Winnicott, em “Privação e Delinquência” (1987[1963]), argumenta que o comportamento antissocial pode conter um elemento de esperança. Em 2023, o CNJ apontou que adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa na Fundação CASA relataram alta reincidência e falta de vínculos comunitários duradouros, reforçando vulnerabilidades institucionais.
À luz da teoria winnicottiana, como compreender esses comportamentos?