Lamentavelmente a avaliação na escola tem sido resumida a “dar e tirar ponto”, sendo apenas uma função de controle, dando a ela um caráter meramente quantitativo. Certamente, com isto, os professores não conseguem efetivamente usar os procedimentos de avaliação. Com estas ações, quando a avaliação se resume a provas e professores com critérios, em que décimos às vezes reprovam alunos, há a exclusão do professor do seu papel docente, que é de fornecer os meios pedagógico-didáticos para os alunos aprenderem sem intimidação (Libâneo, 1994). Nesse sentido, sobre avaliação é correto afirmar que:
I) Uma avaliação deve priorizar os aspectos quantitativos de mensuração do rendimento do educando, pois esta irá classificá-lo de acordo com o seu rendimento.
II) A avaliação da aprendizagem escolar adquire seu sentido na medida em que se articula com um projeto pedagógico e com seu consequente projeto de ensino.
III) A avaliação, tanto no geral quanto no caso específico da aprendizagem, não possui uma finalidade em si.
IV) A avaliação assemelha-se à verificação, pois envolve uma ação que “congela” o objeto e contempla práticas avaliativas descritivas.