Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

Acerca dos prazos e horários das sessões na Câmara Municipal de Campina Grande, de acordo com o Art. 124, e suas atualizações, previstos no Regimento Interno da Casa, assinale a alternativa CORRETA:
“As Sessões Ordinárias compõem-se de 02 (duas) partes e dividido o tempo da seguinte forma;
I – Expediente das 09:00horas a 11:00horas:
a) Pequeno Expediente das 09:00horas até as 11:00horas;

b) Grande Expediente das 11h10min. até as 11h30min.
II – Ordem do Dia das 11h30min. até 11h45min. (NR – Resolução 009/2014)”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1617974 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB

Acerca da distinção entre as denominadas funções de confiança e os cargos em comissão, ambos previstos no inciso V do Art. 37 de Nossa Carta Magna, assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1617337 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Imagine a seguinte situação hipotética:
“O vereador Antônio Conselheiro preside a comissão de elaboração do concurso de provas e títulos para preenchimento de 10 vagas de Agente Administrativo na Câmara Municipal de Campina Grande. Ocorre que, de maneira privilegiada e ao arrepio da lei, repassa informações antecipadas – inclusive acerca de conteúdos que seriam cobrados nas provas - acerca do certame a uma de suas grandes amigas e ex-namorada”.
Considerando-se os cinco princípios constitucionais que regem as condutas dos agentes públicos, de acordo com o Caput do Art. 37 de Nossa carta Magna, a atitude de Antônio Conselheiro fere majoritariamente os princípios da
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1597630 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB

Atente à seguinte situação hipotética e em seguida responda o que se pede.

“Imagine que o pastor protestante Machado de Assis resolve fundar a igreja “Jesus é Dez”, no bairro das Malvinas, em Campina Grande (PB). Com a ajuda de seus fiéis constrói o prédio e solicita a isenção das taxas do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Ocorre que o Município, por pressão do Prefeito, inimigo político declarado do pastor, motivado por vingança pessoal, passa a cobrar o referido imposto, infringindo, além disso, ao templo religioso taxas abusivas durante cinco anos”.

