Foram encontradas 1.902 questões.
TEXTO 1

MOTTA, A. A água é uma máquina do tempo.
Arte híbrida contemporânea. Acervo da artista, 2023.
Disponível em: https://alinemotta.com. Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).
TEXTO 2
A produção de Aline Motta mobiliza linguagens híbridas — como cinema, fotografia, performance e escrita — para investigar
memórias apagadas pelo colonialismo. Em A água é uma máquina do tempo, a artista reorganiza arquivos pessoais e históricos
em instalações e vídeos. Sua prática se dá como uma escavação sensível, ativando camadas de pertencimento e identidade por
meio de uma narrativa poética e crítica.
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GARCÍA, J. T. América invertida. Tinta sobre papel,
15 × 12 cm. Museu Torres García, Montevidéu, 1943.
Disponível: www.torresgarcia.org.uy. Acesso em: 30 jul. 2025.
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GARCÍA, J. T. América invertida. Tinta sobre papel,
15 × 12 cm. Museu Torres García, Montevidéu, 1943.
Disponível: www.torresgarcia.org.uy. Acesso em: 30 jul. 2025.
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A importância do ambiente educativo diferenciado para os estudantes com altas habilidades/superdotação (AH/SD) é fundamental
para o desenvolvimento da criatividade e do interesse em aprender. Para acessar tais ambientes, é necessária a identificação
dos estudantes AH/SD, de modo que tenham a oportunidade de frequentar o Atendimento Educacional Especializado (AEE).
COSTA, M. M.; BIANCHI, A. S.; SANTOS, M. M. O. Crianças com altas habilidades/superdotação: revisão sistemática.
Revista Brasileira de Educação Especial, v. 28, 2022 (adaptado).
Considerando uma proposta inclusiva e o papel do AEE nos processos de criação, a professora de Artes Visuais deve
COSTA, M. M.; BIANCHI, A. S.; SANTOS, M. M. O. Crianças com altas habilidades/superdotação: revisão sistemática.
Revista Brasileira de Educação Especial, v. 28, 2022 (adaptado).
Considerando uma proposta inclusiva e o papel do AEE nos processos de criação, a professora de Artes Visuais deve
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O espaço maker é um ambiente que permite aos estudantes criar, experimentar e solucionar problemas de forma colaborativa
e criativa. Ele oferece acesso a ferramentas, materiais e tecnologias que ajudam os estudantes a transformar suas ideias em
projetos concretos e a desenvolver habilidades para o século 21. O espaço maker não é apenas um local físico, mas também uma
filosofia de aprendizagem que valoriza a experimentação, a colaboração e a aprendizagem por meio do erro.
COSTA JR., J. F. et al. In: DUQUE, R. C. S. et al. (Org.). A cultura maker e suas implicações no contexto educacional.
Vitória: Educação Transversal, 2023 (adaptado).
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O espaço maker é um ambiente que permite aos estudantes criar, experimentar e solucionar problemas de forma colaborativa
e criativa. Ele oferece acesso a ferramentas, materiais e tecnologias que ajudam os estudantes a transformar suas ideias em
projetos concretos e a desenvolver habilidades para o século 21. O espaço maker não é apenas um local físico, mas também uma
filosofia de aprendizagem que valoriza a experimentação, a colaboração e a aprendizagem por meio do erro.
COSTA JR., J. F. et al. In: DUQUE, R. C. S. et al. (Org.). A cultura maker e suas implicações no contexto educacional.
Vitória: Educação Transversal, 2023 (adaptado).
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Expressões como tralalero tralalá, pronunciadas pelos estudantes durante a aula de Artes Visuais, deixaram a professora curiosa.
Ao perguntar sobre a origem dessas falas, ela descobriu que vinham de vídeos populares nas redes sociais, marcados por sons
engraçados e imagens caóticas geradas por inteligência artificial. Segundo os estudantes, esses vídeos eram conhecidos como Italian
Brainrot, fazendo referência ao uso da língua italiana e ao efeito quase hipnótico que provocavam, evocando o termo em inglês
brainrot, que sugere uma “mente entorpecida”. Primeiramente, ela relacionou os vídeos digitais com um trecho do poema fonético
dadaísta Karawane, de Hugo Ball: higo bloiko russula huju / hollaka hollala / anlogo bung / blago bung blago bung / bosso fataka.
Após estudar sobre o assunto, a professora iniciou um planejamento de ensino para promover a articulação entre as técnicas e os
materiais de produções pictóricas das artes com recursos audiovisuais digitais, desafiando os estudantes a criarem seus próprios
vídeos explorando as estéticas do absurdo.
HOSHINO, C.; LIMA, C. F. O vício em vídeos curtos e o fenômeno do “cérebro podre”.
Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 30 jul. 2025 (adaptado).
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Expressões como tralalero tralalá, pronunciadas pelos estudantes durante a aula de Artes Visuais, deixaram a professora curiosa.
Ao perguntar sobre a origem dessas falas, ela descobriu que vinham de vídeos populares nas redes sociais, marcados por sons
engraçados e imagens caóticas geradas por inteligência artificial. Segundo os estudantes, esses vídeos eram conhecidos como Italian
Brainrot, fazendo referência ao uso da língua italiana e ao efeito quase hipnótico que provocavam, evocando o termo em inglês
brainrot, que sugere uma “mente entorpecida”. Primeiramente, ela relacionou os vídeos digitais com um trecho do poema fonético
dadaísta Karawane, de Hugo Ball: higo bloiko russula huju / hollaka hollala / anlogo bung / blago bung blago bung / bosso fataka.
Após estudar sobre o assunto, a professora iniciou um planejamento de ensino para promover a articulação entre as técnicas e os
materiais de produções pictóricas das artes com recursos audiovisuais digitais, desafiando os estudantes a criarem seus próprios
vídeos explorando as estéticas do absurdo.
HOSHINO, C.; LIMA, C. F. O vício em vídeos curtos e o fenômeno do “cérebro podre”.
Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 30 jul. 2025 (adaptado).
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Expressões como tralalero tralalá, pronunciadas pelos estudantes durante a aula de Artes Visuais, deixaram a professora curiosa.
Ao perguntar sobre a origem dessas falas, ela descobriu que vinham de vídeos populares nas redes sociais, marcados por sons
engraçados e imagens caóticas geradas por inteligência artificial. Segundo os estudantes, esses vídeos eram conhecidos como Italian
Brainrot, fazendo referência ao uso da língua italiana e ao efeito quase hipnótico que provocavam, evocando o termo em inglês
brainrot, que sugere uma “mente entorpecida”. Primeiramente, ela relacionou os vídeos digitais com um trecho do poema fonético
dadaísta Karawane, de Hugo Ball: higo bloiko russula huju / hollaka hollala / anlogo bung / blago bung blago bung / bosso fataka.
Após estudar sobre o assunto, a professora iniciou um planejamento de ensino para promover a articulação entre as técnicas e os
materiais de produções pictóricas das artes com recursos audiovisuais digitais, desafiando os estudantes a criarem seus próprios
vídeos explorando as estéticas do absurdo.
HOSHINO, C.; LIMA, C. F. O vício em vídeos curtos e o fenômeno do “cérebro podre”.
Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 30 jul. 2025 (adaptado).
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AITA, Z. Homens trabalhando. Óleo sobre tela, 22 × 29 cm. Coleção Particular, São Paulo, 1922.
Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br. Acesso em: 30 jul. 2025.
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