David & Vicentin (2023) defendem que a racialização do cuidado em saúde mental exige reconhecer como o racismo institucional molda práticas institucionais e exclusão. No Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico da Bahia, dados apontam que 183 em 196 internados são pardos ou negros (93 %) e 182 (92 %) são homens.
Com base nessa evidência e na teoria dos autores, qual interpretação melhor articula clínica, política racial e a RAPS (Rede de Atenção Psicossocial)?