, a execução e o controle das diferentes atividades desenvolvidas denomina-se
 

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1346422 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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O comportamento do líder que se caracteriza pelo envolvimento dos empregados nas decisões relacionadas ao trabalho, solicitando suas opiniões, diz respeito à liderança
 

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1346267 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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A coluna da esquerda apresenta processos básicos de gestão de pessoas e a da direita, as suas finalidades. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – Agregar
( ) Acompanhar e controlar as atividades das pessoas e verificar resultados.
2 – Desenvolver
( ) Incluir novas pessoas na organização.
3 – Aplicar
( ) Incrementar o desenvolvimento pessoal e profissional das pessoas.
4 – Monitorar
( ) Desenhar as atividades que as pessoas irão desenvolver e acompanhar o seu desempenho.
Marque a sequência correta.
 

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1346238 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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As cerca de 6 mil pessoas que moram na Gleba Suiá-Missú vivem dias de apreensão e incerteza porque a qualquer momento pode sair a ordem de despejo, já que o Tribunal Regional Federal (TRF/MT) decidiu pela retirada das famílias que ocupam a área há quase 40 anos atendendo Ação Civil Pública impetrada pelo Ministério Público Federal. A decisão foi baseada no fato do Governo Federal ter transformado a área na reserva indígena Maraiwatséde em 1998. [...] A fazenda Suiá-Missú, local do conflito, localiza-se entre os municípios de Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia e São Feliz do Araguaia.

(Adaptado.Disponível em http://www.perspectivasmt.com.br/blog/2011/04/15/6-mil-moradores-da-gleba-suia-missu-temem-despejo-prefeitos-pedem-ajuda-do-governo-de-mt/ 15/03/2011. Acesso em 22/09/2011.)

Sobre a problemática apresentada no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

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1346230 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Em relação aos aspectos geográficos naturais, a navegabilidade de grandes rios mato-grossenses, como o Paraguai, o Araguaia e o Teles Pires, é dificultada pelos seguintes fatores:

 

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1346127 Ano: 2011
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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O Estágio é ato educativo supervisionado, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos, que estejam cursando regularmente o ensino fundamental, médio ou superior. Assinale a alternativa que apresenta a jornada horária correta de atividade no estágio.
 

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1345881 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Poucos amigos
[...] A leitura de livros, ou de qualquer coisa escrita, não parece estar num bom momento no Brasil de hoje: a opinião pública também não. Vive-se uma época em que a cada três meses é anunciada alguma “revolução” nisso ou naquilo, depois da qual o mundo nunca mais “será o mesmo” de antes. Quando tais portentos envolvem áreas ligadas à comunicação, sempre se insiste, de um jeito ou de outro, em prever que a leitura está a caminho de se transformar num hábito do passado. Cada vez mais, no dia a dia, sua valorização é posta de lado ― ou “relativizada”, como se diz. É comum, por exemplo, ouvir declarações lamentando que árvores sejam cortadas para produzir papel destinado à impressão; a única forma aceitável de leitura, para muita gente boa, deveria ser a tela de algum artefato digital. Empresas de grande renome não consideram uma virtude, no julgamento de seus executivos, o gosto pela leitura, a não ser que se trate de publicações profissionais. Não passa pela cabeça de nenhum recrutador perguntar a um candidato a emprego o que ele está lendo, por mais alto e bem pago que seja o posto a ser preenchido. É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade. Arrisca-se, caso contrário, a ser interrogado pelo chefe: “Por que você está lendo isso?”. Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se com muito calor, no momento, quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo podem ser dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando café da manhã na cama; prega-se, ao longo da trama, todo tipo de causa, da defesa das geleiras à política de cotas raciais, da preservação dos mangues à condenação da gordura trans. O que não aparece, de jeito nenhum, é alguém lendo alguma coisa. O ato de ler também está banido da publicidade de consumo; há uma clara preferência, aí, por algo que se parece muito com culto à boçalidade. Da atitude geral do governo diante da leitura, então, é melhor nem falar; registre-se, em todo caso, sua profunda satisfação em anunciar, sempre que é incomodado pelo noticiário de escândalos publicado na imprensa, que “o brasileiro não lê nada”.
Naturalmente, ninguém se coloca hoje como inimigo dos livros; mas é certo que muitos se beneficiam com o fato de que a leitura, nestes dias, tem poucos amigos na praça. Quanto menos se lê, menos ideias são mantidas em circulação. Quanto menos ideias, menos espaço sobra para a discordância, a procura de alternativas e a fiscalização dos atos do governo. O resultado, na prática, é uma indiferença generalizada em relação ao comportamento de quem governa. Não há muito a fazer quanto a isso. A opinião pública não tem nenhuma obrigação de estar “certa”- ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer. Essas realidades, entretanto, têm seu preço. No caso do Brasil atual, o desinteresse pelo que acontece na vida pública é pago com a multiplicação, em ritmo cada vez mais rápido, de todo tipo de parasitas dedicados a prosperar com o dinheiro do Erário. É certo que eles não irão embora por sua livre e espontânea vontade.
(GUZZO, J. R. Revista VEJA, 03/08/2011.)
O autor lista uma série de argumentos que contribuem para a falta de interesse dos brasileiros pela leitura. Marque V para os argumentos verdadeiros e F para os falsos.
( ) Não é questão importante em entrevistas de emprego se o candidato lê livros.
( ) Pessoas lendo não fazem parte de novelas e peças publicitárias.
( ) Os governantes brasileiros afirmam com satisfação que o brasileiro não lê.
( ) A leitura não constitui quesito na avaliação de executivos e outros profissionais.
Assinale a sequência correta.
 

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1345874 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Cuiabá possuía, segundo estudos, no final do século XVIII, 24 engenhos de aguardente e 22 de rapadura e Vila Bela da Santíssima Trindade, 13 engenhos de aguardente e 3 de açúcar e rapadura. Sobre essa produção, pode-se afirmar:

 

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1345788 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Poucos amigos
[...] A leitura de livros, ou de qualquer coisa escrita, não parece estar num bom momento no Brasil de hoje: a opinião pública também não. Vive-se uma época em que a cada três meses é anunciada alguma “revolução” nisso ou naquilo, depois da qual o mundo nunca mais “será o mesmo” de antes. Quando tais portentos envolvem áreas ligadas à comunicação, sempre se insiste, de um jeito ou de outro, em prever que a leitura está a caminho de se transformar num hábito do passado. Cada vez mais, no dia a dia, sua valorização é posta de lado ― ou “relativizada”, como se diz. É comum, por exemplo, ouvir declarações lamentando que árvores sejam cortadas para produzir papel destinado à impressão; a única forma aceitável de leitura, para muita gente boa, deveria ser a tela de algum artefato digital. Empresas de grande renome não consideram uma virtude, no julgamento de seus executivos, o gosto pela leitura, a não ser que se trate de publicações profissionais. Não passa pela cabeça de nenhum recrutador perguntar a um candidato a emprego o que ele está lendo, por mais alto e bem pago que seja o posto a ser preenchido. É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade. Arrisca-se, caso contrário, a ser interrogado pelo chefe: “Por que você está lendo isso?”. Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se com muito calor, no momento, quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo podem ser dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando café da manhã na cama; prega-se, ao longo da trama, todo tipo de causa, da defesa das geleiras à política de cotas raciais, da preservação dos mangues à condenação da gordura trans. O que não aparece, de jeito nenhum, é alguém lendo alguma coisa. O ato de ler também está banido da publicidade de consumo; há uma clara preferência, aí, por algo que se parece muito com culto à boçalidade. Da atitude geral do governo diante da leitura, então, é melhor nem falar; registre-se, em todo caso, sua profunda satisfação em anunciar, sempre que é incomodado pelo noticiário de escândalos publicado na imprensa, que “o brasileiro não lê nada”.
Naturalmente, ninguém se coloca hoje como inimigo dos livros; mas é certo que muitos se beneficiam com o fato de que a leitura, nestes dias, tem poucos amigos na praça. Quanto menos se lê, menos ideias são mantidas em circulação. Quanto menos ideias, menos espaço sobra para a discordância, a procura de alternativas e a fiscalização dos atos do governo. O resultado, na prática, é uma indiferença generalizada em relação ao comportamento de quem governa. Não há muito a fazer quanto a isso. A opinião pública não tem nenhuma obrigação de estar “certa”- ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer. Essas realidades, entretanto, têm seu preço. No caso do Brasil atual, o desinteresse pelo que acontece na vida pública é pago com a multiplicação, em ritmo cada vez mais rápido, de todo tipo de parasitas dedicados a prosperar com o dinheiro do Erário. É certo que eles não irão embora por sua livre e espontânea vontade.
(GUZZO, J. R. Revista VEJA, 03/08/2011.)
No segundo parágrafo, o autor apresenta uma sequência de fatos decorrentes da falta de leitura dos brasileiros. Qual ponto de vista é defendido por essa sequência de fatos?
 

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