Foram encontradas 215 questões.
3335263
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Provas:
- Anos2024
- BrasilEconomia Brasileira
- BrasilPolítica Brasileira
- Economia
- Questões SociaisMovimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade
Qual é o papel da literatura na compreensão das
questões sociais e políticas de uma sociedade?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3335262
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Provas:
Em relação ao conceito de desenvolvimento sustentável,
qual das seguintes práticas é considerada essencial para
sua promoção?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3335261
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Provas:
Pedro está à leste de Tomé e Tomé está ao norte de João. Mateus está no sul de João, então em que direção de Pedro está Mateus?

Provas
Questão presente nas seguintes provas
3335260
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Provas:
Considere os conjuntos numéricos A, B e C definidos da seguinte forma:

Determine ![]()
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os trabalhadores da fábrica são constantemente
encorajados a praticar tolerância zero quando se trata de
acidentes em fábricas. Acidentes podem ocorrer porque o
ambiente de trabalho ou as próprias condições são
inseguras. Por outro lado, acidentes podem ocorrer devido a
descuido ou o chamado erro humano. Além disso, o turno do
trabalhador, 7:00 A.M. – 3:00 P.M. (turno diurno), 3:00 P.M. –
11:00 P.M. (turno vespertino) ou 11:00 P.M. – 7:00 A.M.
(turno da noite), pode ser um fator. Durante o último ano,
ocorreram 600 acidentes. As porcentagens dos acidentes
para as combinações de condições são as seguintes:

Considere que um relatório de acidente foi selecionado aleatoriamente entre os 600 relatórios. Qual é a probabilidade de o acidente ter ocorrido no turno da noite, sabendo que ocorreu um erro humano?

Considere que um relatório de acidente foi selecionado aleatoriamente entre os 600 relatórios. Qual é a probabilidade de o acidente ter ocorrido no turno da noite, sabendo que ocorreu um erro humano?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3335258
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Provas:
Nas competições de Surf das Olimpíadas, os competidores têm direito à cinco notas que são dadas por julgamentos das suas manobras por juízes. A maior e a menor nota são descartadas. Considerando estas condições calcule a média aproximada de um surfista que teve as seguintes notas.
![]()
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3335257
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Almirante Tamandaré-PR
Provas:
Maria está organizando um evento e precisa comprar
flores para a decoração. O fornecedor vende um buquê
pequeno de flores por R$10 e um buquê grande por R$15.
Maria precisa comprar um total de 10 buquês, gastando
exatamente R$130. Ela decide comprar x buquês pequenos
e y buquês grandes. Com base nas informações acima,
quantos buquês pequenos e quantos buquês grandes Maria
deve comprar para atender às suas necessidades?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato
Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no
Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como
problema ao qual qualquer mulher, independentemente de
raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita.
Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio
pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos
lugares de homens e mulheres nas sociedades – a
desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas
nos papéis sociais do masculino e feminino e nos
comportamentos sexuais, mas também em uma relação de
poder. Em outras palavras, significa dizer que a
desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e
culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de
submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer
outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o
comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua
sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente
aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.
(...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi
acompanhado por mudanças na forma como devemos
responder a essa violência, atacando não as justificativas,
mas as causas. O país tornou-se referência internacional
com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo
diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a
criminalização e a aplicação de penas para os agressores,
mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a
proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de
medidas de prevenção destinadas a modificar as relações
entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a
educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o
Brasil segue sendo um país violento para as mulheres.
Anualmente são registradas centenas de ocorrências de
violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas
taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas
pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios.
Esses números expressam uma parte do problema e
comumente dizemos que a subnotificação é uma
característica dessas situações.
O medo, a dúvida, a vergonha são algumas
explicações para esse silêncio, mas novamente nos
contentamos em olhar para as justificativas e não para as
causas. (...)
De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma
como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue
atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o
acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados
para atender as mulheres em situação de violência. Faltam
protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação
para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada
por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada
têm a ver com os direitos humanos. (...)
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/
violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato
Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no
Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como
problema ao qual qualquer mulher, independentemente de
raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita.
Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio
pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos
lugares de homens e mulheres nas sociedades – a
desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas
nos papéis sociais do masculino e feminino e nos
comportamentos sexuais, mas também em uma relação de
poder. Em outras palavras, significa dizer que a
desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e
culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de
submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer
outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o
comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua
sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente
aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.
(...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi
acompanhado por mudanças na forma como devemos
responder a essa violência, atacando não as justificativas,
mas as causas. O país tornou-se referência internacional
com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo
diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a
criminalização e a aplicação de penas para os agressores,
mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a
proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de
medidas de prevenção destinadas a modificar as relações
entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a
educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o
Brasil segue sendo um país violento para as mulheres.
Anualmente são registradas centenas de ocorrências de
violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas
taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas
pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios.
Esses números expressam uma parte do problema e
comumente dizemos que a subnotificação é uma
característica dessas situações.
O medo, a dúvida, a vergonha são algumas
explicações para esse silêncio, mas novamente nos
contentamos em olhar para as justificativas e não para as
causas. (...)
De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma
como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue
atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o
acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados
para atender as mulheres em situação de violência. Faltam
protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação
para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada
por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada
têm a ver com os direitos humanos. (...)
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/
violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato
Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no
Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como
problema ao qual qualquer mulher, independentemente de
raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita.
Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio
pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos
lugares de homens e mulheres nas sociedades – a
desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas
nos papéis sociais do masculino e feminino e nos
comportamentos sexuais, mas também em uma relação de
poder. Em outras palavras, significa dizer que a
desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e
culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de
submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer
outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o
comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua
sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente
aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.
(...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi
acompanhado por mudanças na forma como devemos
responder a essa violência, atacando não as justificativas,
mas as causas. O país tornou-se referência internacional
com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo
diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a
criminalização e a aplicação de penas para os agressores,
mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a
proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de
medidas de prevenção destinadas a modificar as relações
entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a
educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o
Brasil segue sendo um país violento para as mulheres.
Anualmente são registradas centenas de ocorrências de
violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas
taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas
pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios.
Esses números expressam uma parte do problema e
comumente dizemos que a subnotificação é uma
característica dessas situações.
O medo, a dúvida, a vergonha são algumas
explicações para esse silêncio, mas novamente nos
contentamos em olhar para as justificativas e não para as
causas. (...)
De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma
como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue
atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o
acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados
para atender as mulheres em situação de violência. Faltam
protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação
para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada
por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada
têm a ver com os direitos humanos. (...)
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/
violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container