Menino, 8 anos de idade, previamente hígido, é admitido na
UTI pediátrica com história de fraqueza progressiva há cinco
dias, iniciada em membros inferiores e evoluindo de forma
ascendente. Nas últimas 24 horas passou a apresentar
incapacidade de deambular, dificuldade para sustentar a
cabeça, voz hipofônica, disfagia leve e tosse ineficaz. Ao
exame físico, observa-se tetraparesia flácida simétrica com
arreflexia global, FR de 30 irpm, SpO2 de 93% em ar ambiente
e instabilidade autonômica com episódios de taquicardia
sinusal e variações pressóricas. A gasometria arterial
demonstra pH de 7,36, PaCO2 de 44 mmHg e PaO2 de
72 mmHg. A punção lombar evidencia proteínas de 180 mg/dL
com 2 leucócitos/mm³. Considerando a evolução clínica e o
risco de deterioração respiratória, assinale a alternativa que
apresenta a conduta mais apropriada neste momento.