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1416290 Ano: 2004
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior

liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas

apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro

ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um

desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para

todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os

pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,

em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança

grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do

Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande

organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social

que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.

Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a

Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel

Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,

oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,

pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,

é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.

Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.

A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) trouxe resultados econômicos positivos para o Brasil. A cessão de bases militares no Nordeste e a entrada no conflito, ao lado dos aliados, permitiram a negociação vantajosa para a obtenção de empréstimos norte-americanos para o financiamento da indústria de base brasileira.

 

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1415608 Ano: 2004
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior

liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas

apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro

ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um

desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para

todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os

pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,

em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança

grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do

Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande

organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social

que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.

Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a

Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel

Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,

oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,

pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,

é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.

Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.

Companhia Siderúrgica Nacional (Volta Redonda), Fábrica Nacional de Motores e Companhia Vale do Rio Doce são símbolos da arrancada industrial brasileira que a Era Vargas patrocinou.

 

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1345079 Ano: 2004
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior

liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas

apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro

ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um

desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para

todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os

pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,

em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança

grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do

Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande

organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social

que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.

Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a

Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel

Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,

oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,

pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,

é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.

Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.

Vargas comandou o processo de modernização do Brasil, inserindo-o na contemporaneidade que o século XX exprimia. Do ponto de vista econômico, verificou-se o estímulo à industrialização, com o Estado assumindo papel relevante na montagem da infra-estrutura de que o país carecia.

 

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1345078 Ano: 2004
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior

liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas

apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro

ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um

desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para

todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os

pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,

em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança

grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do

Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande

organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social

que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.

Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a

Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel

Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,

oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,

pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,

é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.

Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.

Sob o ponto de vista político, a Era Vargas (1930-1945) foi marcada pela descentralização e, conseqüentemente, pelo significativo fortalecimento do federalismo brasileiro.

 

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1345077 Ano: 2004
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
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apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro

ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um

desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para

todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os

pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,

em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança

grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do

Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande

organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social

que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.

Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a

Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel

Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,

oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,

pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,

é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.

Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.

A Crise de 1929, que teve na quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque seu grande símbolo, atingiu em cheio a economia agroexportadora brasileira, assentada sobretudo nas exportações de café, o que contribuiu para o colapso da República Velha.

 

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1345076 Ano: 2004
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
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liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas

apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro

ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um

desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para

todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os

pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,

em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança

grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do

Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande

organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social

que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.

Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a

Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel

Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,

oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,

pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,

é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.

Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.

A política do café-com-leite, cuja denominação expressava o predomínio de São Paulo e de Minas Gerais na República Velha, garantiu a estabilidade do regime oligárquico, razão da inexistência de crises nesse período.

 

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1345075 Ano: 2004
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN

Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior

liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas

apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro

ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um

desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para

todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os

pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,

em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança

grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do

Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande

organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social

que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.

Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a

Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel

Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,

oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,

pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,

é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.

Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.

Vargas assumiu o poder federal como líder da Revolução de 1930, cuja bandeira era a destruição da desgastada República Oligárquica, caracterizada, entre outros aspectos, pelo domínio das elites agrárias regionais, com práticas coronelísticas e recorrentes fraudes eleitorais.
 

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La leyenda de Prometeo

Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la

Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor

de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de

barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera

contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los

dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que

distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.

Los primeros hombres no conocían el fuego,

considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de

caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida

se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y

la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.

Además, como no contaban con el fuego para trabajar los

metales, no podían fabricar armas ni herramientas.

Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus

talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los

privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños

inermes (sin defensas).

Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los

hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió

secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del

Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con

ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se

transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,

descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban

infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso

don.

Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:

desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas

y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas

más complicadas como trabajar los metales para la caza y la

agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados

ritos en los altares.

María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).

En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,

los verbos “subió” (l.20) y “encendió” (l.22) se encuentran en la misma persona y tiempo verbal que “hizo” (l.28).

 

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La leyenda de Prometeo

Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la

Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor

de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de

barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera

contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los

dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que

distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.

Los primeros hombres no conocían el fuego,

considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de

caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida

se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y

la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.

Además, como no contaban con el fuego para trabajar los

metales, no podían fabricar armas ni herramientas.

Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus

talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los

privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños

inermes (sin defensas).

Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los

hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió

secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del

Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con

ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se

transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,

descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban

infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso

don.

Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:

desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas

y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas

más complicadas como trabajar los metales para la caza y la

agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados

ritos en los altares.

María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).

En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,

la palabra “decidió” (l.20) significa el mismo que dudó.

 

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La leyenda de Prometeo

Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la

Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor

de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de

barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera

contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los

dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que

distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.

Los primeros hombres no conocían el fuego,

considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de

caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida

se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y

la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.

Además, como no contaban con el fuego para trabajar los

metales, no podían fabricar armas ni herramientas.

Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus

talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los

privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños

inermes (sin defensas).

Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los

hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió

secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del

Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con

ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se

transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,

descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban

infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso

don.

Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:

desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas

y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas

más complicadas como trabajar los metales para la caza y la

agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados

ritos en los altares.

María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).

En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,

la partícula “los” (l.16) se refiere a “niños” (l.17).

 

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