Considerando os recentes avanços nas estratégias de diagnóstico e tratamento das síndromes coronarianas agudas, os quais foram capazes de reduzir a mortalidade intra-hospitalar desses eventos nas últimas décadas, julgue o item que se segue.
O uso de espironolactona após síndrome coronariana aguda é recomendado a pacientes diabéticos que apresentem fração de ejeção ≤ 35%, mesmo na ausência de sintomas de insuficiência cardíaca.