Foram encontradas 169 questões.
Leia o texto, para responder a questão.
Dentro de um abraço
Onde é que você gostaria de estar agora, neste exato
momento?
Fico pensando nos lugares paradisíacos onde já estive,
e que não me custaria nada repisar: num determinado restaurante de uma ilha grega, em diversas praias do Brasil e do
mundo, na casa de bons amigos, em algum vilarejo europeu,
numa estrada bela e vazia, no meio de um show espetacular,
numa sala de cinema assistindo à estreia de um filme muito
esperado e, principalmente, no meu quarto e na minha cama,
que nenhum hotel cinco estrelas consegue superar – a intimidade da gente é irreproduzível.
Posso também listar os lugares onde não gostaria de estar:
num leito de hospital, numa fila de banco, numa reunião de condomínio, presa num elevador, em meio a um trânsito congestionado, numa cadeira de dentista.
E então? Somando os prós e os contras, as boas e más
ações, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo?
Meu palpite: dentro de um abraço.
Que lugar melhor para uma criança, para um idoso, para
uma mulher apaixonada, para um adolescente com medo,
para um doente, para alguém solitário? Dentro de um abraço
é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço
não se ouve o tique-taque dos relógios e, se faltar luz, tanto
melhor. Tudo o que se pensa e sofre, dentro de um abraço
se dissolve.
Que lugar melhor para um recém-nascido, para um
recém-chegado, para um recém-demitido, para um recém-
-contratado? Dentro de um abraço nenhuma situação é
incerta, o futuro não amedronta, estacionamos confortavelmente em meio ao paraíso.
O rosto contra o peito de quem o abraça, as batidas do
coração dele e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou
agradecer, dentro de um abraço voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Dentro de um abraço
Onde é que você gostaria de estar agora, neste exato
momento?
Fico pensando nos lugares paradisíacos onde já estive,
e que não me custaria nada repisar: num determinado restaurante de uma ilha grega, em diversas praias do Brasil e do
mundo, na casa de bons amigos, em algum vilarejo europeu,
numa estrada bela e vazia, no meio de um show espetacular,
numa sala de cinema assistindo à estreia de um filme muito
esperado e, principalmente, no meu quarto e na minha cama,
que nenhum hotel cinco estrelas consegue superar – a intimidade da gente é irreproduzível.
Posso também listar os lugares onde não gostaria de estar:
num leito de hospital, numa fila de banco, numa reunião de condomínio, presa num elevador, em meio a um trânsito congestionado, numa cadeira de dentista.
E então? Somando os prós e os contras, as boas e más
ações, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo?
Meu palpite: dentro de um abraço.
Que lugar melhor para uma criança, para um idoso, para
uma mulher apaixonada, para um adolescente com medo,
para um doente, para alguém solitário? Dentro de um abraço
é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço
não se ouve o tique-taque dos relógios e, se faltar luz, tanto
melhor. Tudo o que se pensa e sofre, dentro de um abraço
se dissolve.
Que lugar melhor para um recém-nascido, para um
recém-chegado, para um recém-demitido, para um recém-
-contratado? Dentro de um abraço nenhuma situação é
incerta, o futuro não amedronta, estacionamos confortavelmente em meio ao paraíso.
O rosto contra o peito de quem o abraça, as batidas do
coração dele e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou
agradecer, dentro de um abraço voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Dentro de um abraço
Onde é que você gostaria de estar agora, neste exato
momento?
Fico pensando nos lugares paradisíacos onde já estive,
e que não me custaria nada repisar: num determinado restaurante de uma ilha grega, em diversas praias do Brasil e do
mundo, na casa de bons amigos, em algum vilarejo europeu,
numa estrada bela e vazia, no meio de um show espetacular,
numa sala de cinema assistindo à estreia de um filme muito
esperado e, principalmente, no meu quarto e na minha cama,
que nenhum hotel cinco estrelas consegue superar – a intimidade da gente é irreproduzível.
Posso também listar os lugares onde não gostaria de estar:
num leito de hospital, numa fila de banco, numa reunião de condomínio, presa num elevador, em meio a um trânsito congestionado, numa cadeira de dentista.
E então? Somando os prós e os contras, as boas e más
ações, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo?
Meu palpite: dentro de um abraço.
Que lugar melhor para uma criança, para um idoso, para
uma mulher apaixonada, para um adolescente com medo,
para um doente, para alguém solitário? Dentro de um abraço
é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço
não se ouve o tique-taque dos relógios e, se faltar luz, tanto
melhor. Tudo o que se pensa e sofre, dentro de um abraço
se dissolve.
Que lugar melhor para um recém-nascido, para um
recém-chegado, para um recém-demitido, para um recém-
-contratado? Dentro de um abraço nenhuma situação é
incerta, o futuro não amedronta, estacionamos confortavelmente em meio ao paraíso.
O rosto contra o peito de quem o abraça, as batidas do
coração dele e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou
agradecer, dentro de um abraço voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
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Para responder a questão, considere o Manual de Redação da Presidência da República
– 3ª
edição, revista, atualizada e ampliada
Assinale a alternativa que atende a essa norma.
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Assinale a alternativa em que o emprego e a colocação
do pronome estão de acordo com a norma-padrão.
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Assinale a alternativa em que a norma-padrão de concordância nominal está sendo observada.
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Leia o texto, para responder a questão.
Viajandões
Violência urbana nunca foi novidade. Aumentou, mas
sempre existiu. Porém, até ela já teve dias mais românticos.
Podemos quase sentir saudades de uma época em que os crimes eram protagonizados por uma turma que queria apenas
enriquecer sem trabalhar, e para isso invadia sua casa, levava
seu carro ou afanava sua bolsa, mas sempre tendo a delicadeza de avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um assalto!”. Eles
sabiam o que estavam fazendo. E uma vez com o objeto do
desejo em mãos, iam embora apressados assim que ouviam
as sirenes da polícia, não sem antes fazer uma mesura de
despedida. Quase posso ver George Clooney no papel.
Hoje os meliantes chegam agressivamente comunicando “Perdeu! Perdeu!”, a polícia não aparece e ninguém sabe
direito o que está fazendo: se antes éramos surpreendidos
por um pessoal que, a seu modo, tentava evitar confusões
desnecessárias, hoje nos atacam completamente chapados,
alucinados e sem a menor condição de distinguir um assalto
de um assassinato. Não se pode mais escolher entre a vida
ou a bolsa: eles levam ambos.
A recomendação sempre foi a de não reagir. Eles têm
uma arma, você não. Obedeça. Porém, até um tempo atrás,
contávamos com um mínimo de discernimento a nosso favor.
Quem nos assaltava sabia que estava cometendo um crime,
sabia que deveria agir rápido e fazer o menor estrago possível, sem chamar atenção. Havia esperança de eles serem
minimamente lúcidos e fazerem um serviço limpo.
Hoje, o cara que nos ataca pensa que é todo-poderoso.
Tem delírio de todos os tipos. Se você ousar piscar os olhos,
ele poderá interpretar como um sinal feito para o carro da
frente. Se você estiver de camiseta verde, isso pode ser considerado uma provocação, já que a grama também é verde,
você por acaso o está mandando pastar? Em sua infinita doideira, nós é que somos a ameaça.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto, para responder a questão.
Viajandões
Violência urbana nunca foi novidade. Aumentou, mas
sempre existiu. Porém, até ela já teve dias mais românticos.
Podemos quase sentir saudades de uma época em que os crimes eram protagonizados por uma turma que queria apenas
enriquecer sem trabalhar, e para isso invadia sua casa, levava
seu carro ou afanava sua bolsa, mas sempre tendo a delicadeza de avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um assalto!”. Eles
sabiam o que estavam fazendo. E uma vez com o objeto do
desejo em mãos, iam embora apressados assim que ouviam
as sirenes da polícia, não sem antes fazer uma mesura de
despedida. Quase posso ver George Clooney no papel.
Hoje os meliantes chegam agressivamente comunicando “Perdeu! Perdeu!”, a polícia não aparece e ninguém sabe
direito o que está fazendo: se antes éramos surpreendidos
por um pessoal que, a seu modo, tentava evitar confusões
desnecessárias, hoje nos atacam completamente chapados,
alucinados e sem a menor condição de distinguir um assalto
de um assassinato. Não se pode mais escolher entre a vida
ou a bolsa: eles levam ambos.
A recomendação sempre foi a de não reagir. Eles têm
uma arma, você não. Obedeça. Porém, até um tempo atrás,
contávamos com um mínimo de discernimento a nosso favor.
Quem nos assaltava sabia que estava cometendo um crime,
sabia que deveria agir rápido e fazer o menor estrago possível, sem chamar atenção. Havia esperança de eles serem
minimamente lúcidos e fazerem um serviço limpo.
Hoje, o cara que nos ataca pensa que é todo-poderoso.
Tem delírio de todos os tipos. Se você ousar piscar os olhos,
ele poderá interpretar como um sinal feito para o carro da
frente. Se você estiver de camiseta verde, isso pode ser considerado uma provocação, já que a grama também é verde,
você por acaso o está mandando pastar? Em sua infinita doideira, nós é que somos a ameaça.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
Não se pode mais escolher entre a vida e a bolsa: eles levam ambas. / Eles têm uma arma, você não.
A alternativa que substitui os sinais de pontuação nelas empregados por construções que expressam sentido adequado ao original é:
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Viajandões
Violência urbana nunca foi novidade. Aumentou, mas
sempre existiu. Porém, até ela já teve dias mais românticos.
Podemos quase sentir saudades de uma época em que os crimes eram protagonizados por uma turma que queria apenas
enriquecer sem trabalhar, e para isso invadia sua casa, levava
seu carro ou afanava sua bolsa, mas sempre tendo a delicadeza de avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um assalto!”. Eles
sabiam o que estavam fazendo. E uma vez com o objeto do
desejo em mãos, iam embora apressados assim que ouviam
as sirenes da polícia, não sem antes fazer uma mesura de
despedida. Quase posso ver George Clooney no papel.
Hoje os meliantes chegam agressivamente comunicando “Perdeu! Perdeu!”, a polícia não aparece e ninguém sabe
direito o que está fazendo: se antes éramos surpreendidos
por um pessoal que, a seu modo, tentava evitar confusões
desnecessárias, hoje nos atacam completamente chapados,
alucinados e sem a menor condição de distinguir um assalto
de um assassinato. Não se pode mais escolher entre a vida
ou a bolsa: eles levam ambos.
A recomendação sempre foi a de não reagir. Eles têm
uma arma, você não. Obedeça. Porém, até um tempo atrás,
contávamos com um mínimo de discernimento a nosso favor.
Quem nos assaltava sabia que estava cometendo um crime,
sabia que deveria agir rápido e fazer o menor estrago possível, sem chamar atenção. Havia esperança de eles serem
minimamente lúcidos e fazerem um serviço limpo.
Hoje, o cara que nos ataca pensa que é todo-poderoso.
Tem delírio de todos os tipos. Se você ousar piscar os olhos,
ele poderá interpretar como um sinal feito para o carro da
frente. Se você estiver de camiseta verde, isso pode ser considerado uma provocação, já que a grama também é verde,
você por acaso o está mandando pastar? Em sua infinita doideira, nós é que somos a ameaça.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Viajandões
Violência urbana nunca foi novidade. Aumentou, mas
sempre existiu. Porém, até ela já teve dias mais românticos.
Podemos quase sentir saudades de uma época em que os crimes eram protagonizados por uma turma que queria apenas
enriquecer sem trabalhar, e para isso invadia sua casa, levava
seu carro ou afanava sua bolsa, mas sempre tendo a delicadeza de avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um assalto!”. Eles
sabiam o que estavam fazendo. E uma vez com o objeto do
desejo em mãos, iam embora apressados assim que ouviam
as sirenes da polícia, não sem antes fazer uma mesura de
despedida. Quase posso ver George Clooney no papel.
Hoje os meliantes chegam agressivamente comunicando “Perdeu! Perdeu!”, a polícia não aparece e ninguém sabe
direito o que está fazendo: se antes éramos surpreendidos
por um pessoal que, a seu modo, tentava evitar confusões
desnecessárias, hoje nos atacam completamente chapados,
alucinados e sem a menor condição de distinguir um assalto
de um assassinato. Não se pode mais escolher entre a vida
ou a bolsa: eles levam ambos.
A recomendação sempre foi a de não reagir. Eles têm
uma arma, você não. Obedeça. Porém, até um tempo atrás,
contávamos com um mínimo de discernimento a nosso favor.
Quem nos assaltava sabia que estava cometendo um crime,
sabia que deveria agir rápido e fazer o menor estrago possível, sem chamar atenção. Havia esperança de eles serem
minimamente lúcidos e fazerem um serviço limpo.
Hoje, o cara que nos ataca pensa que é todo-poderoso.
Tem delírio de todos os tipos. Se você ousar piscar os olhos,
ele poderá interpretar como um sinal feito para o carro da
frente. Se você estiver de camiseta verde, isso pode ser considerado uma provocação, já que a grama também é verde,
você por acaso o está mandando pastar? Em sua infinita doideira, nós é que somos a ameaça.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
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