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Samba do Approach
Zeca Pagodinho e Zeca Baleiro.
Venha provar meu brunch
saiba que eu tenho approach
na hora do lunch
eu ando de ferryboat
Eu tenho savoir-faire
meu temperamento é light
minha casa é hi-tech
toda hora rola um insight
Já fui fã do Jethro Tull
hoje me amarro no Slash
minha vida agora é cool
meu passado é que foi trash
Disponível:https://www.letras.mus.br/zecabaleiro/43674. Acesso em: 05 de junho de 2024.
No que refere as diversas modalidades do uso da língua e as expressões em destaque na música "Samba do Approach", é CORRETO afirmar que essas expressões se configuram como:
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Educação financeira: o exemplo que deve ser
oferecido desde cedo
Por Paulo Melo
A educação financeira é um tema cada vez mais
presente na realidade e currículo das escolas e
considerado fundamental para ser trabalhado desde
cedo com as crianças, para que elas cresçam
sabendo desenvolver uma relação mais saudável
com o dinheiro. Mas tão importante quanto trabalhar
o tema dentro das escolas é conscientizar os pais
para que esse seja um trabalho realizado em
parceria com as famílias. Todo cidadão pode - e
deve - desenvolver habilidades que melhorem sua
qualidade de vida e a de seus familiares, a partir de
atitudes comportamentais e de conhecimentos
básicos sobre gestão de finanças pessoais. O que a
educação financeira se propõe a fazer é amplificar
esse trabalho de consciência nas pessoas, inclusive
nas crianças.
Quando um indivíduo tem as finanças em ordem, ele
toma decisões e enfrenta melhor as adversidades,
como, por exemplo, o momento atual da pandemia.
E isso ajuda não só na organização da vida
financeira como também em aspectos pessoais e
familiares. Nesse sentido, ao ensinar uma criança a
lidar bem com o dinheiro desde pequena, quando
adulta, ela terá maiores chances de aprender a
administrar o seu salário, empreender e organizar a
sua vida, sabendo comprar e poupar com
consciência.
Consumidores bem-educados financeiramente
demandam serviços e produtos adequados às suas
necessidades, incentivam a competição e
desempenham papel relevante no monitoramento do
mercado, uma vez que exigem maior transparência
das instituições financeiras e contribuem, dessa
maneira, para a solidez e para a eficiência do
sistema financeiro que tanto precisamos. Além
disso, a qualidade das decisões financeiras dos
indivíduos influencia toda a economia, por estar
intimamente ligada a questões como os níveis de
endividamento e de inadimplência das pessoas e a
capacidade de investimento do país.
Por isso tudo, torna-se tão importante estabelecer,
desde cedo, as bases para uma relação equilibrada com o dinheiro. E para que esse trabalho seja bem
sucedido, a educação financeira deve ir ao encontro
da realidade de cada indivíduo e de sua família, a
importante aliada nesse aprendizado. Aprendemos
muito com os acontecimentos da vida, por meio dos
conhecimentos adquiridos e das experiências, assim
como as ações e emoções exercem grande
influência em nossas decisões financeiras. Somos
dependentes de fatores fisiológicos - que podem ser
alterados ou influenciados, dependendo das
escolhas feitas - e de fatores psicológicos. Esses
últimos são mais complexos, mostrando que a
relação que os pais e familiares possuem com o
dinheiro tem grande influência nas escolhas dos
filhos. Se os pais se relacionam com o dinheiro de
forma descontrolada e sem consciência, não podem
cobrar que seus filhos sejam diferentes […]
[…] O principal objetivo de educar os filhos em
relação ao dinheiro é levá-los a atingir maturidade
financeira, ou seja, a capacidade de adiar desejos de
agora em função de futuros benefícios. É da
natureza humana querer obter satisfação imediata
em todos os sentidos. A educação financeira para a
criança deve ser um projeto permanente. Não existe
idade certa para começar. A necessidade vai
aparecer na vida de todos os pais no momento em
que começam os famosos pedidos "compra isso,
quero aquilo".
Disponível:https://www.paulomelo.blog.br/2021/10/o
piniao-educacao-financeira-o-exemplo.html, acesso
em: 05 de junho de 2024.
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Educação financeira: o exemplo que deve ser
oferecido desde cedo
Por Paulo Melo
A educação financeira é um tema cada vez mais
presente na realidade e currículo das escolas e
considerado fundamental para ser trabalhado desde
cedo com as crianças, para que elas cresçam
sabendo desenvolver uma relação mais saudável
com o dinheiro. Mas tão importante quanto trabalhar
o tema dentro das escolas é conscientizar os pais
para que esse seja um trabalho realizado em
parceria com as famílias. Todo cidadão pode - e
deve - desenvolver habilidades que melhorem sua
qualidade de vida e a de seus familiares, a partir de
atitudes comportamentais e de conhecimentos
básicos sobre gestão de finanças pessoais. O que a
educação financeira se propõe a fazer é amplificar
esse trabalho de consciência nas pessoas, inclusive
nas crianças.
Quando um indivíduo tem as finanças em ordem, ele
toma decisões e enfrenta melhor as adversidades,
como, por exemplo, o momento atual da pandemia.
E isso ajuda não só na organização da vida
financeira como também em aspectos pessoais e
familiares. Nesse sentido, ao ensinar uma criança a
lidar bem com o dinheiro desde pequena, quando
adulta, ela terá maiores chances de aprender a
administrar o seu salário, empreender e organizar a
sua vida, sabendo comprar e poupar com
consciência.
Consumidores bem-educados financeiramente
demandam serviços e produtos adequados às suas
necessidades, incentivam a competição e
desempenham papel relevante no monitoramento do
mercado, uma vez que exigem maior transparência
das instituições financeiras e contribuem, dessa
maneira, para a solidez e para a eficiência do
sistema financeiro que tanto precisamos. Além
disso, a qualidade das decisões financeiras dos
indivíduos influencia toda a economia, por estar
intimamente ligada a questões como os níveis de
endividamento e de inadimplência das pessoas e a
capacidade de investimento do país.
Por isso tudo, torna-se tão importante estabelecer,
desde cedo, as bases para uma relação equilibrada com o dinheiro. E para que esse trabalho seja bem
sucedido, a educação financeira deve ir ao encontro
da realidade de cada indivíduo e de sua família, a
importante aliada nesse aprendizado. Aprendemos
muito com os acontecimentos da vida, por meio dos
conhecimentos adquiridos e das experiências, assim
como as ações e emoções exercem grande
influência em nossas decisões financeiras. Somos
dependentes de fatores fisiológicos - que podem ser
alterados ou influenciados, dependendo das
escolhas feitas - e de fatores psicológicos. Esses
últimos são mais complexos, mostrando que a
relação que os pais e familiares possuem com o
dinheiro tem grande influência nas escolhas dos
filhos. Se os pais se relacionam com o dinheiro de
forma descontrolada e sem consciência, não podem
cobrar que seus filhos sejam diferentes […]
[…] O principal objetivo de educar os filhos em
relação ao dinheiro é levá-los a atingir maturidade
financeira, ou seja, a capacidade de adiar desejos de
agora em função de futuros benefícios. É da
natureza humana querer obter satisfação imediata
em todos os sentidos. A educação financeira para a
criança deve ser um projeto permanente. Não existe
idade certa para começar. A necessidade vai
aparecer na vida de todos os pais no momento em
que começam os famosos pedidos "compra isso,
quero aquilo".
Disponível:https://www.paulomelo.blog.br/2021/10/o
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oferecido desde cedo
Por Paulo Melo
A educação financeira é um tema cada vez mais
presente na realidade e currículo das escolas e
considerado fundamental para ser trabalhado desde
cedo com as crianças, para que elas cresçam
sabendo desenvolver uma relação mais saudável
com o dinheiro. Mas tão importante quanto trabalhar
o tema dentro das escolas é conscientizar os pais
para que esse seja um trabalho realizado em
parceria com as famílias. Todo cidadão pode - e
deve - desenvolver habilidades que melhorem sua
qualidade de vida e a de seus familiares, a partir de
atitudes comportamentais e de conhecimentos
básicos sobre gestão de finanças pessoais. O que a
educação financeira se propõe a fazer é amplificar
esse trabalho de consciência nas pessoas, inclusive
nas crianças.
Quando um indivíduo tem as finanças em ordem, ele
toma decisões e enfrenta melhor as adversidades,
como, por exemplo, o momento atual da pandemia.
E isso ajuda não só na organização da vida
financeira como também em aspectos pessoais e
familiares. Nesse sentido, ao ensinar uma criança a
lidar bem com o dinheiro desde pequena, quando
adulta, ela terá maiores chances de aprender a
administrar o seu salário, empreender e organizar a
sua vida, sabendo comprar e poupar com
consciência.
Consumidores bem-educados financeiramente
demandam serviços e produtos adequados às suas
necessidades, incentivam a competição e
desempenham papel relevante no monitoramento do
mercado, uma vez que exigem maior transparência
das instituições financeiras e contribuem, dessa
maneira, para a solidez e para a eficiência do
sistema financeiro que tanto precisamos. Além
disso, a qualidade das decisões financeiras dos
indivíduos influencia toda a economia, por estar
intimamente ligada a questões como os níveis de
endividamento e de inadimplência das pessoas e a
capacidade de investimento do país.