De acordo com o que prevê a Lei Orgânica deste Município, a atitude administrativa do gestor é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto que segue para responder à questão.
A VOZ DO OUTRO
Quarenta e três anos separam a publicação de “O outro”, de Rubem Fonseca, e “Espiral”, de Geovani Martins. A seiva de raiva e rancor que irriga e alimenta as fronteiras entre ricos e pobres no Brasil continua, no entanto, a correr acelerada entre os dois contos ambientados no Rio de Janeiro.
Os protagonistas de “O outro” e “Espiral” não têm nome. São definidos por seu lugar na cidade: o primeiro, um executivo estressado que vive para o trabalho e, entre casa, carro e escritório, pouco anda na rua;(A) o segundo, um adolescente que circula a pé e de ônibus entre a Gávea(C), bairro de classe média alta onde estuda numa escola pública, e a Rocinha, sobressaltada comunidade onde vive.
O executivo de Rubem Fonseca tem medo, o menino de Giovani Martins, também. O executivo tem medo de gente como o menino. O menino tem medo de quem, como o executivo, olha para ele com medo. O medo é pai da raiva; a raiva, mãe da covardia, como lembra Chico Buarque em “As caravanas”. É nesse fogo, nada brando, que o Rio ferve há pelo menos quatro décadas.
No conto de Rubem Fonseca – publicado em Feliz ano novo em 1975 e censurado pela ditadura um ano depois – um homem pobre sai da invisibilidade ao interpelar o executivo: “Doutor, doutor, será que o senhor podia me ajudar?”. Coração na boca, sentindo-se ameaçado, ele responde estendendo “uns trocados”. Dali para a frente, sucessivos pedidos de ajuda lhe parecem emboscadas.”Súplice e ameaçador”, o pedinte é, a seus olhos, um inimigo. Adversário que, um dia, flagra na porta de casa(D). É ali no limiar de seu território, de sua propriedade, que decide dar fim de uma vez por todas ao “outro” que tanto o atormenta.
O personagem de Geovani Martins se “assustava com o susto” de quem o via como “a ameaça”. Prendia o choro, humilhado, até perceber que o jogo nem sempre estava jogado(E). Passaria ele mesmo a ameacar, com sua ostensiva presença, os meninos do colégio particular caríssimo ou senhora que poderia ser sua avó, e, ao percebê-lo, agarrava-se à bolsa. Com o tempo, concentra-se num único homem, Mário, a quem assombra com zelo de especialista. [...](B)
Rubem Fonseca tem 92 anos, Geovani Martins, 26. Os dois estrearam com notáveis livros de contos – Os prisioneiros é de 1963 e O sol na cabeça, em que figura “Espiral”, foi lançado no início deste ano. Um e outro representam, em seus respectivos momentos, rupturas.[...]
[...] Ler Geovani Martins no espelho de Rubem Fonseca é encarar de frente “o outro”, que de exterminado nos anos 1970 vira hoje protagonisa e narrador. E o faz de igual para igual, olhando no olho. Pelo menos na literatura.
(Época, 30/04/2018).
Identifique, dentre as estruturas oracionais abaixo listadas, a única que apresenta oração subordinada adjetiva EXPLICATIVA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
De acordo com o Art. 230 do Regime Interno da Câmara Municipal de Campina Grande, o projeto de lei orçamentária anual será enviado pelo Executivo à Câmara até o dia
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Após a leitura do trecho da matéria jornalística abaixo, responda à questão:
A AMEAÇA CRESCENTE DA OBESIDADE NO PAÍS
O número de pessoas acima do peso no Brasil saltou de 24% da população nos anos 1970 para mais da metade
dos brasileiros hoje em dia.
Os dados são precisos, recentes e, sobretudo, alarmantes. De acordo com o Ministério da Saúde, dos 207,6 milhões de brasileiros, 53,8% estão acima do peso. Na década de 70, o índice(A) no país era bem menor: 24%. A marca ultrapassou 50% da população em 2016 – o que equivale a dizer que o salto não ocorreu de uma hora para outra; desenhou-se aos poucos, é verdade, mas não sem deixar pistas. A crônica da obesidade no Brasil foi, sim, anunciada.
Para além dos fatores genéticos, as causas do sobrepeso se multiplicam – e as mudanças nos hábitos alimentares verificadas mundo afora nas últimas décadas têm enorme responsabilidade no avanço da obesidade. Houve, por exemplo, um aumento significativo no consumo de alimentos semiprontos e congelados. A popularização dos micro-ondas e dos freezers contribuiu bastante para isso. Embora prático, esse cardápio é quase sempre pouco saudável(C), como a maioria das atrações das redes de fast-food. E o pior: muitas vezes, engorda.(B)
Não bastasse o alastramento do sobrepeso entre os adultos – que no Brasil atinge 57,7% dos homens e 50,5% das mulheres –, a obesidade se espalha de forma avassaladora na população infantil. No país, 12,7% dos meninos e 9,4% das meninas estão obesos. O índice nos Estados Unidos, para ficar em um exemplo, é maior; no entanto, observando-se a curva dos últimos vinte anos, nota-se que o crescimento de casos de crianças acima do peso na população americana foi de 66%, enquanto no Brasil esse índice subiu para 239%. A Organização Mundial de Saúde projeta que até 2022 o número de crianças obesas no planeta deva ultrapassar o das que se situarem abaixo do peso. Para tentar ao menos abrandar essa perspectiva(E), a entidade defende a elevação de impostos sobre produtos açucarados e a restrição a alimentos industrializados nas escolas. A propósito, os especialistas chamam a atenção para o fato de que frequentemente em supermercados os alimentos naturais ocupam menos espaço, e como menor destaque que os produtos industrializados.Outra medida seria uma estudada regulação da publicidade destinada ao público infantil. [...] (Veja, 25/07/2018)
