Uma paciente de 47 anos de idade, 3G3PN, apresenta quadro de amenorreia há um ano e galactorreia há um mês, associado a ondas de calor e diminuição da libido. Quanto aos antecedentes, refere acompanhamento por leiomioma uterino. Nega morbidades crônicas ou uso de medicações.
No exame físico, apresentava galactorreia. Abdome flácido, indolor, e útero palpável 2 cm acima da sínfise púbica.
Dados de exames complementares: prolactina = 213 ng/mL; estradiol = 19 pg/mL; FSH = 5,4 mIU/mL; LH = 1,1 mIU/mL; TSH = 1,5 ng/dL; cortisol = 18,1 !$ \mu !$g/mL. Ressonância magnética de sela túrcica sem alterações. Dados da ultrassonografia transvaginal: útero anteversofletido; miométrio homogêneo, exceto por nódulo hipoecogênico medindo 10,3 cm × 8,6 cm × 9,8 cm; ovário esquerdo sem alterações; ovário direito com formação anecoica, de limites regulares, unilocular, medindo 6,0 cm × 4,0 cm × 3,0 cm. A paciente foi tratada com cabergolina 0,5 mg duas vezes por semana durante seis semanas. Em seguida, foi coletada nova prolactina, que resultou igual a 203 ng/mL. Aumentou-se, então, a dose de cabergolina para 1,0 mg duas vezes por semana durante mais seis semanas. Depois disso, foi coletada nova prolactina, cujo resultado foi igual a 213 ng/mL, e, em seguida, foi feito um novo aumento da medicação, para 1,0 mg três vezes por semana por mais seis semanas, tendo sido a última dosagem de prolactina igual a 215 ng/mL.
Tendo em vista o caso clínico acima, assinale a alternativa que apresenta uma conduta que pode levar à melhora clínica da paciente em questão.