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Fossil Fuels
The twentieth century has been called the hydrocarbon century due to the abundance of fossil fuels, and their contribution to human development. Fossil fuels were formed over millions of years by the decomposing remains of plants and animals under immense heat and pressure. This process resulted in energy laden fuels coal, petroleum, and natural gas, which together have generated most of the energy consumed globally for over a century, paving the way for continued advancement and new inventions.
Fossil fuels are currently the most economically available source of power for both personal and commercial uses. Petroleum fuels our cars and thirst for plastics, while natural gas and coal heat and electrify our homes. Mass transportation is also largely propelled by fossil fuels. In 2005, more than 3/4 of total world energy consumption was through the use of fossil fuels. Petroleum led with over 43.4 percent of the world’s total energy consumption, followed by natural gas (15.6 percent) and coal (8.3 percent). North America is the largest consumer of fossil fuels, utilizing nearly 25 percent of the world’s resources.
Long thought to be inexhaustible, fossil fuels have been used extensively since the Industrial Revolution. However, many believe that the world is using fossil fuels at an unsustainable rate. Some experts believe that the world has already reached its peak for oil extraction and production, and that it is only a matter of time before natural gas and coal follow suit. These near-term concerns about oil supply have led to increasing focus on, and exploration of, alternative sources of petroleum, such as in tar sands and oil shale.
To release their stored energy, fossil fuels must be burned. It is during this combustion process that a variety of emissions and particulates, including ash, are released into the atmosphere. Primary releases are sulfur, nitrogen, and carbon, which can be harmful to the environment. They can combine with water vapor in the air to form acidic compounds that create acid rain, and burning fossil fuels releases carbon dioxide, a greenhouse gas that scientists believe is key factor in global climate change.
There are also environmental risks associated with extracting, transporting, and utilizing fossil fuels. Mining for coal and drilling for oil are especially hazardous because the digging of massive mines and wells can change the surrounding landscapes and bring massive amounts of salt water to the surface which can damage nearby ecosystems without proper treatment and sequestration. Natural gas extraction is somewhat safer, but can also be hazardous. While there are regulations in place that attempts to minimize the risks, it is impossible to eliminate them completely. However, regulation is not sufficient; there must be continued research in developing new technologies for both fossil fuel and renewable energy, in addition to increasing conservation measures. Environmental Literacy Council
http://www.enviroliteracy.org/subcategory.php/21.html, access on March 14th, 2010.
In terms of the organization of ideas in the text,
 

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264057 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Ao desenvolver um projeto de instalações telefônicas, o arquiteto deve ter ciência de que
 

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264043 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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No acompanhamento de obras para circulação e manobras de veículos automotivos é importante considerar a cor resultante da execução de pavimentos asfálticos, em função do nível de iluminação artificial exigido.
PORQUE
Pavimento de asfalto com cor clara dificulta a visibilidade, sobretudo à noite.
A esse respeito, conclui-se que
 

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264016 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Enunciado 264016-1
Figura sem escala
No desenho acima são apresentados dois tipos de ilha de bombas, com coberturas de abastecimento com dimensionamentos diferentes. Considerando-se a hipótese de visualizar um terceiro esquema, composto de uma ilha linear com duas bombas e quatro carros, com cotas correspondentes nos eixos X e Y, proporcionalmente, os valores adequados para o dimensionamento das coberturas estão descritos em
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

Observe o período:

Não vejo em qualquer pessoa o menor mal-estar ou conflito em estar só.

O plural do período acima, realizado de acordo com o registro culto e formal da língua e sem alteração do sentido, é

 

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Fossil Fuels
The twentieth century has been called the hydrocarbon century due to the abundance of fossil fuels, and their contribution to human development. Fossil fuels were formed over millions of years by the decomposing remains of plants and animals under immense heat and pressure. This process resulted in energy laden fuels coal, petroleum, and natural gas, which together have generated most of the energy consumed globally for over a century, paving the way for continued advancement and new inventions.
Fossil fuels are currently the most economically available source of power for both personal and commercial uses. Petroleum fuels our cars and thirst for plastics, while natural gas and coal heat and electrify our homes. Mass transportation is also largely propelled by fossil fuels. In 2005, more than 3/4 of total world energy consumption was through the use of fossil fuels. Petroleum led with over 43.4 percent of the world’s total energy consumption, followed by natural gas (15.6 percent) and coal (8.3 percent). North America is the largest consumer of fossil fuels, utilizing nearly 25 percent of the world’s resources.
Long thought to be inexhaustible, fossil fuels have been used extensively since the Industrial Revolution. However, many believe that the world is using fossil fuels at an unsustainable rate. Some experts believe that the world has already reached its peak for oil extraction and production, and that it is only a matter of time before natural gas and coal follow suit. These near-term concerns about oil supply have led to increasing focus on, and exploration of, alternative sources of petroleum, such as in tar sands and oil shale.
To release their stored energy, fossil fuels must be burned. It is during this combustion process that a variety of emissions and particulates, including ash, are released into the atmosphere. Primary releases are sulfur, nitrogen, and carbon, which can be harmful to the environment. They can combine with water vapor in the air to form acidic compounds that create acid rain, and burning fossil fuels releases carbon dioxide, a greenhouse gas that scientists believe is key factor in global climate change.
There are also environmental risks associated with extracting, transporting, and utilizing fossil fuels. Mining for coal and drilling for oil are especially hazardous because the digging of massive mines and wells can change the surrounding landscapes and bring massive amounts of salt water to the surface which can damage nearby ecosystems without proper treatment and sequestration. Natural gas extraction is somewhat safer, but can also be hazardous. While there are regulations in place that attempts to minimize the risks, it is impossible to eliminate them completely. However, regulation is not sufficient; there must be continued research in developing new technologies for both fossil fuel and renewable energy, in addition to increasing conservation measures. Environmental Literacy Council
http://www.enviroliteracy.org/subcategory.php/21.html, access on March 14th, 2010.
In “The twentieth century has been called the hydrocarbon century due to the abundance of fossil fuels, and their contribution to human development.”, ‘due to’ can be substituted by
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

Em cada um dos trechos abaixo, analise o deslocamento do pronome oblíquo..

I – “...que vai me levar... – que vai levar-me

II – “Eu me explico:” – Eu explico-me

III – “Ninguém se lembra...” – Ninguém lembra-se

IV – “Pouco se lixam...” – Pouco lixam-se

V – “...sente-se constrangido...” – se sente constrangido

VI – “...que se mudem!” – que mudem-se

Conforme o registro culto e formal da língua está correto APENAS o que ocorre em

 

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245456 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
Existem diversos instrumentos para o planejamento e controle da obra. Em relação às técnicas de organização dos cronogramas de obras que utilizam métodos visuais, tem-se
 

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245440 Ano: 2010
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
A diretoria de vendas de uma distribuidora de combustível solicita ao gerente da área de arquitetura a elaboração de um estudo de viabilidade técnico-financeira de um posto de gasolina, localizado em área urbana em outro estado. Após o desenvolvimento do termo de abertura do projeto do posto e a definição do terreno pela diretoria de vendas, o gerente dá início ao planejamento da tarefa solicitada.
Nesse sentido, analise as atividades descritas a seguir.
I - Levantamento e pesquisa de fotos do local, de planta baixa ou topográfica do terreno, do plano diretor da cidade, da legislação urbanística e do código de obras e de posturas do município.
II - Desenvolvimento da declaração do escopo preliminar do projeto.
III - Estimativa dos custos e dos recursos materiais e humanos necessários, tendo em vista realizar as atividades previstas.
IV - Identificação dos riscos de projeto por meio de técnicas de diagramas.
É (São) necessária(s) à elaboração do estudo em questão a(s) atividade(s)
 

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244005 Ano: 2010
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Provas:
A expedição do habite-se visa ao controle da atividade edilícia no município. Uma edificação com até 60m² caracterizada de interesse social, construída sob o regime de mutirão e não pertencente a nenhum programa habitacional será considerada em condições de habitabilidade, para expedição do habite-se, quando dispuser de condições que possam
 

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