Por isso tudo, torna-se tão importante estabelecer,
desde cedo, as bases para uma relação equilibrada com o dinheiro. E para que esse trabalho seja bem
sucedido, a educação financeira deve ir ao encontro
da realidade de cada indivíduo e de sua família, a
importante aliada nesse aprendizado. Aprendemos
muito com os acontecimentos da vida, por meio dos
conhecimentos adquiridos e das experiências, assim
como as ações e emoções exercem grande
influência em nossas decisões financeiras. Somos
dependentes de fatores fisiológicos - que podem ser
alterados ou influenciados, dependendo das
escolhas feitas - e de fatores psicológicos. Esses
últimos são mais complexos, mostrando que a
relação que os pais e familiares possuem com o
dinheiro tem grande influência nas escolhas dos
filhos. Se os pais se relacionam com o dinheiro de
forma descontrolada e sem consciência, não podem
cobrar que seus filhos sejam diferentes […]
[…] O principal objetivo de educar os filhos em
relação ao dinheiro é levá-los a atingir maturidade
financeira, ou seja, a capacidade de adiar desejos de
agora em função de futuros benefícios. É da
natureza humana querer obter satisfação imediata
em todos os sentidos. A educação financeira para a
criança deve ser um projeto permanente. Não existe
idade certa para começar. A necessidade vai
aparecer na vida de todos os pais no momento em
que começam os famosos pedidos "compra isso,
quero aquilo".
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Educação financeira: o exemplo que deve ser
oferecido desde cedo
Por Paulo Melo
A educação financeira é um tema cada vez mais
presente na realidade e currículo das escolas e
considerado fundamental para ser trabalhado desde
cedo com as crianças, para que elas cresçam
sabendo desenvolver uma relação mais saudável
com o dinheiro. Mas tão importante quanto trabalhar
o tema dentro das escolas é conscientizar os pais
para que esse seja um trabalho realizado em
parceria com as famílias. Todo cidadão pode - e
deve - desenvolver habilidades que melhorem sua
qualidade de vida e a de seus familiares, a partir de
atitudes comportamentais e de conhecimentos
básicos sobre gestão de finanças pessoais. O que a
educação financeira se propõe a fazer é amplificar
esse trabalho de consciência nas pessoas, inclusive
nas crianças.
Quando um indivíduo tem as finanças em ordem, ele
toma decisões e enfrenta melhor as adversidades,
como, por exemplo, o momento atual da pandemia.
E isso ajuda não só na organização da vida
financeira como também em aspectos pessoais e
familiares. Nesse sentido, ao ensinar uma criança a
lidar bem com o dinheiro desde pequena, quando
adulta, ela terá maiores chances de aprender a
administrar o seu salário, empreender e organizar a
sua vida, sabendo comprar e poupar com
consciência.
Consumidores bem-educados financeiramente
demandam serviços e produtos adequados às suas
necessidades, incentivam a competição e
desempenham papel relevante no monitoramento do
mercado, uma vez que exigem maior transparência
das instituições financeiras e contribuem, dessa
maneira, para a solidez e para a eficiência do
sistema financeiro que tanto precisamos. Além
disso, a qualidade das decisões financeiras dos
indivíduos influencia toda a economia, por estar
intimamente ligada a questões como os níveis de
endividamento e de inadimplência das pessoas e a
capacidade de investimento do país.
Por isso tudo, torna-se tão importante estabelecer,
desde cedo, as bases para uma relação equilibrada com o dinheiro. E para que esse trabalho seja bem
sucedido, a educação financeira deve ir ao encontro
da realidade de cada indivíduo e de sua família, a
importante aliada nesse aprendizado. Aprendemos
muito com os acontecimentos da vida, por meio dos
conhecimentos adquiridos e das experiências, assim
como as ações e emoções exercem grande
influência em nossas decisões financeiras. Somos
dependentes de fatores fisiológicos - que podem ser
alterados ou influenciados, dependendo das
escolhas feitas - e de fatores psicológicos. Esses
últimos são mais complexos, mostrando que a
relação que os pais e familiares possuem com o
dinheiro tem grande influência nas escolhas dos
filhos. Se os pais se relacionam com o dinheiro de
forma descontrolada e sem consciência, não podem
cobrar que seus filhos sejam diferentes […]
[…] O principal objetivo de educar os filhos em
relação ao dinheiro é levá-los a atingir maturidade
financeira, ou seja, a capacidade de adiar desejos de
agora em função de futuros benefícios. É da
natureza humana querer obter satisfação imediata
em todos os sentidos. A educação financeira para a
criança deve ser um projeto permanente. Não existe
idade certa para começar. A necessidade vai
aparecer na vida de todos os pais no momento em
que começam os famosos pedidos "compra isso,
quero aquilo".
