Mulher de 40 anos vem procurando a Estratégia da Saúde da Família há cerca de um mês, em frequência semanal, relatando estar “se sentindo mal” com um “bolo na garganta”. Ela não apresenta alterações relevantes no exame físico, assim como não apresenta valores alterados dos sinais vitais. Em consulta de enfermagem, a paciente conta ter começado a se “sentir mal” após a demissão do emprego, no qual trabalhava há oito anos. Outro episódio importante citado foi o falecimento do pai há 40 dias. Nesse atendimento, ela revela sensação de medo e nervoso sem motivação definida, além de certo desânimo, que não impede a realização das atividades cotidianas. Nega uso de álcool ou de outras drogas. Não tem ideação suicida. luz do conceito de transtorno mental comum, a usuária do serviço deve ser encaminhada para: