Paciente de 68 anos de idade, previamente hipertenso e
diabético, é admitido na UTI com choque séptico secundário
a pneumonia. Após 30 mL/kg de cristaloide, mantém:
• PAM: 58 mmHg (em noradrenalina 0,2 µg/kg/min)
• FC: 118 bpm
• Lactato: 4,8 mmol/L
• PVC: 14 mmHg
• SpO2 venosa central: 65%
• VM invasiva, PEEP 10 cmH₂O
É realizada ecocardiografia transtorácica e USG dirigido com os seguintes achados:
• VE com FE preservada (~60%)
• VTI do trato de saída do VE: 14 cm
• Ventrículo direito dilatado (VD/VE > 1)
• Septo interventricular com achatamento sistólico (sinal de D-shape)
• TAPSE: 14 mm
• VCI 2,4 cm com colapsabilidade < 10%
• Derrame pleural moderado bilateral
• Ausência de derrame pericárdico
Com base nos achados ultrassonográficos, qual a conduta mais adequada neste momento?
• PAM: 58 mmHg (em noradrenalina 0,2 µg/kg/min)
• FC: 118 bpm
• Lactato: 4,8 mmol/L
• PVC: 14 mmHg
• SpO2 venosa central: 65%
• VM invasiva, PEEP 10 cmH₂O
É realizada ecocardiografia transtorácica e USG dirigido com os seguintes achados:
• VE com FE preservada (~60%)
• VTI do trato de saída do VE: 14 cm
• Ventrículo direito dilatado (VD/VE > 1)
• Septo interventricular com achatamento sistólico (sinal de D-shape)
• TAPSE: 14 mm
• VCI 2,4 cm com colapsabilidade < 10%
• Derrame pleural moderado bilateral
• Ausência de derrame pericárdico
Com base nos achados ultrassonográficos, qual a conduta mais adequada neste momento?