A atuação em emergência determina a necessidade criteriosa de conhecimento acerca do manuseio de pacientes gravemente afetados por anafilaxia. Quanto ao uso de adrenalina, assinale a alternativa correta.
Em praticamente 95% dos casos, uma única dose de adrenalina controla e reverte o quadro.
O uso da adrenalina na anafilaxia apresenta riscos para todos os casos, devendo, portanto, ser considerado como última opção terapêutica.
Doses excessivas de adrenalina intravenosa são consideradas como de baixo risco, pouco importantes para arritmias e outros transtornos cardiovasculares, tendo em vista a necessidade de controle imediato da anafilaxia.
As vias intravenosa e intramuscular são recomendadas para o tratamento da anafilaxia perioperatória por anestesistas experientes, embora as diretrizes internacionais recomendem o uso de adrenalina intramuscular para o tratamento de primeira linha em todos os ambientes.
O uso de adrenalina, pela via subcutânea, na anafilaxia é o padrão mais seguro e mais eficiente na prática clínica.
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