Paciente de 10 anos de idade, previamente hígido, internado
por peritonite secundária a apendicite perfurada. Evoluiu com
sepse e insuficiência respiratória aguda. Encontra-se em
ventilação mecânica invasiva há 24 horas. Apesar de ajustes
progressivos, mantém hipoxemia refratária, definida por PaO2
de 55 mmHg, FiO2 de 0,8 e relação P/F ≈ 68.
• Modo Pressão Controlada (PCV):
Pressão inspiratória acima da PEEP: 25 cmH2O
PEEP: 8 cmH2O
FR: 22 irpm
Tempo inspiratório: 0,8 s
FiO2: 0,8
• Parâmetros observados:
Pressão de pico: 33 cmH2O
Volume corrente resultante: 9 mL/kg
Complacência dinâmica reduzida
Driving pressure estimada: 25 cmH2O
• Gasometria arterial:
pH 7,28
PaCO2 50 mmHg
Paciente hemodinamicamente estável, sem uso de altas doses de vasopressores. Qual o melhor ajuste ventilatório neste momento com base em ventilação protetora baseada em evidências?
• Modo Pressão Controlada (PCV):
Pressão inspiratória acima da PEEP: 25 cmH2O
PEEP: 8 cmH2O
FR: 22 irpm
Tempo inspiratório: 0,8 s
FiO2: 0,8
• Parâmetros observados:
Pressão de pico: 33 cmH2O
Volume corrente resultante: 9 mL/kg
Complacência dinâmica reduzida
Driving pressure estimada: 25 cmH2O
• Gasometria arterial:
pH 7,28
PaCO2 50 mmHg
Paciente hemodinamicamente estável, sem uso de altas doses de vasopressores. Qual o melhor ajuste ventilatório neste momento com base em ventilação protetora baseada em evidências?