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Foram encontradas 50 questões.

1652198 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Texto I

Tu és água e à água voltarás

Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável

(Gustavo Simon)


A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.

Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.

(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)

O título do texto ganha efeito expressivo à medida que se relaciona com uma típica referência à origem humana. Tal referência expressiva é explicitada por meio de um a relação de

 

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1582389 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

A terça parte de \( \dfrac{3}{4} \) de um quinto do total de caixas de um depósito é igual a:

 

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1582384 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Numa entrevista para escolha entre dois produtos verificou-se que 73 pessoas escolheram o primeiro produto, 62 pessoas escolheram o segundo produto, 23 pessoas nenhum dos dois e 35 pessoas escolheram os dois produtos. O total de pessoas entrevistadas foi de:

 

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1582264 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Texto II


Canção Amiga

Eu preparo uma canção

em que minha mãe se reconheça,

todas as mães se reconheçam,

e que fale como dois olhos.


Caminho por uma rua

que passa em muitos países.

Se não me veem, eu vejo

e saúdo velhos amigo


Eu distribuo um segredo

como quem ama ou sorri.

No jeito mais natural

dois carinhos se procuram.


Minha vida, nossas vidas

formam um só diamante.

Apreendi novas palavras

E tornei outras mais belas.


Eu preparo uma canção

que faça acordar os homens

e adormecer as crianças.


(Carlos Drummond de Andrade)

Os vocábulos "acordar" e "adormecer" estabelecem entre si uma relação:

 

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1582191 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Texto II


Canção Amiga

Eu preparo uma canção

em que minha mãe se reconheça,

todas as mães se reconheçam,

e que fale como dois olhos.


Caminho por uma rua

que passa em muitos países.

Se não me veem, eu vejo

e saúdo velhos amigo


Eu distribuo um segredo

como quem ama ou sorri.

No jeito mais natural

dois carinhos se procuram.


Minha vida, nossas vidas

formam um só diamante.

Apreendi novas palavras

E tornei outras mais belas.


Eu preparo uma canção

que faça acordar os homens

e adormecer as crianças.


(Carlos Drummond de Andrade)

O segundo verso do texto é iniciado pela preposição "em" que acompanha o pronome relativo "que". Por meio da análise dos termos oracionais, conclui-se que tal preposição foi utilizada em função do termo:

 

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1582182 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Texto I

Tu és água e à água voltarás

Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável

(Gustavo Simon)


A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.

Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.

(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)

O autor começa o segundo parágrafo afirmando "Os entusiastas da biocremação alegam". Ao adotar a terceira pessoa gramatical, ele:

 

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1582180 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Texto I

Tu és água e à água voltarás

Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável

(Gustavo Simon)


A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.

Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.

(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)

Em relação à estrutura do texto em análise, percebem-se todos os elementos listados abaixo, exceto:

 

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1582179 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Texto I

Tu és água e à água voltarás

Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável

(Gustavo Simon)


A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.

Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.

(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)

No trecho "Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis", observa-se que, entre os vocábulos destacados, ocorre:

 

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1582171 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

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Tu és água e à água voltarás

Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável

(Gustavo Simon)


A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.

Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.

(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)

No subtítulo do texto, é possível perceber a presença dos vocábulos "um" e "uma". Sobre a análise morfológica de tais termos, é correto afirmar que:

 

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1582161 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: AMAZUL

Texto I

Tu és água e à água voltarás

Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável

(Gustavo Simon)


A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.

Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.

(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)

Em relação à biocremação, apresentada no texto, só não é correto afirmar que:

 

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