Adolescente de 13 anos de idade é admitido na UTI pediátrica
após acidente automobilístico com trauma torácico fechado.
Chega intubado, sedado e em ventilação mecânica invasiva
em modo volume controlado, com volume corrente de
6 mL/kg, frequência respiratória de 20 incursões por minuto,
PEEP de 8 cmH2O e FiO2 de 60%. Inicialmente apresenta
estabilidade hemodinâmica. Após aproximadamente
30 minutos de internação, evolui subitamente com FC de
160 bpm, PA de 68x40 mmHg, SpO2 de 82% e murmúrio
vesicular diminuído no hemitórax direito. Observa-se aumento
das pressões ventilatórias, com pressão de pico elevando-se
de 30 para 55 cmH2O e pressão de platô de 22 para
40 cmH2O. A ultrassonografia pulmonar à beira-leito no
hemitórax direito demonstra ausência de deslizamento pleural,
ausência de linhas B, presença de “lung point” e padrão em
“código de barras” no modo M. A avaliação ecocardiográfica
subcostal evidencia ventrículo esquerdo pequeno,
compressão de câmaras direitas e ausência de derrame
pericárdico. Diante desse quadro clínico e ultrassonográfico,
qual é a conduta imediata mais adequada?