Sobre suporte paliativo em pacientes críticos, assinale a alternativa correta.
O opioide é útil no manejo de vários sintomas clínicos, mas está associado a maior risco de depressão respiratória, entretanto em pacientes terminais optamos por iniciar com doses elevadas, reduzindo posteriormente essa dose se necessário, mesmo que isso possa gerar apneia, a qual será justificada devido ao duplo efeito da droga.
Dispneia é uma queixa importante e de difícil manejo em pacientes terminais; na prática, poucas opções terapêuticas existem, além da infusão de opioides.
Náusea, vômitos e constipação são queixas frequentes, mas, no contexto de paliatividade, justifica-se manter o paciente em jejum já que “se sente pior após comer”; ajuste da dose do opioide não é uma alternativa e, se necessário, pequenas doses de sedativos podem ser úteis.
No manejo do delirium, opta-se, como primeira estratégia, pelo uso de neurolépticos como haldol IM até o paciente não apresentar mais agitação psicomotora, associado com propofol ou midazolan para controle e tratamento do delirium nos pacientes paliativos.
A retirada de um suporte avançado de vida apresenta a mesma responsabilidade ética do que não iniciar o suporte avançado de vida, assim, quando não está claro o estado terminal na assistência inicial de um paciente, pode-se iniciar o suporte, o qual poderá ser retirado novamente se o paciente for avaliado como terminal, posteriormente.
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