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Educação financeira: o exemplo que deve ser
oferecido desde cedo
Por Paulo Melo
A educação financeira é um tema cada vez mais
presente na realidade e currículo das escolas e
considerado fundamental para ser trabalhado desde
cedo com as crianças, para que elas cresçam
sabendo desenvolver uma relação mais saudável
com o dinheiro. Mas tão importante quanto trabalhar
o tema dentro das escolas é conscientizar os pais
para que esse seja um trabalho realizado em
parceria com as famílias. Todo cidadão pode - e
deve - desenvolver habilidades que melhorem sua
qualidade de vida e a de seus familiares, a partir de
atitudes comportamentais e de conhecimentos
básicos sobre gestão de finanças pessoais. O que a
educação financeira se propõe a fazer é amplificar
esse trabalho de consciência nas pessoas, inclusive
nas crianças.
Quando um indivíduo tem as finanças em ordem, ele
toma decisões e enfrenta melhor as adversidades,
como, por exemplo, o momento atual da pandemia.
E isso ajuda não só na organização da vida
financeira como também em aspectos pessoais e
familiares. Nesse sentido, ao ensinar uma criança a
lidar bem com o dinheiro desde pequena, quando
adulta, ela terá maiores chances de aprender a
administrar o seu salário, empreender e organizar a
sua vida, sabendo comprar e poupar com
consciência.
Consumidores bem-educados financeiramente
demandam serviços e produtos adequados às suas
necessidades, incentivam a competição e
desempenham papel relevante no monitoramento do
mercado, uma vez que exigem maior transparência
das instituições financeiras e contribuem, dessa
maneira, para a solidez e para a eficiência do
sistema financeiro que tanto precisamos. Além
disso, a qualidade das decisões financeiras dos
indivíduos influencia toda a economia, por estar
intimamente ligada a questões como os níveis de
endividamento e de inadimplência das pessoas e a
capacidade de investimento do país.
Por isso tudo, torna-se tão importante estabelecer,
desde cedo, as bases para uma relação equilibrada com o dinheiro. E para que esse trabalho seja bem
sucedido, a educação financeira deve ir ao encontro
da realidade de cada indivíduo e de sua família, a
importante aliada nesse aprendizado. Aprendemos
muito com os acontecimentos da vida, por meio dos
conhecimentos adquiridos e das experiências, assim
como as ações e emoções exercem grande
influência em nossas decisões financeiras. Somos
dependentes de fatores fisiológicos - que podem ser
alterados ou influenciados, dependendo das
escolhas feitas - e de fatores psicológicos. Esses
últimos são mais complexos, mostrando que a
relação que os pais e familiares possuem com o
dinheiro tem grande influência nas escolhas dos
filhos. Se os pais se relacionam com o dinheiro de
forma descontrolada e sem consciência, não podem
cobrar que seus filhos sejam diferentes […]
[…] O principal objetivo de educar os filhos em
relação ao dinheiro é levá-los a atingir maturidade
financeira, ou seja, a capacidade de adiar desejos de
agora em função de futuros benefícios. É da
natureza humana querer obter satisfação imediata
em todos os sentidos. A educação financeira para a
criança deve ser um projeto permanente. Não existe
idade certa para começar. A necessidade vai
aparecer na vida de todos os pais no momento em
que começam os famosos pedidos "compra isso,
quero aquilo".
Disponível:https://www.paulomelo.blog.br/2021/10/o
piniao-educacao-financeira-o-exemplo.html, acesso
em: 05 de junho de 2024.
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3447241
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
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De acordo com o art. 114 da Lei nº 14.133/2021, o
prazo máximo de vigência de contratos que
prevejam a operação continuada de sistemas
estruturantes de tecnologia da informação é de:
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3447240
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
Provas:
De acordo com o art. 103 da Lei nº 14.133/2021,
sobre a alocação de riscos nos contratos
administrativos, é correto afirmar que:
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3447239
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
Provas:
Com relação aos prazos de vigência dos contratos
administrativos, de acordo com o art. 106 da Lei nº
14.133/2021 (nova Lei de Licitações), é correto
afirmar que:
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Questão presente nas seguintes provas
3447238
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Gama
Orgão: Câm. Alto Paraíso-RO
Provas:
Segundo a Lei nº 14.133/2021, qual é a regra geral
para o critério de julgamento das propostas em
uma licitação?
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