Nas últimas décadas, os estudos sobre aquisição
e uso da língua escrita ampliaram a concepção
tradicional de alfabetização ao reconhecer que a
leitura e a escrita se efetivam em práticas sociais
contextualizadas, permeadas por dimensões
culturais, políticas e tecnológicas. Nessa perspectiva,
supera-se a compreensão restrita à
codificação/decodificação do sistema alfabético,
enfatizando-se o uso funcional, crítico e socialmente
significativo da linguagem escrita. A abordagem
pedagógica descrita nas linhas anteriores
corresponde ao conceito de: