Acerca da distinção nas sociedades indígenas entre
artefato e arte, ou seja, entre objetos produzidos para
serem usados e outros para serem somente contemplados,
é correto afirmar que:
“Continua, portanto, relevante voltar nossa atenção para
contextos nativos cuja produção artística não segue as
mesmas leis que as do Ocidente, não entra na lógica do
mercado, e, às vezes, nem na da troca, e não funciona a
partir da separação entre a vida cotidiana e a arte”
(LAGROU, Els, 2009, p. 80). Esse debate sobre contextos
nativos de alteridade e autenticidade no mundo das artes
refere-se à:
A compreensão do processo de trabalhos dos artistas
sugere diferentes aprendizados. As etapas realizadas em
desenho e pintura por Pablo Picasso (1881 – 1973) no
desenvolvimento do painel Guernica (1937) concretizam a
execução de um plano, uma intencionalidade
continuamente avaliada e replanejada. É possível
relacionar essa atitude com a:
“Na verdade, se trata de uma concepção de mundo
assistemática, em que se misturam noções morais e
superstições, bem como os valores difundidos pelos meios
de comunicação de massas (…). Essa cultura é, não
obstante, de enorme complexidade, tanto mais que, ao
seu caráter assistemático e sua abertura à superstição e ao
mítico, incorpora fluentemente as expressões profundas
do inconsciente” (Ferreira Gullar, Argumentação contra a
morte da arte, RJ; Revan, 1999, p. 105). Essa cultura seria,
em termos genéricos, o que se chama de cultura:
Aproximar a divindade Iemanjá da baía de Vitória. Essa é a
proposta da performance "Kalunga", do Coletivo
Emaranhado, que se apresenta neste próximo domingo
(13), a partir das 16 horas, dentro da programação de 25
anos do Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas”
(Mucane). O trabalho é uma proposta ficcional do grupo,
que, dessa maneira, trata da diáspora africana e suas raízes
em solo brasileiro. Também foi o trabalho que renovou o
elo do coletivo com a cultura afro e ampliou seus
horizontes na arte cênica negra (Mucane 25 Anos:
performance "Kalunga" traz Iemanjá para a baía de
Vitória.
(Disponível em: https://www.vitoria.es.gov.br/noticia/mucane25-anos-performance-kalunga-traz-iemanja-para-a-baia-devitoria-28350. Acesso em: 4 set. 2019)
A ênfase na proposta acima identifica:
A arte indígena está inserida nos rituais, nas
festas e nas atividades comuns do dia a dia.e é
compartilhada por toda comunidade.
Sobre a arte indígena, é correto afirmar que:
1. Uma técnica decorativa plástica utilizada
pelos Guaranis em recipientes cerâmicos para
o cotidiano era a decoração com incisões
feitas com as unhas.
2. As esculturas zoomórficas Guarani M’byá, são
esculpidas com facas e decoradas com a técnica da pirogravura, representando animais
existentes na Mata Atlântica.
3. As cestarias Kaingang trazem grande variedade de motivos geométricos expressos
nos seus trançados; entretanto, não fazem
nenhum uso da cor.
4. Feito de cabaça, encabado com um pau e
enfeitado com penas de galinha, o maracá é
um instrumento musical usado nas danças e
importante nos rituais xamanísticos.
5. Na cultura Kaingang era comum a confecção
de adornos: cocares, braçadeiras, colares, brincos, feitos com materiais extraídos da natureza.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas
O Saci Pererê é uma lenda do folclore brasileiro
que se originou entre as tribos indígenas do sul do
Brasil tendo influência das culturas indígena, negra
e europeia. Destacado como um dos personagens
mais famosos do folclore brasileiro, o mito do saci vive
entre nós nos grafites, nas músicas, nas histórias em
quadrinho, na literatura e nos videogames.
Sobre o Saci Pererê, é correto afirmar que:
O Jongo foi Proclamado Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional, em novembro de 2005.
Sobre o Jongo, é correto afirmar que:
1. É uma forma de expressão afro-brasileira que
se consolidou entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar.
2. Caxambu, ao mesmo tempo que é o nome
dado ao tambor de maiores dimensões do
conjunto de instrumentos que acompanham
a dança do jongo, no nível genérico, designa
também a totalidade da forma de expressão e
o evento em que ocorre.
3. Os cantos, chamados de pontos, são cantados
por um indivíduo, logo seguido pelos participantes, que respondem em uníssono, ocupando ora o centro, como solistas, ora a roda,
como partes de um conjunto.
4. É uma forma de louvação aos antepassados,
consolidação de tradições, afirmação de identidades e resistência cultural.
5. É cantado, tocado e dançado de diversas formas, dependendo da comunidade que o pratica. Algumas ainda conservam o elemento
coreográfico da umbigada.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.
Para Fonterrada (2008), depois da Segunda Guerra, Carl
Orff passa a acreditar que seu trabalho seria mais efetivo se trabalhasse não só com professores mas também
com crianças pequenas. A partir dessa ideia, desenvolve
o conceito de música elemental, que é definida por
A respeito da dança, assinale (V) para a afirmativa
verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A dança é uma manifestação artística altamente
especializada, cuja técnica é de domínio dos
profissionais do balé, que expressam com o corpo o
ideal universal da beleza.
( ) A dança abre espaços para que corpos se relacionem
consigo mesmos, cumprindo diferentes funções:
artística, lúdica, ritualística e terapêutica, entre outras.
( ) A dança é um sistema simbólico composto de gestos e
movimentos culturalmente construídos e faz parte da
vida das sociedades desde tempos imemoriais.
Assinale a opção que mostra a relação correta, segundo a
ordem apresentada.