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2447805 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGV
Orgão: Senado

A Empresa X é uma Operadora Privada de Planos de Saúde (OPS) e tem em sua carteira 250.000 mil beneficiários. A Empresa Y, igualmente uma OPS, tem em sua carteira, outras 250.000 vidas. Ambas utilizam-se da mesma rede de prestadores de serviços, cujos hospitais somam “n” leitos gerais e “m” leitos de UTI. Uma vez definido que as OPS devem ter em sua rede hospitalar a disponibilidade de 3 leitos para cada 1.000 ( mil) beneficiários e que 10% destes leitos devem ser de Terapia Intensiva, como forma de estar enquadradas nos ditames do Ministério da Saúde, avalie:

I. A equação capaz de calcular a necessidade dos “m” leitos de UTI para atender às OPS X e Y, e m consonância com as determinações do MS, deve ser a soma dos beneficiários das duas OPS, que multiplicados por 3 e divididos por 1.000 resultarão no número “n”. Deste resultado obter-se-ão os 10% referentes ao dimensionamento dos “m” leitos de UTI necessários para atender às duas OPS.

II. Se cada OPS faz as contas apenas para as suas próprias necessidades, a equação que cada uma utiliza refere-se exclusivamente à sua carteira de clientes. Assim, a metade do número ideal de leitos gerais e de UTI é capaz de satisfazer cada OPS em suas aspirações para as necessidades contratuais da rede assistencial que, teoricamente, atenda à sua carteira de beneficiários.

III. Nas necessidades em saúde que demandam atenção em Terapia Intensiva, com eventos frequentes e coincidências acumuladas, as duas OPS terminam disputando os mesmos leitos de UTI, sempre escassos, frutos de um dimensionamento virtual que se mostra cada vez mais ineficaz em prover os recursos necessários para garantir o acesso dos pacientes à assistência efetiva.

Com relação às afirmativas acima, assinale:

 

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