Sob o aspecto da organização do texto, algumas palavras ou expressões retomam informações ou apontam para outras presentes no texto. Assim, sob o aspecto da coesão referencial, é FALSO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto que segue para responder à questão.
A VOZ DO OUTRO
Quarenta e três anos separam a publicação de “O outro”, de Rubem Fonseca, e “Espiral”, de Geovani Martins. A seiva de raiva e rancor que irriga e alimenta as fronteiras entre ricos e pobres no Brasil continua, no entanto, a correr acelerada entre os dois contos ambientados no Rio de Janeiro.
Os protagonistas de “O outro” e “Espiral” não têm nome. São definidos por seu lugar na cidade: o primeiro, um executivo estressado que vive para o trabalho e, entre casa, carro e escritório, pouco anda na rua; o segundo, um adolescente que circula a pé e de ônibus entre a Gávea, bairro de classe média alta onde estuda numa escola pública, e a Rocinha, sobressaltada comunidade onde vive.
O executivo de Rubem Fonseca tem medo, o menino de Giovani Martins, também. O executivo tem medo de gente como o menino. O menino tem medo de quem, como o executivo, olha para ele com medo. O medo é pai da raiva; a raiva, mãe da covardia, como lembra Chico Buarque em “As caravanas”. É nesse fogo, nada brando, que o Rio ferve há pelo menos quatro décadas.
No conto de Rubem Fonseca – publicado em Feliz ano novo em 1975 e censurado pela ditadura um ano depois – um homem pobre sai da invisibilidade ao interpelar o executivo: “Doutor, doutor, será que o senhor podia me ajudar?”. Coração na boca, sentindo-se ameaçado, ele responde estendendo “uns trocados”. Dali para a frente, sucessivos pedidos de ajuda lhe parecem emboscadas.”Súplice e ameaçador”, o pedinte é, a seus olhos, um inimigo. Adversário que, um dia, flagra na porta de casa. É ali no limiar de seu território, de sua propriedade, que decide dar fim de uma vez por todas ao “outro” que tanto o atormenta.
O personagem de Geovani Martins se “assustava com o susto” de quem o via como “a ameaça”. Prendia o choro, humilhado, até perceber que o jogo nem sempre estava jogado. Passaria ele mesmo a ameacar, com sua ostensiva presença, os meninos do colégio particular caríssimo ou senhora que poderia ser sua avó, e, ao percebê-lo, agarrava-se à bolsa. Com o tempo, concentra-se num único homem, Mário, a quem assombra com zelo de especialista. [...]
Rubem Fonseca tem 92 anos, Geovani Martins, 26. Os dois estrearam com notáveis livros de contos – Os prisioneiros é de 1963 e O sol na cabeça, em que figura “Espiral”, foi lançado no início deste ano. Um e outro representam, em seus respectivos momentos, rupturas.[...]
[...] Ler Geovani Martins no espelho de Rubem Fonseca é encarar de frente “o outro”, que de exterminado nos anos 1970 vira hoje protagonisa e narrador. E o faz de igual para igual, olhando no olho. Pelo menos na literatura.
(Época, 30/04/2018).
Identifique, dentre as proposições de I a III, aquela(s) cujo conteúdo é falso com relação ao conteúdo desenvolvido na resenha escrita pelo jornalista e professor de comunicação da UFRJ - Paulo Roberto Pires.
I- O texto traz uma análise de dois textos literários (contos) que, embora reproduzam situações diferentes, por retratarem épocas distintas, refletem sobre o mesmo tema – o distanciamento entre pobres e ricos causado pelo sentimento de medo e raiva.
II- Com base na afirmação que encerra o texto, de que “o outro” teria passado de exterminador nos anos 1970 a protagonista e narrador nos tempos atuais, o autor deixa clara a ideia de que já não há mais preconceito.
III- O autor do texto, além de dar detalhes das duas obras cotejadas, ressalta a relevância do tema, e, sobretudo, convida o leitor a conferir a obra mais recente, o que é próprio da resenha jornalística.
Assinale a alternativa que corresponde ao que se pede:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Um fato que teve muita repercussão na mídia foi o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, por significar grande perda para a história do país. Usando de criatividade e bom humor, o chargista toma esse episódio para fazer sua crítica
Analise as proposições de I a III, inferidas da leitura da charge, e responda ao que se pede.
Enunciado 2286481-1
Disponível em: http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2018/09/nani2.jpg.
I- A equivalência feita entre “dinossauros e múmias” e “Sarney e MDB” confere tom irônico ao texto, por se fazer alusão não apenas
à permanência desses últimos na esfera política brasileira, mas também à inércia de sua atuação.
II- A responsabilidade pela tragédia ocorrida no Rio de Janeiro é atribuída, por um dos personagens, a Sarney e ao partido que ele representa, o MDB, como tantas outras tragédias decorrentes do descaso dos governantes.
III- O uso da expressão “lá se vão” em referência a Sarney e ao MDB é uma forma de atenuar o fim do poder desse político e do seu partido, o que é possível porque o verbo IR também significa ACABAR/MORRER.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia com atenção a situação hipotética abaixo e em seguida responda o que se pede.
“Michael Jackson é professor concursado há 20 anos no Município de Campina Grande. Ao ser eleito vereador, e antes de tomar posse, é aconselhado pelo seu advogado a pedir licença sem remuneração do cargo de professor, já que, segundo o causídico, não haveria qualquer possibilidade jurídica, de acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal deste Município, de Michael continuar lecionando, fato que muito o entristeceu, uma vez que ele amava dar aulas.”
Nesta situação, o entendimento do advogado está
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas