Magna Concursos

Foram encontradas 322 questões.

3517469 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
Leia com atenção a afirmativa abaixo:

O humorista agradeceu a oportunidade ao público.

Qual a transitividade verbal presente na sentença acima?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517468 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo brasileiro usa nanotecnologia para detectar dengue, zika e chikungunya
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) busca acelerar o diagnóstico de arboviroses, como zika, chikungunya e dengue. O novo teste, ainda em estudo, se baseia na utilização de nanopartículas de ouro para detectar proteínas específicas do organismo e indicar infecções e surge como alternativa aos exames tradicionais, que podem demorar dias para apresentar os resultados.
O trabalho é orientado pela professora do Departamento de Química Inorgânica da UFF, Célia Machado Ronconi, em parceria com pesquisadores do Instituto de Biologia da UFF e visa apresentar um diagnóstico diferencial entre dengue, zika e chikungunya de forma mais rápida e eficiente.
"Os sintomas de doenças como dengue, zika e chikungunya são muito parecidos, o que dificulta a identificação clínica sem um exame laboratorial preciso. Decidimos, então, adaptar a metodologia que já tínhamos utilizado com sucesso para a Covid-19", explica Ronconi, em comunicado divulgado pela UFF.
O novo teste foi inspirado em uma pesquisa anterior, realizada durante a pandemia da Covid-19, na qual pesquisadores da UFF criaram um método utilizando nanopartículas de ouro para identificar rapidamente a presença da proteína-base do vírus no organismo humano. A estratégia resultou em uma forma eficaz de detectar o microrganismo. A solução foi publicada e patenteada pelo grupo de pesquisadores.
No estudo, as nanopartículas foram ligadas aos anticorpos específicos da zika para detectar uma proteína chamada NS1, que aparece no sangue de pessoas infectadas pelo vírus causador da doença. Segundo Ronconi, as propriedades das nanopartículas de ouro espalham a luz e, consequentemente, quando são ligadas aos anticorpos que identificam o vírus ou a proteína NS1, é possível monitorar a mudança no espalhamento da luz em função da alteração do tamanho das nanopartículas.
Além disso, na ausência da proteína, essas partículas se agregam. No entanto, quando a proteína está presente, ela impede a agregação das nanopartículas. Consequentemente, é possível identificar a presença da proteína NS1 pela mudança no espalhamento da radiação.
A proteína NS1 é produzida no organismo durante a infecção pelo vírus da zika e, por isso, ao ser identificada, é possível confirmar que a pessoa está doente, de acordo com a professora. "Ela [a proteína] é liberada no organismo quando o vírus da zika começa a se replicar e pode ser detectada em concentrações significativas no plasma sanguíneo", explica Ronconi.
O próximo passo dos pesquisadores é validar o método em amostras reais de plasma sanguíneo de pacientes. Para a pesquisadora, o desenvolvimento de testes mais rápidos e eficazes é essencial para garantir diagnósticos assertivos e direcionados.
"Às vezes, é preciso esperar dias para realizar o exame e obter o resultado, mas nesse tempo a pessoa já poderia estar sendo medicada corretamente. Atualmente, muitos diagnósticos são baseados nos sintomas relatados pelos pacientes, o que pode gerar incertezas", comenta Ronconi. "Sem exames laboratoriais rápidos, é comum que o médico fique em dúvida entre as diferentes doenças pela semelhança dos sintomas, como dengue, chikungunya, zika, ou até o recente vírus oropouche, que tem se espalhado devido ao desmatamento."
Além disso, a professora defende que testes mais rápidos podem evitar a sobrecarga nos sistemas de saúde em cenários de epidemias.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-brasileiro-usa-nanotecnolog ia-para-detectar-dengue-zika-e-chikungunya/
Como a presença da proteína NS1 indica a infecção pelo vírus da zika no estudo descrito?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517467 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo brasileiro usa nanotecnologia para detectar dengue, zika e chikungunya
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) busca acelerar o diagnóstico de arboviroses, como zika, chikungunya e dengue. O novo teste, ainda em estudo, se baseia na utilização de nanopartículas de ouro para detectar proteínas específicas do organismo e indicar infecções e surge como alternativa aos exames tradicionais, que podem demorar dias para apresentar os resultados.
O trabalho é orientado pela professora do Departamento de Química Inorgânica da UFF, Célia Machado Ronconi, em parceria com pesquisadores do Instituto de Biologia da UFF e visa apresentar um diagnóstico diferencial entre dengue, zika e chikungunya de forma mais rápida e eficiente.
"Os sintomas de doenças como dengue, zika e chikungunya são muito parecidos, o que dificulta a identificação clínica sem um exame laboratorial preciso. Decidimos, então, adaptar a metodologia que já tínhamos utilizado com sucesso para a Covid-19", explica Ronconi, em comunicado divulgado pela UFF.
O novo teste foi inspirado em uma pesquisa anterior, realizada durante a pandemia da Covid-19, na qual pesquisadores da UFF criaram um método utilizando nanopartículas de ouro para identificar rapidamente a presença da proteína-base do vírus no organismo humano. A estratégia resultou em uma forma eficaz de detectar o microrganismo. A solução foi publicada e patenteada pelo grupo de pesquisadores.
No estudo, as nanopartículas foram ligadas aos anticorpos específicos da zika para detectar uma proteína chamada NS1, que aparece no sangue de pessoas infectadas pelo vírus causador da doença. Segundo Ronconi, as propriedades das nanopartículas de ouro espalham a luz e, consequentemente, quando são ligadas aos anticorpos que identificam o vírus ou a proteína NS1, é possível monitorar a mudança no espalhamento da luz em função da alteração do tamanho das nanopartículas.
Além disso, na ausência da proteína, essas partículas se agregam. No entanto, quando a proteína está presente, ela impede a agregação das nanopartículas. Consequentemente, é possível identificar a presença da proteína NS1 pela mudança no espalhamento da radiação.
A proteína NS1 é produzida no organismo durante a infecção pelo vírus da zika e, por isso, ao ser identificada, é possível confirmar que a pessoa está doente, de acordo com a professora. "Ela [a proteína] é liberada no organismo quando o vírus da zika começa a se replicar e pode ser detectada em concentrações significativas no plasma sanguíneo", explica Ronconi.
O próximo passo dos pesquisadores é validar o método em amostras reais de plasma sanguíneo de pacientes. Para a pesquisadora, o desenvolvimento de testes mais rápidos e eficazes é essencial para garantir diagnósticos assertivos e direcionados.
"Às vezes, é preciso esperar dias para realizar o exame e obter o resultado, mas nesse tempo a pessoa já poderia estar sendo medicada corretamente. Atualmente, muitos diagnósticos são baseados nos sintomas relatados pelos pacientes, o que pode gerar incertezas", comenta Ronconi. "Sem exames laboratoriais rápidos, é comum que o médico fique em dúvida entre as diferentes doenças pela semelhança dos sintomas, como dengue, chikungunya, zika, ou até o recente vírus oropouche, que tem se espalhado devido ao desmatamento."
Além disso, a professora defende que testes mais rápidos podem evitar a sobrecarga nos sistemas de saúde em cenários de epidemias.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-brasileiro-usa-nanotecnolog ia-para-detectar-dengue-zika-e-chikungunya/
Como as nanopartículas de ouro ajudam a detectar a presença do vírus da zika no estudo realizado?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517466 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo brasileiro usa nanotecnologia para detectar dengue, zika e chikungunya
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) busca acelerar o diagnóstico de arboviroses, como zika, chikungunya e dengue. O novo teste, ainda em estudo, se baseia na utilização de nanopartículas de ouro para detectar proteínas específicas do organismo e indicar infecções e surge como alternativa aos exames tradicionais, que podem demorar dias para apresentar os resultados.
