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Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior
liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) trouxe resultados econômicos positivos para o Brasil. A cessão de bases militares no Nordeste e a entrada no conflito, ao lado dos aliados, permitiram a negociação vantajosa para a obtenção de empréstimos norte-americanos para o financiamento da indústria de base brasileira.
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Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior
liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Companhia Siderúrgica Nacional (Volta Redonda), Fábrica Nacional de Motores e Companhia Vale do Rio Doce são símbolos da arrancada industrial brasileira que a Era Vargas patrocinou.
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ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Vargas comandou o processo de modernização do Brasil, inserindo-o na contemporaneidade que o século XX exprimia. Do ponto de vista econômico, verificou-se o estímulo à industrialização, com o Estado assumindo papel relevante na montagem da infra-estrutura de que o país carecia.
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ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Sob o ponto de vista político, a Era Vargas (1930-1945) foi marcada pela descentralização e, conseqüentemente, pelo significativo fortalecimento do federalismo brasileiro.
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todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
A Crise de 1929, que teve na quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque seu grande símbolo, atingiu em cheio a economia agroexportadora brasileira, assentada sobretudo nas exportações de café, o que contribuiu para o colapso da República Velha.
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ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
A política do café-com-leite, cuja denominação expressava o predomínio de São Paulo e de Minas Gerais na República Velha, garantiu a estabilidade do regime oligárquico, razão da inexistência de crises nesse período.
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Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior
liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
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La leyenda de Prometeo
Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la
Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor
de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de
barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera
contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los
dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que
distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.
Los primeros hombres no conocían el fuego,
considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de
caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida
se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y
la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.
Además, como no contaban con el fuego para trabajar los
metales, no podían fabricar armas ni herramientas.
Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus
talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los
privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños
inermes (sin defensas).
Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los
hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió
secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del
Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con
ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se
transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,
descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban
infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso
don.
Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:
desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas
y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas
más complicadas como trabajar los metales para la caza y la
agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados
ritos en los altares.
María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).
En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,
los verbos “subió” (l.20) y “encendió” (l.22) se encuentran en la misma persona y tiempo verbal que “hizo” (l.28).
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La leyenda de Prometeo
Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la
Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor
de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de
barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera
contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los
dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que
distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.
Los primeros hombres no conocían el fuego,
considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de
caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida
se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y
la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.
Además, como no contaban con el fuego para trabajar los
metales, no podían fabricar armas ni herramientas.
Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus
talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los
privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños
inermes (sin defensas).
Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los
hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió
secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del
Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con
ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se
transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,
descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban
infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso
don.
Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:
desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas
y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas
más complicadas como trabajar los metales para la caza y la
agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados
ritos en los altares.
María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).
En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,
la palabra “decidió” (l.20) significa el mismo que dudó.
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La leyenda de Prometeo
Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la
Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor
de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de
barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera
contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los
dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que
distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.
Los primeros hombres no conocían el fuego,
considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de
caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida
se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y
la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.
Además, como no contaban con el fuego para trabajar los
metales, no podían fabricar armas ni herramientas.
Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus
talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los
privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños
inermes (sin defensas).
Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los
hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió
secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del
Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con
ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se
transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,
descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban
infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso
don.
Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:
desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas
y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas
más complicadas como trabajar los metales para la caza y la
agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados
ritos en los altares.
María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).
En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,
la partícula “los” (l.16) se refiere a “niños” (l.17).
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