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Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.
Vivendo com a tragédia
“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.
Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.
O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.
Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.
O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)
Considere o trecho escrito com base nas ideias do texto:
O senso comum atribui a máxima ________________ relativiza o impacto diante da morte a Stálin, ainda que não esteja totalmente clara _____________ relação desse personagem histórico com essa afirmação. O fato é que esse discurso remete ___________ uma característica fundamental da psique humana, a habituação, ______________ já são bem conhecidos os efeitos positivos assim como os de natureza menos louvável.
Em atendimento à norma-padrão da língua, as lacunas do trecho devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.
Vivendo com a tragédia
“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.
Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.
O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.
Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.
O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à concordância nominal e verbal estabelecida pela norma-padrão da língua portuguesa.
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- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.
Vivendo com a tragédia
“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.
Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.
O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.
Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.
O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)
A expressão destacada na seguinte alternativa exprime ideia de finalidade:
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Vivendo com a tragédia
“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.
Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.
O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.
Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.
O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)
Considere as frases a seguir:
...nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. (3º parágrafo)
...a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada... (último parágrafo)
Os termos destacados nas frases estão empregados, respectivamente, com sentidos de
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Vivendo com a tragédia
“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.
Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.
O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.
Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.
O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)
Para o autor, um resultado prático do lado negativo da habituação pode ser exemplificado com
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Vivendo com a tragédia
“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.
Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.
O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.
Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.
O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)
A relação de oposição que se estabelece no período — “Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. — permanece preservada com o acréscimo da expressão destacada em:
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Leia o texto, para responder às questões de números 04 a 10.
Vivendo com a tragédia
“Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”. A frase, ou uma de suas variantes, é normalmente atribuída a Stálin, mas não há registro confiável de que ele tenha dito algo parecido. Qualquer que seja o autor da máxima, ela revela de forma criativa uma das mais fascinantes características da psique humana, a habituação.
Tecnicamente, a habituação pode ser definida como uma forma de aprendizado e é caracterizada pela diminuição da intensidade com que respondemos a um estímulo à medida que a exposição se repete ou se prolonga. No plano valorativo, a habituação é ao mesmo tempo uma bênção e algo maléfico.
O lado positivo é bem evidente: é a habituação que permite que nos ajustemos a mudanças e sigamos em frente. Se entramos num ambiente em que há um cheiro muito penetrante ou um barulho muito alto, nós inicialmente nos incomodamos. Mas, à medida que a exposição continua e não desencadeia nenhuma emergência, nossa resposta a esses estímulos vai se tornando paulatinamente mais fraca. A ideia é que, se não há nenhuma ameaça, devemos liberar recursos mentais para nos ocupar com outras coisas. É por isso que ela entra na categoria aprendizado.
Obviamente, a habituação opera não só sobre estímulos sensoriais básicos, como cheiros e ruídos, mas também sobre situações mais complexas.
O lado menos brilhante da habituação é que ela normaliza aquilo que, no plano moral, não deveria ser normalizado. É o que está acontecendo agora no Brasil com a epidemia de Covid-19. Estamos há tanto tempo lendo sobre o aumento de mortes e vendo imagens dos congestionamentos de caixões que a situação por que estamos passando já não desencadeia em nós a reação adequada, que seria a de exigir dos governantes medidas mais efetivas para minorar a crise.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 19.05.2021. Adaptado)
Conforme o texto, a definição da habituação como uma forma de aprendizado se deve ao fato de se tratar de
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Língua PORTUGUESA
Leia a charge para responder às questões de números 01 a 03.

(Duke. https:/Awww.otempo.com.br/charges/. 21.04-2021)
Para responder às questões de números 02 e 03, considere a fala:
- Mas pra gente vai continuar de portas fechadas!
Assinale a alternativa em que, com a inserção das virgulas, a redação atende à norma-padrão de pontuação da língua portuguesa.
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Língua PORTUGUESA
Leia a charge para responder às questões de números 01 a 03.

(Duke. https:/Awww.otempo.com.br/charges/. 21.04-2021)
Para responder às questões de números 02 e 03, considere a fala:
- Mas pra gente vai continuar de portas fechadas!
O termo “Mas” e a forma verbal “vai continuar”, ambos em destaque, estão corretamente substituídos, sem prejuízo de sentido ao texto, em:
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