O trabalho é orientado pela professora do Departamento de Química Inorgânica da UFF, Célia Machado Ronconi, em parceria com pesquisadores do Instituto de Biologia da UFF e visa apresentar um diagnóstico diferencial entre dengue, zika e chikungunya de forma mais rápida e eficiente.
"Os sintomas de doenças como dengue, zika e chikungunya são muito parecidos, o que dificulta a identificação clínica sem um exame laboratorial preciso. Decidimos, então, adaptar a metodologia que já tínhamos utilizado com sucesso para a Covid-19", explica Ronconi, em comunicado divulgado pela UFF.
O novo teste foi inspirado em uma pesquisa anterior, realizada durante a pandemia da Covid-19, na qual pesquisadores da UFF criaram um método utilizando nanopartículas de ouro para identificar rapidamente a presença da proteína-base do vírus no organismo humano. A estratégia resultou em uma forma eficaz de detectar o microrganismo. A solução foi publicada e patenteada pelo grupo de pesquisadores.
No estudo, as nanopartículas foram ligadas aos anticorpos específicos da zika para detectar uma proteína chamada NS1, que aparece no sangue de pessoas infectadas pelo vírus causador da doença. Segundo Ronconi, as propriedades das nanopartículas de ouro espalham a luz e, consequentemente, quando são ligadas aos anticorpos que identificam o vírus ou a proteína NS1, é possível monitorar a mudança no espalhamento da luz em função da alteração do tamanho das nanopartículas.
Além disso, na ausência da proteína, essas partículas se agregam. No entanto, quando a proteína está presente, ela impede a agregação das nanopartículas. Consequentemente, é possível identificar a presença da proteína NS1 pela mudança no espalhamento da radiação.
A proteína NS1 é produzida no organismo durante a infecção pelo vírus da zika e, por isso, ao ser identificada, é possível confirmar que a pessoa está doente, de acordo com a professora. "Ela [a proteína] é liberada no organismo quando o vírus da zika começa a se replicar e pode ser detectada em concentrações significativas no plasma sanguíneo", explica Ronconi.
O próximo passo dos pesquisadores é validar o método em amostras reais de plasma sanguíneo de pacientes. Para a pesquisadora, o desenvolvimento de testes mais rápidos e eficazes é essencial para garantir diagnósticos assertivos e direcionados.
"Às vezes, é preciso esperar dias para realizar o exame e obter o resultado, mas nesse tempo a pessoa já poderia estar sendo medicada corretamente. Atualmente, muitos diagnósticos são baseados nos sintomas relatados pelos pacientes, o que pode gerar incertezas", comenta Ronconi. "Sem exames laboratoriais rápidos, é comum que o médico fique em dúvida entre as diferentes doenças pela semelhança dos sintomas, como dengue, chikungunya, zika, ou até o recente vírus oropouche, que tem se espalhado devido ao desmatamento."
Além disso, a professora defende que testes mais rápidos podem evitar a sobrecarga nos sistemas de saúde em cenários de epidemias.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-brasileiro-usa-nanotecnolog ia-para-detectar-dengue-zika-e-chikungunya/
Qual é uma das principais razões para a necessidade de testes mais rápidos, segundo a pesquisadora Ronconi?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517465 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo brasileiro usa nanotecnologia para detectar dengue, zika e chikungunya
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) busca acelerar o diagnóstico de arboviroses, como zika, chikungunya e dengue. O novo teste, ainda em estudo, se baseia na utilização de nanopartículas de ouro para detectar proteínas específicas do organismo e indicar infecções e surge como alternativa aos exames tradicionais, que podem demorar dias para apresentar os resultados.
O trabalho é orientado pela professora do Departamento de Química Inorgânica da UFF, Célia Machado Ronconi, em parceria com pesquisadores do Instituto de Biologia da UFF e visa apresentar um diagnóstico diferencial entre dengue, zika e chikungunya de forma mais rápida e eficiente.
"Os sintomas de doenças como dengue, zika e chikungunya são muito parecidos, o que dificulta a identificação clínica sem um exame laboratorial preciso. Decidimos, então, adaptar a metodologia que já tínhamos utilizado com sucesso para a Covid-19", explica Ronconi, em comunicado divulgado pela UFF.
O novo teste foi inspirado em uma pesquisa anterior, realizada durante a pandemia da Covid-19, na qual pesquisadores da UFF criaram um método utilizando nanopartículas de ouro para identificar rapidamente a presença da proteína-base do vírus no organismo humano. A estratégia resultou em uma forma eficaz de detectar o microrganismo. A solução foi publicada e patenteada pelo grupo de pesquisadores.
No estudo, as nanopartículas foram ligadas aos anticorpos específicos da zika para detectar uma proteína chamada NS1, que aparece no sangue de pessoas infectadas pelo vírus causador da doença. Segundo Ronconi, as propriedades das nanopartículas de ouro espalham a luz e, consequentemente, quando são ligadas aos anticorpos que identificam o vírus ou a proteína NS1, é possível monitorar a mudança no espalhamento da luz em função da alteração do tamanho das nanopartículas.
Além disso, na ausência da proteína, essas partículas se agregam. No entanto, quando a proteína está presente, ela impede a agregação das nanopartículas. Consequentemente, é possível identificar a presença da proteína NS1 pela mudança no espalhamento da radiação.
A proteína NS1 é produzida no organismo durante a infecção pelo vírus da zika e, por isso, ao ser identificada, é possível confirmar que a pessoa está doente, de acordo com a professora. "Ela [a proteína] é liberada no organismo quando o vírus da zika começa a se replicar e pode ser detectada em concentrações significativas no plasma sanguíneo", explica Ronconi.
O próximo passo dos pesquisadores é validar o método em amostras reais de plasma sanguíneo de pacientes. Para a pesquisadora, o desenvolvimento de testes mais rápidos e eficazes é essencial para garantir diagnósticos assertivos e direcionados.
"Às vezes, é preciso esperar dias para realizar o exame e obter o resultado, mas nesse tempo a pessoa já poderia estar sendo medicada corretamente. Atualmente, muitos diagnósticos são baseados nos sintomas relatados pelos pacientes, o que pode gerar incertezas", comenta Ronconi. "Sem exames laboratoriais rápidos, é comum que o médico fique em dúvida entre as diferentes doenças pela semelhança dos sintomas, como dengue, chikungunya, zika, ou até o recente vírus oropouche, que tem se espalhado devido ao desmatamento."
Além disso, a professora defende que testes mais rápidos podem evitar a sobrecarga nos sistemas de saúde em cenários de epidemias.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-brasileiro-usa-nanotecnolog ia-para-detectar-dengue-zika-e-chikungunya/
Qual é a principal vantagem do novo teste para diagnóstico de arboviroses desenvolvido pela Universidade Federal Fluminense (UFF)?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517464 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo brasileiro usa nanotecnologia para detectar dengue, zika e chikungunya
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) busca acelerar o diagnóstico de arboviroses, como zika, chikungunya e dengue. O novo teste, ainda em estudo, se baseia na utilização de nanopartículas de ouro para detectar proteínas específicas do organismo e indicar infecções e surge como alternativa aos exames tradicionais, que podem demorar dias para apresentar os resultados.
O trabalho é orientado pela professora do Departamento de Química Inorgânica da UFF, Célia Machado Ronconi, em parceria com pesquisadores do Instituto de Biologia da UFF e visa apresentar um diagnóstico diferencial entre dengue, zika e chikungunya de forma mais rápida e eficiente.
"Os sintomas de doenças como dengue, zika e chikungunya são muito parecidos, o que dificulta a identificação clínica sem um exame laboratorial preciso. Decidimos, então, adaptar a metodologia que já tínhamos utilizado com sucesso para a Covid-19", explica Ronconi, em comunicado divulgado pela UFF.
O novo teste foi inspirado em uma pesquisa anterior, realizada durante a pandemia da Covid-19, na qual pesquisadores da UFF criaram um método utilizando nanopartículas de ouro para identificar rapidamente a presença da proteína-base do vírus no organismo humano. A estratégia resultou em uma forma eficaz de detectar o microrganismo. A solução foi publicada e patenteada pelo grupo de pesquisadores.
No estudo, as nanopartículas foram ligadas aos anticorpos específicos da zika para detectar uma proteína chamada NS1, que aparece no sangue de pessoas infectadas pelo vírus causador da doença. Segundo Ronconi, as propriedades das nanopartículas de ouro espalham a luz e, consequentemente, quando são ligadas aos anticorpos que identificam o vírus ou a proteína NS1, é possível monitorar a mudança no espalhamento da luz em função da alteração do tamanho das nanopartículas.
Além disso, na ausência da proteína, essas partículas se agregam. No entanto, quando a proteína está presente, ela impede a agregação das nanopartículas. Consequentemente, é possível identificar a presença da proteína NS1 pela mudança no espalhamento da radiação.
A proteína NS1 é produzida no organismo durante a infecção pelo vírus da zika e, por isso, ao ser identificada, é possível confirmar que a pessoa está doente, de acordo com a professora. "Ela [a proteína] é liberada no organismo quando o vírus da zika começa a se replicar e pode ser detectada em concentrações significativas no plasma sanguíneo", explica Ronconi.
O próximo passo dos pesquisadores é validar o método em amostras reais de plasma sanguíneo de pacientes. Para a pesquisadora, o desenvolvimento de testes mais rápidos e eficazes é essencial para garantir diagnósticos assertivos e direcionados.
"Às vezes, é preciso esperar dias para realizar o exame e obter o resultado, mas nesse tempo a pessoa já poderia estar sendo medicada corretamente. Atualmente, muitos diagnósticos são baseados nos sintomas relatados pelos pacientes, o que pode gerar incertezas", comenta Ronconi. "Sem exames laboratoriais rápidos, é comum que o médico fique em dúvida entre as diferentes doenças pela semelhança dos sintomas, como dengue, chikungunya, zika, ou até o recente vírus oropouche, que tem se espalhado devido ao desmatamento."
Além disso, a professora defende que testes mais rápidos podem evitar a sobrecarga nos sistemas de saúde em cenários de epidemias.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-brasileiro-usa-nanotecnolog ia-para-detectar-dengue-zika-e-chikungunya/
Qual é o principal objetivo do trabalho orientado pela professora Célia Machado Ronconi, da UFF?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517463 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo brasileiro usa nanotecnologia para detectar dengue, zika e chikungunya
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) busca acelerar o diagnóstico de arboviroses, como zika, chikungunya e dengue. O novo teste, ainda em estudo, se baseia na utilização de nanopartículas de ouro para detectar proteínas específicas do organismo e indicar infecções e surge como alternativa aos exames tradicionais, que podem demorar dias para apresentar os resultados.
O trabalho é orientado pela professora do Departamento de Química Inorgânica da UFF, Célia Machado Ronconi, em parceria com pesquisadores do Instituto de Biologia da UFF e visa apresentar um diagnóstico diferencial entre dengue, zika e chikungunya de forma mais rápida e eficiente.
"Os sintomas de doenças como dengue, zika e chikungunya são muito parecidos, o que dificulta a identificação clínica sem um exame laboratorial preciso. Decidimos, então, adaptar a metodologia que já tínhamos utilizado com sucesso para a Covid-19", explica Ronconi, em comunicado divulgado pela UFF.
O novo teste foi inspirado em uma pesquisa anterior, realizada durante a pandemia da Covid-19, na qual pesquisadores da UFF criaram um método utilizando nanopartículas de ouro para identificar rapidamente a presença da proteína-base do vírus no organismo humano. A estratégia resultou em uma forma eficaz de detectar o microrganismo. A solução foi publicada e patenteada pelo grupo de pesquisadores.
No estudo, as nanopartículas foram ligadas aos anticorpos específicos da zika para detectar uma proteína chamada NS1, que aparece no sangue de pessoas infectadas pelo vírus causador da doença. Segundo Ronconi, as propriedades das nanopartículas de ouro espalham a luz e, consequentemente, quando são ligadas aos anticorpos que identificam o vírus ou a proteína NS1, é possível monitorar a mudança no espalhamento da luz em função da alteração do tamanho das nanopartículas.
Além disso, na ausência da proteína, essas partículas se agregam. No entanto, quando a proteína está presente, ela impede a agregação das nanopartículas. Consequentemente, é possível identificar a presença da proteína NS1 pela mudança no espalhamento da radiação.
A proteína NS1 é produzida no organismo durante a infecção pelo vírus da zika e, por isso, ao ser identificada, é possível confirmar que a pessoa está doente, de acordo com a professora. "Ela [a proteína] é liberada no organismo quando o vírus da zika começa a se replicar e pode ser detectada em concentrações significativas no plasma sanguíneo", explica Ronconi.
O próximo passo dos pesquisadores é validar o método em amostras reais de plasma sanguíneo de pacientes. Para a pesquisadora, o desenvolvimento de testes mais rápidos e eficazes é essencial para garantir diagnósticos assertivos e direcionados.
"Às vezes, é preciso esperar dias para realizar o exame e obter o resultado, mas nesse tempo a pessoa já poderia estar sendo medicada corretamente. Atualmente, muitos diagnósticos são baseados nos sintomas relatados pelos pacientes, o que pode gerar incertezas", comenta Ronconi. "Sem exames laboratoriais rápidos, é comum que o médico fique em dúvida entre as diferentes doenças pela semelhança dos sintomas, como dengue, chikungunya, zika, ou até o recente vírus oropouche, que tem se espalhado devido ao desmatamento."
Além disso, a professora defende que testes mais rápidos podem evitar a sobrecarga nos sistemas de saúde em cenários de epidemias.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-brasileiro-usa-nanotecnolog ia-para-detectar-dengue-zika-e-chikungunya/
Qual é a origem da metodologia usada no novo teste para diagnosticar dengue, zika e chikungunya, segundo o comunicado divulgado pela UFF?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517462 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
Associe os conceitos dos termos, numerando a coluna 2, de acordo com a coluna 1.

Coluna 1

1.Metodologia de ensino.
2.Teoria.
3.Abordagens pedagógicas.

Coluna 2

A.(__)Se apoiam em práticas de comunidades escolares em pensamentos teóricos da educação. Não pressupõe um método específico ou procedimento replicável.
B.(__)É um conjunto de ideias que procura transmitir uma noção geral de alguns aspectos da realidade. Se desenvolve por meio de estudos, experimentos e observações.
C.(__)É uma forma de organizar e conduzir o processo de ensino e aprendizagem. Existem diferentes formas de metodologias de ensino, cada uma com suas características.

(Acesso em: https://www.modernacompartilha.com.br/metodologia -de-ensino/.)

Marque a alternativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517461 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
Wallon analisando as origens do conhecimento na criança, apresenta duas particularidades do pensamento infantil. Ele contribuiu com a psicologia ao estudo do desenvolvimento do pensamento infantil, aponta que, ao longo das primeiras etapas, a criança carece de "pensamento reflexivo". Como esse conceito é melhor compreendido?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3517460 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Apiaí-SP
Cultivar mentes criativas desde a infância enriquece a jornada educacional.
A imaginação, como capacidade de criar imagens mentais e fantasiar, é um fator importante no desenvolvimento infantil, onde irá:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas